Tire suas dúvidas sobre a meningite, doença que se torna mais comum nesta época do ano.

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    1. GovRJ

      A meningite é uma inflamação das meninges, as membranas que envolvem o cérebro. A doença é causada, principalmente, por bactérias ou vírus. Portanto, são vários os tipos de meningites.

    2. GovRJ

      Nem todos os tipos são contagiosos ou transmissíveis. A meningite meningocócica é causada por uma bactéria, o meningococo, e é contagiosa.

    3. GovRJ

      Depende do agente infeccioso. Em geral, a transmissão é de pessoa para pessoa, pelas vias respiratórias, por gotículas e secreções da nasofaringe, havendo necessidade de contato íntimo (residente na mesma casa, colega de dormitório ou alojamento, namorado) ou contato direto com as secreções do paciente. A doença pode ser transmitida pelo doente ou pelo portador por meio da fala, tosse, espirros e beijos, passando da garganta de uma pessoa para outra. Mas nem todos que adquirem o meningococo ficam doentes, pois o organismo se defende com os anticorpos que cria através do contato com essas mesmas bactérias, adquirindo, portanto, resistência à doença.

    4. GovRJ

      As crianças de 6 meses a 1 ano são as mais vulneráveis ao meningococo porque geralmente ainda não desenvolveram anticorpos para combatê-la.

    5. GovRJ

      A meningite é uma doença grave. As bacterianas são, do ponto de vista clínico, as de maior gravidade, pois determinam o maior contingente de óbitos e sequelas. Entre as meningites bacterianas, as infecções por meningococos são as de maior transcendência, por seu alto potencial de ocasionar surtos e epidemias. Também são muito importantes as meningites causadas por determinados vírus, particularmente os enterovírus, que podem determinar surtos. As meningites virais quase sempre evoluem para cura sem sequelas. De modo geral, as meningites são endêmicas: sempre ocorrem casos isolados e esporádicos em todas as partes do mundo. Devemos estar alertas para os sinais e sintomas porque, se diagnosticada e tratada logo, pode ser curada sem deixar seqüelas para o doente.

    6. GovRJ

      Febre alta; dor de cabeça forte; vômitos (nem sempre, inicialmente); rigidez no pescoço (dificuldade em movimentar a cabeça); manchas avermelhadas na pele ou mocosas (petéquias); estado de desânimo, moleza. Nos bebês pode-se também observar moleira tensa ou elevada; gemido quando tocado; inquietação com choro agudo; rigidez corporal com movimentos involuntários, ou corpo "mole", largado.

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      A vacina contra Meningococo C está atualmente disponível na rede pública para crianças com menos de 2 anos (doses aos 3, 5 e 15 meses), pois faz parte do Calendário Básico de Vacinação da Criança, do Ministério da Saúde. A vacina contra o Haemophilus influenzae tipo B também protege contra a meningite e faz parte do calendário.

    9. GovRJ

      Baixas temperaturas e ambientes fechados formam o ambiente ideal para a proliferação de doenças infectocontagiosas de transmissão respiratória. Manter os ambientes arejados, evitar aglomerações e lavar sempre as mãos são medidas que ajudam a evitar o contágio. Além disso, evitar compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal e evitar contato próximo com pessoas que apresentem sinais ou sintomas de infecção respiratória.

    10. GovRJ

      Sim. Existem 4tipos de vírus da dengue. Se uma pessoa é infectada pelo vírus 1, por exemplo, produz anticorpos que vão dar imunidade só contra ele. Então, a pessoa pode pegar os outros três tipos (2, 3 e 4).

    11. GovRJ

      Não. A gravidade depende das características do paciente, inclusive de seu estado geral (imunidade). A circulação dos tipos 1 e 4 aumenta o risco de epidemia pois poucas pessoas são imunes a esses vírus.O tipo 1 circulou no Rio na década de 1980 e em2011, então quem não pegou dengue naquela época ou neste ano, em tese, tem mais chances de pegar. E o tipo 4 nunca circulou, então ninguém tem proteção contra ele.

    12. GovRJ

      A hidratação evita o agravamento da dengue. O ideal é que a pessoa com suspeita da doença comece a beber líquido logo que começar a sentir os primeiros sintomas.

    13. GovRJ

      Alguns medicamentos podem acarretar complicações da doença. Por isso, só devem ser indicados sob prescrição médica. Automedicação é proibida.

    14. GovRJ

      Não. Quando a febre acaba, o risco de agravamento é maior. Mesmo sem febre, quem tem dor na barriga ou vômito deve buscar um médico urgente.

    15. GovRJ

      Sim. Nem todas as pessoas picadas por um Aedes aegypti têm os sintomas da dengue.

    16. GovRJ

      Sim. Também há casos graves já na primeira vez. E nem sempre a dengue grave causa hemorragia aparente.

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      Só em piscinas abandonadas. Se a água for tratada, com pH adequado e clorada de forma regular, não há qualquer risco de desenvolvimento de larvas. É recomendável limpar as bordas das piscinas periodicamente, pois podem servir com o depósito para ovos.

    19. GovRJ

      O Programa Renda Melhor, criado pelo Decreto nº 42.949 de 10 de maio de 2011, é um Programa de Transferência de Renda do Governo do Estado do Rio de Janeiro e atende às famílias beneficiárias do PBF cuja renda mensal per capita estimada seja inferior a R$ 100,00, que é a linha de extrema pobreza adotada pelo governo do Rio de Janeiro. O Programa Renda Melhor integra o Plano Rio Sem Miséria, cujas ações para enfrentamento e superação da pobreza extrema estão alinhadas ao Plano Brasil Sem Miséria do Governo Federal.

    20. GovRJ

      A utilização da Renda Estimada no lugar de empregar apenas a informação da renda declarada pelas famílias é uma inovação adotada pelo Governo do Rio de Janeiro. Para o Programa Renda Melhor a renda familiar é estimada a partir de informações contidas no Cadastro Único referentes a características estruturais que melhor expressam a situação de pobreza extrema, como: (a) configuração física da moradia; (b) acesso aos diversos serviços públicos (água, esgoto, luz); (c) nível de escolaridade das pessoas no domicílio; (d) inserção no mercado de trabalho; (e) presença de grupos vulneráveis (pessoas com deficiência, idosos, crianças); (f) o acesso a transferências federais de renda.

      Por meio do cálculo da Renda Estimada, de acordo com metodologia desenvolvida pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas, é possível captar os determinantes estruturais que caracterizam uma família em situação de extrema pobreza. Dado que a pobreza é multidimensional, considerar outros aspectos e características além da renda declarada permite uma seleção mais adequada.

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