Pergunte-me algo, tire suas dúvidas.

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    1. Flávio Ricardo

      A maior compatibilidade uma vez que existem diversos softwares para exibição de arquivos *.pdf contrário aos formatos pré-definidos de aplicativos como PowerPoint, Keynote ou Presentation.

      Existem outros fatores como o tamanho do arquivo e a preservação da formatação.

    2. Flávio Ricardo
    3. Flávio Ricardo

      Sou um grande fã de rock, e isso me leva em primeira mão aos Beatles, sim, os garotos de Liverpool são com certeza a banda que mais me cativa e me inspira.

      É claro, sou um grande fã de Beatles, mas isso não me faz um fanático, a ponto que sempre que posso escuto Bon Jovi, U2, The Killers, Oasis, Aerosmith e Guns N'Roses e outros do mesmo gênero. Não sou do tipo que detesta o estilo muscial X ou Y, ou até mesmo determinada música, entendo que para fazer uma música, por mais que na minha visão ela não seja boa, o autor deve ter se esforçado e tudo mais.

      Algumas músicas tem maior significado que outras é claro, All you need this love dos Beatles por exemplo é uma que sempre escuto, não só pela melodia mais em especial pela letra e a mensagem que nos é passada. Já outras tem papel histórico como Sunday Bloody Sunday do U2.

    4. Flávio Ricardo

      Quando você diz BSD se refere a licença ou ao sistema operacional?

      De qualquer forma vou procurar mais sobre ambos, estudar e compartilhar minhas experiências.

    5. Flávio Ricardo

      Tudo se trata de uma questão de interesse. Você já se perguntou como instalar um programa no Windows que não tivesse um executável? Extremamente complicado, imagino. Um pouco diferente do Linux, que com alguns comandos é possível instalar uma aplicação por mais que esta esteja disponível apenas através de seu código fonte.

      Mas indo diretamente à pergunta, na verdade existem sim instaladores automatizados para Linux como no Windows, tratam-se dos pacotes *.deb e/ou *.rmp, onde para ambos os casos basta baixá-los e executá-los, a instalação e configuração dos mesmos é feita de forma automática. Como eu disse, é uma questão de interesse do desenvolvedor do software "empacotar" o aplicativo e disponibilizá-lo. Usuários com um pouco mais de conhecimento em Linux podem realizar esta tarefa, empacotando aplicativos que são disponibilizados apenas através de código fonte e devolvendo-os à comunidade.

      Ainda nos casos em que só existe o código fonte disponível, podemos tentar instalá-lo de maneira mais fácil ainda, abrindo o terminal e executando um "apt-get install filezilla" por exemplo, que através deste comando irá fazer o download do gerenciador de FTP FileZilla, poupando o trabalho de fazer o download e posteriormente executar o "instalador".

    6. Flávio Ricardo

      Vou tentar responder isso de uma forma bem geral, já que não sou um gamer tão aficionado assim, jogo às vezes, por diversão e prefiro os consoles ao PC para isso.

      No Linux, com esforço é possível jogar MUITA coisa, sem esforço também é possível jogar, já que existem uma gama grande de jogos próprio para Linux e outros com versão para este.

      Exemplos como World of Goo, Unreal, Quake, Wormux e outros. Para aqueles que não possuem suporte nativo ao Linux, cabe o tal "esforço", uma vez que estes podem ser emulados via Wine ou Crossover e ter desempenho até melhor que no Windows, como ocorre no caso de Counter Strike 1.6.

      O Linux não entra de vez no mercado dos games, porque não há interesse primeiramente os usuários e em segundo dos programadores em tornar isso uma realidade. Quem usa Linux geralmente está preocupado com outros aspectos e dificilmente joga, quando o faz, é através de um console. Pergunte a alguns usuários Linux, e você verá como isso é aparente.

      Nos games, o Linux poderá ficar mais competitivo? Sim, quando houverem pessoas interessadas nisso.

    7. Flávio Ricardo

      Não vejo nenhum problema quanto aos aplicativos que as pessoas usam no Windows ao usar o Linux. Quase 90% dos aplicativos existentes no Windows hoje, já possuem uma versão para Linux e/ou alternativas à estes que em alguns casos são até melhores que os originais. O que acontece é que as pessoas não querem sair da comodidade, não querem aprender a usar o GIMP por exemplo porque já sabem usar o Photoshop.

      Essa questão de software badalado, já não existe mais como antigamente quando um grupo pequeno de pessoas possuia conhecimento suficiente para criar um software ou mesmo quando o número de pessoas com acesso à um computador era limitado e praticamente definido pela classe social desta. No Windows um software muito usado é o Windows Live Messenger, um MENSAGEIRO INSTANTÂNEO com interface bonita e recursos animados. No Linux por exemplo temos o Empathy, Pidgin, Emesene e aMSN, alguns com interface bonita, outros mais enxutos, alguns com mais recursos outros com menos. Mas no final das contas, todos fazem o que foram feitos para fazer: são um MENSAGEIRO INSTANTÂNEO.

      Existem N outros programas na mesma situação, mas o fato é que, como já foi dito, as próprias empresas estão portando seus aplicativos para outros sistemas operacionais, as tecnologias estão migrando para a multiplataforma, o AIR é um exemplo disso, muito em breve os programas serão o mandante, e não o sistema operacional.

    8. Flávio Ricardo

      A questão não é bem possuir ou não recurso, e sim como eles são apresentados. Antes de tudo devemos levar em consideração que o BrOffice é um produto feito pelos usuários, já o Office é feito por uma empresa, a Microsoft.

      Suponha que existam dois times, que ambos pretendem fazer uma camisa para comemorar o Natal, o problema é que um desses times é o Palmeiras e o outro é o Corinthians. O primeiro é marcado pela cor verde, já o segundo pela cor preta, sendo assim já podemos deduzir como seram as camisas, por mais que ambas tenham o mesmo significado, comemorar o Natal.

      Com as suítes citadas acontece o mesmo, os recursos existem e mesmo quando não existem são bem semelhantes, o problema é que para "mostrar diferença" estes são apresentados de formas bem distintas. Ocorre ainda que a Microsoft visa desde o começo o usuário, que é quem gera renda para a empresa, sendo assim eles buscam cada vez mais facilitar o uso e a disposição das ferramentas e recursos, ponto ultra-positivo para eles, que é onde o BrOffice que atualmente é desenvolvido pela comunidade perde peca em algumas coisas.

      É fácil encontrar problemas ao tentar abrir uma apresentação do BrOffice no Powerpoint ou vice-versa. Enquanto no Powerpoint temos o efeito "balançar texto", no BrOffice temos um "chacualhar texto", o que faz com que estes não consigam se comunicar perfeitamente. Em geral o problema está em quem faz e em quem usa. Quanto mais o usuário final usar a ferramenta e opniar/discutir/sugerir mais o BrOffice tem a crescer.

      Tive o prazer de conhecer o Cláudio Filho, coordenador geral do projeto aqui no Brasil, este que deixou bem claro: precisamos de programadores, designers, analistas e principalmente, usuários colaborando com o projeto.

    9. Flávio Ricardo

      Essa pergunta na verdade faz parte de um dos grandes mitos do Linux. Como o uso do Linux não é muito difundido entre o usuário final, muitos pensam que o aplicativo X ou Y não existe para Linux.

      Existe várias suítes para escritório/produtividade para Linux quanto para Windows, exemplos são o SoftMaker, Star Office e o meu favorito e mais completo do "mercado", o OppenOffice, que tem uma vertente brasileira o BrOffice. O BrOffice é uma suíte tão completa e quem sabe superior ao Office da Microsoft, que além de custar horrores está cada vez se preocupando mais em beleza do que em funcionalidade.

      O BrOffice é uma vertente brasileira do OpenOffice que teve de adotar este nome por questões jurídicas que mais uma vez em nosso país não são bem esclarecidas. A suíte possui um aplicativo para trabalhar com textos e documentos, o Writer. Para trabalhar com apresentações temos o Impress, para quem trabalhar com planilhas e contas existe o Calc. Existem ainda aplicativos "extras" como o Draw que permite trabalhar com desenho vetorial e/ou wireframes (semelhante ao CorelDraw), o Base que manipula banco de dados criando tabelas, formulários, consultas e outros. E não menos importante o Math, um poderoso editor de fórumlas e equações.

      Outras funcionalidades encontram-se dentro de cada um desses aplicativos, além de outras vantagens como exportar qualquer documento em formato PDF e/ou abrir documentos de outras suítes. Resumindo, neste ponto o Linux não deixa a desejar.

    10. Flávio Ricardo

      Faz uns 8 meses que adotei o Linux como sistema operacional padrão em meu notebook. Antes, como todo "computeiro" curioso já usava o Ubuntu, Mandriva e outros a partir do Live CD para conhecer um pouco do sistema operacional. Mas foi quando comecei a trabalhar com desenvolvimento web e, sem outra alternativa a não ser usar o Ubuntu no ambiente de trabalho foi que conheci minha "paixão" pelo Software Livre.

      Vi no Linux uma alternativa a pirataria, a falta de permissão para explorar aquilo que estava sendo usado, itens como estabilidade, segurança e desempenho também contaram é claro, mas algo que realmente me motivou foi ver que é possível explorar a tecnologia à custos baixíssimos ou até zero. Existem diferentes versões sobre qual sistema operacional usar, mas digo: se seu objetivo não é jogar, o Linux faz todo e resto e mais um pouco para você.

    11. Flávio Ricardo

Flávio Ricardo

Campo Grande, MS

twitter.com/flavioricardo

Flávio Ricardo’s Bio

Mundialmente conhecido como Ronaldo, sul-mato-grossense e desenvolvedor de software na Catwork Tecnologia, trabalha com PHP e outras coisas nerds.

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