É um FAQ, pergunte!

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    1. Fernando Ike
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    4. Fernando Ike

      Pretendo voltar a minha terra natal, sim. Toda caótica, toda poluída, toda brutalizada que tanto gosto. :)

      Mas acho que isso não acontece pelo menos nos próximos dois anos. =/

    5. Fernando Ike

      Sou mortal também. :P

      Comecei trabalhar com informática em 1996 quando trabalhava numa fábrica de computador chamada Metron. Trabalhava com controle de qualidade da linha de montagem.

      Minha carreira iniciou na base da carreira de informática, comecei trabalhando em concertar computadores. Foi nessa época que acabei conhecendo o Linux numa banca de jornal que tinha um CD de instalação do Caldera Linux 2.0 (acho...).

      Aí fui assumindo tarefas de administrador de rede porque algumas empresas que prestava serviço já tinha linux em alguns serviços de rede. Mas o divisor de águas foi começar acompanhar o BR-Linux (antes conhecido como linux.trix.net) do Augusto campos e conhecer uma cara fantástico que é desenvolvedor Debian conhecido como Maçan (@eduardomacan). Daí em diante foi fui me envolvendo cada vez mais com Software Livre, principalmente com projetos que tinah relação direta ao meu trabalho como Administrador de Rede (Sysadmin).

      Banco de dados? Foi oportunidade, tudo culpa do @telles que trabalhava comigo e ele era responsável pelos banco de dados e de desenvolvimento. Fizemos coisas ousadas como instalar Oracle em Debian. Depois foi consequência desse início, mas o que sempre gostei foi trabalhar com aplicações distribuídas. ;)

      A certificação ITIL é tão útil como outros certificados na área de TIC, ajuda a arrumar emprego mas não te mantémnele.

      No caso do ITIL é que conhecer e aplicar ITIL num ambiente de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) torna-se importante para melhor gestão dos recursos financeiros, tecnológicos e humanos de uma instituição. No longo prazo é que se percebe os benefícios da aplicação do ITIL,


      Só não pode aplicar o ITIL como um mantra como costumam fazer, tem que usar com bom senso.

    6. Fernando Ike

      Quando você (@geekbr) começou a fazer podcast. É minha referência.

      Atualmente escuto retrocomputaria e alguns programas de rádio que disponibilizam pela internet o conteúdo. Falta um pouco de organização minha para ouvir mais coisas. =/

    7. Fernando Ike

      A idéia surgiu na conversa de boteco entre o @cesaraovivo, @gutocarvalho, @emerluis e eu. Foram longas conversas até tomarmos coragem de fazer.

      E o nome veio porque a casa do @emerluis tem uma varanda que é onde fazemos o programa. Aliás, todo o mérito é dele nessa parte.

      Sou influenciado pelo Paulo Henrique Amorim? :)

      Faz muito tempo que não o assisto, só acompanho o blog dele. Não percebi mas acho que devo ficar feliz sobre isso ou não? :)

    8. Fernando Ike

      Não estamos, estamos mais superficiais, o nerd, roqueiro, metaleiro ou funckeiro são hoje mas amanhã deixam de ser. Poucos mantém a firmeza ou engessamento de fazer as coisas que gostam por muito tempo.

      Em dez anos, o termo geek será pejorativo e usaremos outra coisas p/ definir o que é geek de hoje.

    9. Fernando Ike

      Adotando o critério do Jargon File[1] sobre "geek".

      Quando um "geek" deixa de fazer algumas das referências descritas na referência.

      A resposta é depende, alguns deixarão de ser geek, outro aprofundarão mais as características e outros serão iguais. ;)




      Referẽncia:
      1 - http://catb.org/jargon/html/G/geek.html

    10. Fernando Ike

      Tecnologias do tipo buzzword que o programador tem que saber tanta coisa de infra-estrutura porque a linguagem de programção não foi feita para o que o programador desenvolveu.

    11. Fernando Ike

      Os sysadmin são conhecidos como Analista de Rede, Analista de Sistemas mas sabemos que um bom sysadmin tem que muitas vezes o papel do DBA, desenvolvedor, testador e etc.

      O sysadmin é a última fronteira para resolver os problemas pois (in)felizmente é ele que cuida dos servidores e se o sysadmin não dá conta, dificilmente um problema se resolve rapidamente.

      Sysadmin não terão um bom reconhecimento porque a média é muito ruim. Tem baixa formação teórica (não é se formar na faculdade) sobre sistemas operacionais e computadores, também não sabe programar e não se importa muito. Muitos sysadmin importam-se pouco com a segurança da rede ou são draconianos com as políticas de segurança ou só se importam com o sua área, sem entender porque roda a aplicação X, qual o foco da empresa que presta serviço, etc. Sem contar que as habilidades de comunicação com outras áreas de TIC e usuários é horrível.

      No Brasil, além de todos essas pequenas dificuldades, a profissão é pouco reconhecida porque o mercado de TIC ainda é pouco desenvolvido. A carreira em "Y" é uma piada na maioria das empresas.

      Um bom sysadmin pode mudar muito o que as pessoas pensam dele. Se tiver a postura pró-ativa e antecipar todos os problemas, propondo soluções viáveis, é o primeiro caminho.


      Isso aqui vai longe, mas por essa é uma resposta complementar a do @andrelop. ;)

      - http://www.formspring.me/andrelop/q/270054830

    12. Fernando Ike
    13. Fernando Ike

      Pqp, Se tivesse que escolher para ser um dos protagonista de Fran Kafka, provavelmente seria K. de "O Processo". ;)

    14. Fernando Ike

      A resposta depende! Eu compilo em situações muito específicas, mas no geral eu uso os pacotes do Debian que tem uma boa política de atualização e tem o framework postgresql-common que permite o uso de várias versões do PostgreSQL numa mesma instalação de sistema operacional sem quebrar os pacotes dependentes.

      Usar os pacotes RPM de PostgreSQL são muito ruins, em muitos caos não dá para usar. Dependendo da distribuição.

      Em locais com boas equipas de infra-estrutura ou bons DBA's e projetos de performance estúpida, é bem recomendável usar o compilado. Mas cada caso é um caso. ;)

    15. Fernando Ike

      Em Brasília, se você vem à trabalho, irá odiar tudo que tem na cidade. Falta de opções de diversão, péssimo serviço e etc.

      Morar em Brasília para quem é de São Paulo tem como negativo a falta de uma padaria com pão na chapa e pingado. Aqui eles prensam o pão na manteiga. (argh!)
      Pizzaria tb não é muito recomendado, molho de tomate na pizza é artigo de luxo mas é possível sobreviver.
      Ah, feira aqui? Nunca consegui ir numa e comer um bom pastel gorduroso gigante com várias opções de recheio. O melhorzinho é o Pastel Viçosa.
      O feijão carioca (marrom, sei lá...) não é grande coisa.
      Falta um bom comercial, em sampa vai em qualquer boteco, sabe que cada dia da semana tem um "prato feito" bom de comer. Segundas e quartas eram os melhores pratos: Virado à Paulista e Feijoada.
      Serviços em Brasília é artigo de luxo, na maioria dos lugares fecham cedo, são caros e os vendedores são nada atenciosos. Serviços 24 horas, até pouco tempo não existia.
      Alguns dizem por aqui que se quer um bom médico, basta pegar um avião para tua cidade natal. =/
      Transporte público é um lixo, não que em São Paulo seja bom, mas aqui não existe itinerário e nem horário para os ônibus.

      O que é positivo, é conseguir chegar cedo em casa. pouco tempo de deslocamento entre trabalho. Bastante opção de lazer em volta de Brasília, muitas opções na região para turismo.

      Ah, alguns nativos são legais. :)

    16. Fernando Ike
    17. Fernando Ike
    18. Fernando Ike

      PSL-ABCD foi uma das experiëncias mais incríveis que participei. TInha CPFP Waldemar Mattei, tinha muito voluntários com muito gás e disposição para fazer muitas coisas legais.

      É bom ver que muitas pessoas que participaram estão em trabalhos legais, cresceram profissionalmente e pessoalmente.

      Tenho muita saudade daquela turma, não vou nomear porque cometerei muitas injustiças mas se puder resumir: "Foi extraordinário!!!"

    19. Fernando Ike

      Inspiração sempre foi um produto raro. E desde que do início da civilização que conhecemos é usado algum tipo de droga. Tanto que o ópio foi motivo de duas guerras[1] que levaram seu nome: Primeira Guerra do Ópio (1839-1842) e Segunda Guerra do Ópio (1856-1860).

      As sociedades asiáticas, conhecidas como primeiras formas de civilização organizada, já usavam drogas para auxiliá-los na meditação. Os egípcios também usaram no seu auge, assim como todas as sociedades que registraram sua história.

      A inspiração será cada vez um produto mais raro e caro, visto que já é notado por psicólogos/psiquiatras um aumento significativo das pessoas que usam internet, manterem concentração em tarefas que existem elaboração/concentração. Desde resolução de problemas matemáticos, fazer crítica de um texto ou simplesmente escrever um texto de 40 linhas.

      O romance Neuromancer[2] já prevê um pouco esse cenário que você lança como uma pergunta, uma leitura mais do que recomendada. Aliás, recomendo que leia a trilogia que começa com Neuromancer, Mona Lisa Overdrive e Count Zero.

      Um outro exemplo que é perceptível, é um artigo[3] do Ladislav Bodnar do Distrowatch que ele faz análise de um distribuição derivada do OpenBSD. O foco do artigo não exatamente sobre distribuições Linux e a quantidade de derivações sem nenhuma inovação, apenas modificações superficiais.

      Nas universidades, existem alguns alunos que usam drogas para melhorar a performance, melhorar a concentração e as notas nas avaliações. Isso é conhecido pelo mundo e no Brasil foi capa de uma edição[4] da Superinteressante.

      O futuro breve nosso, usaremos diversos tipo de drogas para melhorar a memória, concentração, síntese, inspiração, etc. Além de drogas químicas, teremos melhoramento genético do cérebro, implante de nanorobôs autônomos para a mesma finalidade. No futuro, quem não tiver acesso à esses diversos tipos de doping será excluído da sociedade, pois será considerado como um cidadão de segunda classe já que não conseguirá acompanhar o avanço tecnológico da Sociedade da Informação. Este processo já se iniciou nas diversas áreas da sociedade mas nenhuma delas ainda é tão nítida como os analfabetos digitais.

      Também neste futuro, a palavra doping não será mais vista como uma coisa ruim. Veremos o doping cibernético, doping digital, doping químico, doping biológico, doping biomecânico, etc. Um exemplo de alguns desses dopings está em Johnny Mnemonic[5].
      Aliás, creio que quando tivermos essas coisas disponíveis para massa, a "Era" será chamada de Sociedade do Doping (ou um nome mais brando).

      Creio que sobreviveremos à 2012, exceto se tiver algum problema com o núcleo da Terra, uma explosão do Sol ou colisão com um cometa. :)


      - http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerras_do_ópio
      - http://pt.wikipedia.org/wiki/Neuromancer
      - http://distrowatch.com/weekly.php?issue=20100201#feature
      - http://super.abril.com.br/superarquivo/index.shtml?edn=271Ed&yr=2009a&mt=novembrom&ys=2009y
      - http://www.imdb.com/title/tt0113481/combined

    20. Fernando Ike

      Sim, totalmente! Em um tempo atrás fazíamos com frequência.

      Acho que isso tem que ser feito mais vezes com mais pessoas, idéias bacanas sempre surgem de encontros assim. Mas no Brasil, Software Livre é trabalho e as pessoas não gostam de falar a respeito no fim de semana. :D

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