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Lutaria até a morte. E mataria cada um que ousasse trocar a honra por um meio de transporte.
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Macarena serve?
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Prefiro fazer o que gosto e fazer algo relevante, pode ser?
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No momento, nenhuma. Agora, se perguntar quando vamos fazer New Weird brasileiro, essa sim é uma ótima pergunta. ;)
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Agnóstico. Sem certezas, sem dúvidas.
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A Draco é um projeto antigo, desde o início da minha carreira profissional. No começo, pensei que seria ilustrador e inclusive lancei um gibi hentai pela Draco, a primeira publicação, para bancas, antes de chegarmos a esse estágio atual, mais maduro, mas ainda cheio de coisas pra aprender.
Acho que o desafio é levar os escritores brasileiros para o mercado com um trabalho editorial sério e dedicado. É nisso que tenho me empenhado atualmente. -
Só quero os autores nacionais, por enquanto, não pretendemos trabalhar com traduções. Acho que há muitos grandes nomes que têm sido pouco trabalhados. A Draco quer trabalhar esses autores, mas sem deixar de criar novos escritores. Acredito que há espaço pra todo mundo e nossa função é levar a gente boa pro mercado.
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ericksama arroba gmail ponto com ou editoradraco arroba gmail ponto com. ;)
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A resposta está dentro de você.
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Tô lendo da Ursula LeGuin o um do Earthsea e o "Left Hand". Uns originais e "120 dias de Sodoma".
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Primeiro queremos estabelecer nossa linha de ficção, que também inclui os quadrinhos. Para 2010, nosso objetivo é esse. Para 2011, podemos ter boas surpresas.
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Lança, escudão redondo (que só na Grécia do Frank Miller, mesmo...) e sunguinha, pra ficar mais bonito.
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A fase final, que é o clímax, em que enfrentamos os últimos chefões. ;) Ou seja, o presente.
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Rs, eu acho que temos um lançamento surpresa, aí, que ninguém está esperando. Acho que vai ser bem legal. Aliás, toda linha de terror tem muito potencial, temos aí nosso primeiro título e virão mais.
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O Brasil tetra em 1994. O Curintia campeão em 1998. Ver o primeiro gol do Neto em 1990. Putz, só penso em futebol? Ah, quando ganhei o Atari, em 1986.
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Não conheço os tais plugues, mas esse acidente me deu superpoderes. Até desisti de fazer prástica.
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Mas claro! Nosso objetivo é a literatura de gênero lusófona, sem restrições de nacionalidade.
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Pros anos 80, pra arrumar um aquaplay, que não tive.
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Pizza, claro. Uma tartaruga ninja não vive sem.
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Não é uma questão de sexualidade, é uma questão de curiosidade. E estamos quase na década de 10, acorde pra vida, bofe.
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