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Permanece! Tenho reparado que muita gente ampliou demais os efeitos da Reforma. Ela mexe em pouquíssimos itens do vocabulário. A acentuação do que no fim da frase não muda com o Acordo. Um abraço!
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Está indefinido, creio eu. Como só temos o gerúndio, as possibilidades são muitas. Não há o verbo auxiliar. Aceitaríamos 'Eu estou olhando' e 'Vocês estão olhando'.
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Um que me marcou muito é Quase Memória, do Cony. É emocionante, hilário, sincero. Pegando carona no Nobel, Llosa tem muitos títulos imperdíveis. Pantaleão, Lituma nos Andes e a Menina Má prendem você.
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São raros os textos impecáveis. Sempre há o que mexer, seja em relação à Norma Culta, à clareza ou à informação. Analisar uma reportagem em cima desses três tópicos demanda tempo, e o tempo é cruel. A pressão do horário nos obriga a adquirir agilidade. E existe ainda o imponderável, o 'vai-mudar-a-porra-toda', que pode derrubar páginas prontas sem dó...
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Acho que só os poderosos têm direito de se recusar a responder dadas perguntas... como estou longe de sê-lo...
O que cair, responderei!
Perdão pela demora em responder! -
Temos de acentuar o 'quê' sempre que ele vier antes do ponto final. Nos dois exemplos da sua pergunta, como há o ponto de interrogação logo depois, o correto é 'para quê?' 'ou de quê'.
Essa regra também se aplica ao uso do por quê.
Por incrível que pareça: 'eu pulo' e 'que eu pula' (sim, igualzinho ao verbo pular).
Perdão pela demora em responder! -
Por incrível que pareça: 'eu pulo' e 'que eu pula' (sim, igualzinho ao verbo pular).
Perdão pela demora em responder! -
Creio tratar-se de uma recém-nascida praga das língua. A do inglês que mais me irrita é a contrução 'ele teve a cada invadida'. Essa do escopo nem é tão grave, embora temos sinônimos de sobra para defenestrá-la. Sugiro que continue defendendo a real tradução.
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É no mínimo interessante. Eu pulo o carro significa saltar sobre ele ou deixá-lo lustroso? As duas coisas... verbos irregulares nos divertem tanto!
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Não devemos crucificá-las, porque há várias línguas dentro do português, e é pedante exigir que todos respeitem a norma culta o tempo todo. Há situações para ela, e é nelas que devemos nos focar. Corrigir quem fala 'pra mim fazer' é muito bem-vindo, desde que sem tacar pedras. Se pelo menos um de nós defender a norma culta, estaremos conservando-a.
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Aqui nós temos uma construção com dois verbos. Substitua 'identificar as pessoas' por 'isso'. Teremos, então, 'Procura-se isso', no singular, como nos manda a regra quando usamos sujeito indeterminado. A coisa seria diferente se no lugar do 'isso' tivéssemos 'identidades'. Aí teríamos voz passiva sintética, e seríamos obrigados a escrever 'Procuram-se identidades'.
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Eduardo Pierre’s Bio
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