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    1. Eduardo Pierre

      Permanece! Tenho reparado que muita gente ampliou demais os efeitos da Reforma. Ela mexe em pouquíssimos itens do vocabulário. A acentuação do que no fim da frase não muda com o Acordo. Um abraço!

    2. Eduardo Pierre

      Está indefinido, creio eu. Como só temos o gerúndio, as possibilidades são muitas. Não há o verbo auxiliar. Aceitaríamos 'Eu estou olhando' e 'Vocês estão olhando'.

    3. Eduardo Pierre

      Um que me marcou muito é Quase Memória, do Cony. É emocionante, hilário, sincero. Pegando carona no Nobel, Llosa tem muitos títulos imperdíveis. Pantaleão, Lituma nos Andes e a Menina Má prendem você.

    4. Eduardo Pierre

      São raros os textos impecáveis. Sempre há o que mexer, seja em relação à Norma Culta, à clareza ou à informação. Analisar uma reportagem em cima desses três tópicos demanda tempo, e o tempo é cruel. A pressão do horário nos obriga a adquirir agilidade. E existe ainda o imponderável, o 'vai-mudar-a-porra-toda', que pode derrubar páginas prontas sem dó...

    5. Eduardo Pierre
    6. Eduardo Pierre

      Acho que só os poderosos têm direito de se recusar a responder dadas perguntas... como estou longe de sê-lo...

      O que cair, responderei!

      Perdão pela demora em responder!

    7. Eduardo Pierre

      Temos de acentuar o 'quê' sempre que ele vier antes do ponto final. Nos dois exemplos da sua pergunta, como há o ponto de interrogação logo depois, o correto é 'para quê?' 'ou de quê'.

      Essa regra também se aplica ao uso do por quê.

      Por incrível que pareça: 'eu pulo' e 'que eu pula' (sim, igualzinho ao verbo pular).

      Perdão pela demora em responder!

    8. Eduardo Pierre
    9. Eduardo Pierre

      Por incrível que pareça: 'eu pulo' e 'que eu pula' (sim, igualzinho ao verbo pular).

      Perdão pela demora em responder!

    10. Eduardo Pierre

      Creio tratar-se de uma recém-nascida praga das língua. A do inglês que mais me irrita é a contrução 'ele teve a cada invadida'. Essa do escopo nem é tão grave, embora temos sinônimos de sobra para defenestrá-la. Sugiro que continue defendendo a real tradução.

    11. Eduardo Pierre

      É no mínimo interessante. Eu pulo o carro significa saltar sobre ele ou deixá-lo lustroso? As duas coisas... verbos irregulares nos divertem tanto!

    12. Eduardo Pierre

      Não devemos crucificá-las, porque há várias línguas dentro do português, e é pedante exigir que todos respeitem a norma culta o tempo todo. Há situações para ela, e é nelas que devemos nos focar. Corrigir quem fala 'pra mim fazer' é muito bem-vindo, desde que sem tacar pedras. Se pelo menos um de nós defender a norma culta, estaremos conservando-a.

    13. Eduardo Pierre

      Aqui nós temos uma construção com dois verbos. Substitua 'identificar as pessoas' por 'isso'. Teremos, então, 'Procura-se isso', no singular, como nos manda a regra quando usamos sujeito indeterminado. A coisa seria diferente se no lugar do 'isso' tivéssemos 'identidades'. Aí teríamos voz passiva sintética, e seríamos obrigados a escrever 'Procuram-se identidades'.

Eduardo Pierre

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

altoebomportugues.blogspot.com

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