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asked by romeurodrigues
A resposta é a mesma da sua pergunta anterior. Esse site usa basicamente Javascript para criar os efeitos de transição e Parallax. Mas a questão principal para a criação de um site como esse não é a tecnologia em si, mas sim a concepção do projeto, o design de interação. Se não tiver alguém para projetar como ocorreção as interações, não adianta muito dominar Javascript, Flash ou seja lá o que for.
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asked by droopi
Acho sim. Uma das grandes problemáticas do Flash sempre foi o fato de se criarem sites com mil efeitos animados sem objetivo algum, além da falta de acessibilidade e semântica. A ascensão do HTML5 deveria trazer maior conciencia aos profissionais, principalmente no sentido de criar sites com belas interações atreladas ao conteúdo, com acessibilidade e semântica. Mas realmente muito do que andamos vendo são meras replicações do que era feito com o Flash.
A grande evolução que o HTML5 veio trazer foi a semântica dos dados, e a partir do momento que se criam sites animados sem preocupação com o conteúdo, perde-se esse sentido.
Claro que existem projetos em que o objetivo unico é a animação... Não sejamos radicais. Mas os profissionais devem ter em mente que não é esse o objetivo do HTML5, e sim a evolução semântica. -
asked by romeurodrigues
Você se refere as imagens de plano de fundo que se movimentam em diferentes velocidades conforme o usuário vai rolando a página? Esse é o efeito Parallax. Escrevi um pequeno post sobre efeito parallax aqui www.agni.art.br/a-imersao-do-efeito-parallax/ com exemplos e links para tutoriais.
Abs -
asked by frankeabreu
Infelizmente não. Nem todas as agências e empresas tem essa cultura. Muitas equipes não são estruturadas para tal, e não existe esse trabalho demarcado no processo, e nem sempre quem realiza atendimento sabe convencer clientes dessa necessidade.
Quando não é possível a realização de um teste de usabilidade como se deve, podemos realizar testes rápidos com pessoas próximas (que se encaixem minimamente no perfil), carding sorting, e procurar sempre realizar análise heurística.
A impossibilidade de realizar testes de usabilidade completos não deve ser desculpa para não se testar as interfaces de outras formas possíveis. -
Fato é que a ascensão do HTML5 e as preocupações com acessibilidade, semântica e SEO estão tirando o foco do Flash totalmente. Ainda é usado em banners, jogos ou advergames, mas essas coisas também já vem sendo feitas com o HTML5. Então, porque usar o Flash?
Depois da Apple barrar o Flash nos seus dispositivos móveis, a própria Adobe resolveu fazer o mesmo (http://bit.ly/vRBeFR) para focar seu desenvolvimento futuro em HTML5 e aplicativos.
Espero ao menos que não esqueçam de enterrar o Flash :) -
asked by yuricamara
Bom, comecei a estudar HTML por volta de 1998 com um amigo da escola. Em 1999 publiquei meu primeiro site no HPG, era um site de cifras de violão. Internet para mim era apenas um hobby.
Por volta de 2003, eu montei um escritorio de produção de eventos, que durou apenas um ano, mas serviu para fazer um networking muito bom. Tinha contato com muitas bandas, e uma ou duas comentaram que precisavam de um site.
Ai resolvi entrar na área de vez. Comecei a estudar mais, e ainda em 2003 coloquei o site de duas bandas no ar, usando o pacote da Macromedia (Dreamweaver, Fireworks e Flash).
Em 2004 fiz o site de uma empresa de brindes, e posteriormente comecei a trabalhar nessa empresa criando algumas artes para produtos promocionais, trabalhando bastante com serigrafia, criando alguns catálogos, flyers e cartões. Comecei a pegar uns freelas de materiais impressos, fazendo cartazes, flyers para casas noturnas, e coisas do tipo.
Entre 2005 e 2008 ministrei aulas de Web Design em escolas de informática, principalmente na Microcamp. Como eu achava o material didático dessas escolas muito fraco, passa boa parte do meu tempo lendo, pesquisando, estudando, e levando material adicional para os alunos, chegando a organizar alguns Workshops. Também elaborei e ministrei um curso de design para web no Centro Cultural Ruth Cardoso, e ministrei aulas num curso de Habilidades Online da Escola de Comunicação do portal Comunique-se. Tudo isso contribuiu bastante para a formação do meu conhecimento.
Em 2006 trabalhei pela primeira vez em uma agência, com web e impressos, principalmente catálogos de livros. No mesmo ano mudei para uma agência de web que trabalhava exclusivamente com softwares livres, o que me fez estudar muito mais conceitos de design para superar as limitações das ferramentas.
Em 2007 dei a minha primeira palestra. Submeti uma apresentação sobre web design com software livre na chamada de trabalhos do CONISLI. Depois que publiquei os slides da palestra no meu blog, fui chamado para ministrar essa palestra outras vezes, e hoje dou palestras em eventos e faculdades em todo o Brasil.
Foi também em 2007 que escrevi e publiquei o meu primeiro artigo, chamado "conceitos de design: função das letras, cores e formas". Publiquei esse artigo no Webinsider, e depois disso comecei a escrever mais e mais. Pesquisando e escrevendo. Hoje, além de escrever no meu blog, publico artigos no Webinsider, iMasters, e já contribui em matérias para a Revista W e Revista Webdesign (hoje, Revista Wide).
Não tenho uma formação acadêmica na área. A única faculdade que comecei a fazer na vida foi de História (2006), e fiquei apenas um ano. Sempre fui auto-didata, devorando livros e artigos na web, mas principalmente fazendo parte de comunidades e listas de discussões. Esse contato com outros profissionais sempre fez toda a diferença, tanto para agregar conhecimento quanto para networking.
Desse tempo até hoje, trabalhei em diversas agências de design, publicidade, marketing esportivo e consultoria de TI. No decorrer disso, meus estudos foram se focando alternadamente em diversas áreas de conhecimento: design, padrões web, acessibilidade, arquitetura de informação, usabilidade, mídias sociais... hoje minha especialidade é UX e Front End.
Sempre gostei de me impor desafios. Se me ofereciam trabalhos da qual eu não sabia fazer, sempre topava, estudava, aprendia, e fazia o melhor trabalho possível. Nunca tive medo de não dar conta de um JOB, mesmo que eu não tivesse noção alguma. Para mim, aprender coisas por demanda sempre ajudou muito na minha formação.
Enfim, mesmo não tendo uma formação acadêmica, sempre estudei demais, tracei objetivos, aceitei desafios, troquei informações com outros profissionais, fiz um bom networking, e acho que hoje estou colhendo bem os frutos de tudo isso.
Não sei se vou continuar fazendo o que eu faço hoje pelo resto da vida. Costumo dizer que eu não sei o que eu quero, mas já sei muito bem o que eu não quero. Acho que o grande segredo de tudo é amar e vivenciar o seu trabalho, e ter conciência de que nada cai do céu. Acredito que isso faça toda a diferença.
Abs! -
Para mim tanto o Graceful Degradation quanto o Progressive Enhancement tem o mesmo objetivo: garantir uma experiência satisfatória independente do navegador ou dispositivo. Graceful Degradation parte do que há de melhor e vai descendo de forma a tornar a experiência satisfatória nos browsers e dispositivos com menos suporte. O Progressive Enhancement começa por baixo garantindo todos os recursos e funcionalidades de consenso entre os browsers e dispositivos, pra depois ir incrementando a experiência de acordo com o suporte que se obtem nos diferentes browsers e dispositivos.
Qual a diferença? Um é de cima pra baixo, o outro de baixo pra cima... mas ambos precisam ter noção das funcionalidades mais básicas e das possíbilidades mais extremas. Ambos precisam ter conhecimento das experiências como um todo.
Eu não costumo ficar dando esses nomes para a forma que eu trabalho, mas se precisar de um rôtulo, acho que o meu trabalho é de cima pra baixo, mais parecido com o Graceful Degradation :) -
Não conheço nenhum curso online sobre o assunto... talvez você encontre mais informações em livros, analisando alguns temas, ou vendo como alguns portais em Wordpress foram feitos. No site http://xemele.cultura.gov.br/ por exemplo você encontra algumas informações de como o portal do Ministério da Cultura foi feito, inclusive encontra plugins usados pra download, documentações e discussões a respeito :)
Te convido a fazer parte do grupo sobre Wordpress no Facebook http://www.facebook.com/groups/br.wordpress/ :) -
Se você consegue chegar a um resultado de diversas formas diferentes no CSS, e ambas as formas fazem parte da especificação do CSS, então elas não estão erradas. A CSS tem uma função visual, e se você conseguir obter o resultado visual desejado com um código que faz parte da especificação, e que consegue ser cross-browser, então está correto. Claro que no caso existem formas de você otimizar o CSS, faze-lo mais modular, conseguir um melhor desempenho... Essas manhas você vai pegando no dia-a-dia, estudando conteúdos como os do http://css-tricks.com/, etc. A questão não é "a prática correta", e sim "a melhor prática" :)
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Bom, eu acho que o "quanto cobrar" varia bastante do poder aquisitivo do cliente, isto é, você não vai cobrar da Petrobras e da padaria da esquina o mesmo valor pelo mesmo trabalho.
Quando for fechar um determinado trabalho, pergunte para outras pessoas com mais tempo de mercado (e de confiança) o quanto elas cobrariam por ele, isso também é bom para ir ganhando noção dos valores de mercado.
Mas enfim, uma boa referência para você começar é a Tabela Referencial de Valores da ADEGRAF, que você pode baixar aqui http://www.adegraf.org.br/downloads/Tabela_ADEGRAF_2009-2010.pdf
Abraços -
Comecei a estudar/trabalhar com Wordpress no início de 2008, depois de ler uma materia numa revista. Antes eu trabalhava com o Plone, e estava começando a aprender Joomla, mas depois que comecei com o WP eu não trabalhei com mais nenhum outro CMS. Já se vão ai uns 3,5 anos de WP em muitos projetos. Escrevi a respeito da minha passagem do Plone para o Wordpress aqui http://bit.ly/hMJxVw
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Creio que não serão, mas eu gostaria muito que fossem o Flash, o Internet Explorer, e as patentes!
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Não é que eu ache que banners não dão retorno (se fosse diferente não haveria tanto investimento nesse tipo de peça publicitária). Porém considero que os banners hoje trabalham com um modelo obsoleto para o meio digital. O banner não é um formato nativo do meio digital, e considero que novos paradigmas para essas peças se fazem necessários. Acho que a inovação que falta hoje nos banners é no sentido de fazer com que ele proporcione formas de interatividade com os usuários, algo que cause imersão ao invés de cegueira, assim como outros formatos que vão de Advergames até publicidade em vídeos.
Os slides da minha palestra podem ser vistos aqui http://www.agni.art.br/palestra-publicidade-intrusiva/ -
Elementos de visualização "inline" são elementos que ocupam apenas a largura do proprio elemento e não geram uma quebra de linha, como um <a> ou <strong>. Elementos de visualização "Block" são elementos que ocupam toda a largura da página e geram quebra de linha, como uma <div> ou um <p>.
A propriedade "display" do CSS permite que sejam alteradas as formas de visualização de um elemento. Podemos por exemplo aplicar o "display: block" a um <a> e fazer com que ele tenha cor de fundo, largura e altura.
Elementos de uma <table> (tabela de dados) não são nem de visualização "block", nem "inline". A forma de visualização que corresponde a uma <td> (célula da tabela) é a "display: table-cell".
Podemos adicionar elementos Block e Inline dentro de uma célula, porém desde que sejam dados tabulares (aqueles dados que possuem uma relação entre linhas e colunas), pois é essa a semântica correta de uma tabela: conter dados tabulares!
Vale dar uma lida aqui: http://www.w3.org/TR/CSS2/tables.html -
O grande mérito do Capitalismo é a capacidade de se reinventar perante as coisas. Da mesma forma que a selvageria capitalista fez com que as agressões ao nosso planeta fossem cada vez maiores e mais displicentes, no momento em que se começa a ouvir um coro mundial em prol a necessidade de cuidarmos do nosso planeta para que exista uma luz no futuro das gerações futuras, os donos do mundo - grandes governos e multinacionais - usam a velha tônica do "se não se pode vence-los, junte-se a eles!". Hoje o desenvolvimento sustentável virou um grande negócio, tanto para melhorar a imagem corporativa dos governos e empresas quanto para obter retorno financeiro e fazer prevalecer o domínio das grandes nações desenvolvidas sobre o terceiro mundo.
O protocólo de Kyoto, por baixo de toda a "boa vontade" de um mundo melhor, serve para fazer com que as grandes potências mundiais se eximam de responsabilidades sobre a emissão de gases poluentes em nossa atmosfera com a compra de créditos de carbono das nações menos desenvolvidas, fato que também colabora para o estancamento do desenvolvimento industrial dessas mesmas nações, reforçando a dependêcia dos paises do lado de baixo da linha do Equador para com os paises do lado de cima.
Esse tipo de mercantilização da sustentabilidade faz com que conferências como a COP-15 percam a credibilidade para quem se propõe a ter um olhar mais crítico de tudo isso.
É inegável que o Protocolo de Kyoto proposcionou certos benefícios ao nosso meio ambiente... mas a qual preço? Será que devemos usar sempre a mesma conversa fiada conformista de que "Há males que vem pra bem"? -
asked by rdoliveski
Rodrigo, em meu emprego fixo eu trabalho com um iMac e acabo usando Photoshop, mas em todos outros projetos pessoais e freelas que participo uso sim apenas Software Livre: Gimp, Inkscape, NetBeans (código), etc.
Alternativa ao Flash, por mais que existam alguns projetos (como o F4L - Flash For Linux), nenhum desses projetos tem consistência ou se equiparam as funcionalidades do Flash. Porém, eu acredito que o uso do Flash é algo que deva ser muito ponderado, deve-se avaliar a real necessidade. Hoje usa-se Flash para trabalhos que poderiam ser feitos com CSS ou Jquery. Já existem Plugins para rodar SVG no browser, e aliando isso a Javascript consegue-se ótimos resultados. Logo mais teremos as tags "video" e "audio" no HTML5, que irão dispensar o uso do Flash para essas finalidades. Eu espero sinceramente que o mercado e a comunidade profissional supere o Flash, seu uso inapropriado e sua inacessibilidade.
Recentemente escrevi sobre Design em Software Livre - http://www.agni.art.br/porque-usar-software-livre-no-design/ - Dê uma lida :)
Abçs -
Trabalhar com Web Standards não é uma questão de trocar tabelas por Divs, é uma questão de semântica, de organização e padronização do código.
Uma estrutura de informação, como documentos escritos em HTML ou XML, deve conter apenas marcações com devido significado (semântica). Adicionar marcações sem significado em um site pode ser comparado a adicionar diversas páginas em branco a um livro: aumentaria inutilmente o tamanho do mesmo, e não teriam sentido algum para o leitor. É justamente isso que acontece com o uso das tabelas para diagramar o Layout.
Um exemplo de uso dos padrões: A Legal & General, uma das primeiras empresas a aplicar em seu site as "Diretivas para acessibilidade Web" (Web Content Accessibility Guidelines) da W3C, e os resultados foram que as taxas de conversão aumentaram 300%, custos de manutenção caíram 66%, listagem natural nas buscas aumentou 50% e o carregamento das páginas ficou 75% mais rápido.
Mais informações em http://www.agni.art.br/resistencia-aos-padroes-web/ -
Acho que sua pergunta foi cortada pelo limite de caracteres... rs (o resto da pergunta era "de ter como chefe micreiros e estou perdendo o tesão da área, e vc já passou por isso?") - Bem, se já perdi o tesão no que faço, por causa de chefes micreiros, ou clientes que acham que vc é pasteleiro? Claro que sim, acho que passo por isso até hoje. Mas eu tenho uma coisa comigo, eu só sei viver com tesão! Ou eu arrumo uma forma de encontrar satisfação no que eu faço, ou procuro outra coisa pra eu fazer. Chefes podem te desmotivar, mas chefe nenhum pode te impedir de fazer um bom trabalho! Citando Fernando Pessoa: "Põe o quanto és no mínimo que fazes!". Afinal, se vc não tiver um bom portfolio, não poderá passar para uma nova etapa, um novo trabalho.
Procure criar um bom case, independente de chefes ou clientes, e mostra tua cara :) -
Acho que sou do tempo que Blog nem era Blog... sou do tempo do Fanzine, onde ao invés de digitar e postar, imprimiamos (isso quando não era feito numa Olivetti) e xerocavamos. Não haviam e-mails, nem Twitters, nem Feeds... somente cartas enviadas com selos de R$0,01, cheias de flyers de divulgação de tudo que é tipo...
(depois de toda essa nostalgia) O Agni.art existe desde 2006 mas só tomou cara de Blog no fim de 2008. Também tenho um Blog com uns poemas, mas quase nem divulgo... -
Considero que as tais melhorias foram muito mais correções do desastroso Win Vista... o Win7, mesmo com tudo que tem, acaba sendo apenas 'mais um Windows'... Posso dizer que estou bem satisfeito com meu Notebook/Ubunto e meu iMac... rs
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Edu Agni’s Bio
Onde houver certeza, que eu traga a dúvida! Palestrante, Blogueiro, UX Design, Usabilidade, HTML5, CSS3 e outras histórias.
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