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Recent Responses
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Não há um novo Código Florestal. Existe uma proposta feita pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que foi aprovada na Câmara. Para conhecer a minha posição, solicito que leia, por exemplo, o meu artigo publicado pelo site do Congresso em Foco => http://congressoemfoco.uol.com.br/coluna.asp?cod_canal=14&cod_publicacao=37160&filha=1
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Quando vi esta pergunta o evento já havia passado.
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A chamada Lei Pelé já foi revista pelo menos duas vezes. Não há como impedir o direito de ir e vir e o direito de fazer a opção pelo trabalho no país que desejar.
Não há mais clubes de futebol. Hoje são empresas e, como qualquer uma, colocam seu produto (o jogador), e infelizmente é assim, no mercado.
Por serem empresas é que não torço para nenhuma delas. -
A sua pergunta é simples e direta. Fácil de ser feita, mas difícil de ser respondida, pois a primeira coisa é conceituar o que é "direita".
Não vou entrar em conceituação aqui, mas se tratarmos como direita os partidos PSDB, DEM e PPS, para ficarmos apenas nesses três, podemos ver que se colocam contra as políticas sociais e contra a integração da América do Sul. Pelo menos tem sido assim em boa parte das votações do Congresso Nacional.
Só posso achar, no mínimo, que são contra a libertação do povo em relação ao poder econômico.
Esta é uma resposta, curta e superficial. Para atender toda a sua solicitação precisaria no mínimo escrever um ensaio. -
Antes de mais nada quero registrar que a maioria que fala contra o 'kit anti-homofobia' não leu. Escutou o galo cantar e não sabe em que quintal. Defendo a necessidade de um processo educacional que rompa com todo e qualquer preconceito, se não for o 'kit', temos que encontrar uma outra proposta.
A presidente vem sofrendo muita pressão política e sob esta pressão foi que ela fez a declaração, assim não acredito que seja literalmente o que pensa. -
Acho positivo. Sei que, para variar, as empresas de TV fechada não vão aceitar, mas creio que, com o avanço dos direitos dos consumidores e com a democratização dos meios de comunicação, isto será possível, e essa proposta terá em mim mais um defensor.
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A nossa lei de adoção é boa, portanto pouco ou quase nada é preciso acrescentar à legislação. O que ocorre é que o poder Judiciário não vem cumprindo a lei. Entendo que é necessário ampliar as ações da sociedade civil para cobrar esse cumprimento.
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Infelizmente não consiguirei te informar agora sobre este tema, pois não estou, no momento, acompanhando de perto este debate. Não é por falta de interesse, mas por excesso de trabalho, pois estive nos últimos meses, entre outras coisas, envolvido nos debates sobre o Código Florestal, da MP 520, da Frente Parlamentar em Defesa do SUS, do Plano Nacional de Educação e da Resolução para a Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul.
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Por ter assumido há relativamente pouco tempo, entendo que o Paulo Bernardo ainda não "tomou pé" administrativamente de tudo que acontece em seu Ministério.
Há, e você sabe disso, uma mobilização dos sindicatos dos trabalhadores dos Correios e há também uma renovação no diálogo entre os sindicatos e o ministério.
Por essas duas razões entendo que é necessário: primeiro, insistir na negociação, segundo, continuar com a mobilização.
Creio que ao final do ano poderemos medir melhor essa relação e obter a resposta à sua pergunta. -
Obrigado por entrar em contato conosco, e fique à vontade para usar este espaço. Não conheço o projeto 1.111/07. Se o deputado não foi reeleito, provavelmente a proposta foi arquivada. É preciso acessar o site http://www.camara.gov.br e pesquisar.
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Os partidos lançam oficialmente suas candidaturas após as convenções partidárias. As convenções para as eleições municipais de 2012 (para prefeito e vereador) serão realizadas no fim de junho ou início de julho do ano que vem.
Até o momento, nenhum partido tem candidato. Em todos eles o que há são pré-candidatos.
No caso do PT, somos dois pré-candidatos a prefeito de Curitiba: eu e o Tadeu Veneri.
O PSDB tem a pré-candidatura do Fruet, mas parte de seu partido quer apoiar o PSB (Ducci).
Agradeço o seu apoio à minha pré candidatura.
Aproveito para dizer que no mês passado escrevi um artigo sobre a cidade: "Curitiba, 318: Entre o passado da 'cidade modelo', um presente já velho e o futuro, em aberto". A íntegra do artigo está aqui: http://drrosinha.com.br/curitiba318 -
Também sou contra a privatização indireta (compra de serviços) por parte da Celepar. Importante a manifestação através do abaixo-assinado Divulguemos.
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Sim, faltam funcionários nos Correios em todo o país. Está sendo feito concurso público para a contratação de novos trabalhadores. O ministro Paulo Brnardo também mudará a administração dos Correios. Demorará algum tempo para essas mudanças, mas elas virão.
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Não diria que a esquerda "é tão fraca no país", pois foi com o título de esquerda que o PT chegou a diversos níveis de governo. Chegou em vários municipios, governos estaduais e no governo federal.
O que há é que o PT "evoluiu", no seu programa, por decisão de maioria, de uma proposta socialista para a social democracia. Certo que a social democracia é mais "light". Para a sua "evolução", o PT recuou em algumas bandeiras importantes, como a reforma agrária, as estatais com conselhos representativos com a presença das organizações dos trabalhadores, etc. O PT afastou-se bastante das lideranças sociais e de sua caracteristica organizativa (núcleos) e da formação politica. Mas tudo isso poderá --e na minha concepção deverá-- ser retomado.
Quanto ao PSDB, que surgiu com um discurso social-democrata, acabou por perdê-lo. Com o debate ideológico, os tucanos foram assumindo cada vez mais as posições da direita. Hoje, o PSDB ocupa o campo político da ARENA/PDS/PFL-DEM. São, junto com o DEM e o PPS, os representantes da direita.
Se a esquerda fosse tão fraca, não ficariam (PSDB e PPS) querendo passar como se fossem de esquerda. -
Recebi uma resposta há mais de ano, inclusive a repassei à direção do Sindicato no Paraná (Sintcom-PR). Porém foi só uma resposta onde explicam as razões de uns trabalhadores receberem mais que outros.
Não satisfeito com a resposta, solicitei um estudo sobre um eventual projeto que determine a divisão igualitária dos lucros nos Correios. Vou sugerir isso ao ministro das Comunicações. -
Desde o dia em que a irresponsabilidade e a hipocrisia tomaram conta do PSDB.
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Antes de qualquer coisa, é preciso definir de que esquerda você fala. Há muitos partidos que se dizem de esquerda, porém sua prática deixa a desejar.
No nosso país, dizem-se de esquerda o PT, PDT, PSB, PC do B, PSOL, PSTU , PCB...
Cada um se entende de esquerda e cada um se acha mais esquerda que o outro. De qualquer maneira, esses partidos, somados, têm aumentado sua representatividade no Congresso Nacional, e entendo que isto tem ocorrido por estarem mais próximos do desejo popular.
Também têm crescido por (a maioria deles) terem apoiado o Lula que, como presidente, atendeu muitas das necessidades do povo e ampliou uma série de direitos, enquanto o PSDB e o DEM se opuseram. -
Não tenho bola de cristal, mas acredito que o PT tem muito a crescer, pois governamos poucos Estados e Municípios. O nosso crescimento passa pelos acertos do nosso partido e da nossa Presidenta. Se acertarmos, cresceremos, ficaremos maiores que o PMDB.
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Não há repasse de recursos públicos para as escolas privadas.
Faculdades e universidades filantrópicas têm imunidade de alguns tributos ou recebem subsídios. Isto já era assim, não foi o governo Lula que concedeu. A imunidade está na Constituição. Em troca, elas são obrigadas a dar bolsas de estudos. Nunca deram, até a chegada do ProUni.
O ProUni deu ao governo a capacidade de selecionar e controlar as bolsas. Antes do ProUni, quantos recebiam bolsas? Quase ninguém, a não ser os amigos dos donos das universidades.
Portanto sou favorável ao ProUni e, se semelhante ou igual a ele surgir o ProMedio, também serei favorável. -
Fizemos uma plenária no fim de 2010 para debater isso. Algumas informações já estão disponíveis em http://drrosinha.com.br/confira-imagens-da-plenaria-do-mandato/
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Dr. Rosinha’s Bio
Paraná, Brasil, América do Sul
Servidor público, médico pediatra, deputado federal (PT-PR)
