-
-
FFM 2x
-
Parafraseando o grande Washington Olivetto:
"Sucesso é poder se tornar amigo de seus ídolos." -
A internet para mim se tornou uma necessidade vital como comer ou dormir.
Através dela eu estou em contato direto com notícias em tempo real, pessoas, novidades tecnológicas, músicas, filmes...
Por isto posso sim me considerar um viciado, porém, um viciado consciente.
Eu tenho que entender e priorizar o que é realmente importante e o que realmente agrega valor para a minha vida. Na internet tem muito lixo, muito plágio, muitas gracinhas, muita coisa descartável que só toma seu tempo à toa.
Eu gosto muito de ler Blogs, principalmente aqueles em que o autor coloca o seu ponto de vista, me fazendo refletir por um outro ângulo.
Eu procuro assinar as atualizações destes blogs para recebê-las por e-mail. Mas é tanta informação que eu procuro focar sempre naquilo que vai me trazer algum conteúdo importante, deixando coisas bobas de lado.
Quando não estou com o computador, eu baixo Podcasts para ouvir enquanto estou correndo em algum parque.
O vício na internet está também na questão de perder o trem das coisas, não perceber que o furacão está passando e eu estou viajando em outro lugar, ficando para trás.
Não quero ficar obsoleto, quero sempre buscar informação nova para poder me reinventar. -
Estamos cercados por pleonasmos. Digo isto com sorriso nos lábios para a multidão de pessoas que lêem e já leram o meu blog.
Para viver a vida e encarar cara a cara o próximo amanhecer do dia, indo de encontro a opinião individual de cada um, a Livre Iniciativa é uma escolha opcional em se aprofundar ou não sobre o tema proposto, é um elo de ligação entre o que eu leio, o que eu sei, sendo passado para quem busca informação com opinião, seja ele normal ou maluco da cabeça ou cego dos olhos.
Eu encaro de frente, eu grito alto, eu subo pra cima, eu ando com meus próprios pés.
O que seria dos textos sem o pleonasmo?
Talvez a Livre acabativa. -
Nem vou dormir essa noite.
-
Li um texto recentemente que me trouxe uma lição de vida a respeito do desapego a coisas materiais.
Vende-se Tudo
Por Martha Medeiros
No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos. O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento. Uma outra mãe, ao meu lado, comentou:
- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
- Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida.
Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes. O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa.
Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi. Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante. Eu convidava pra subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas.
Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu. No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros.
Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material. Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo. Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar. Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que torna-se cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida…
Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile. Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio. Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.
Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde. Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza….
Só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir, é melhor refletir e começar a trabalhar o DESAPEGO JÁ!
Não são as coisas que possuímos ou compramos que representam riqueza ou plenitude. São as dádivas especiais que não tem preço, como família, amigos e saúde. -
Você está agregando algum valor? Há milhões de textos por aí com conteúdos diversos.
A melhor maneira de conseguir que o seu conteúdo seja lido é escrever sobre temas importantes para as pessoas.
Existe todo o tipo de leitor, desde os mais interessados por conteúdo de qualidade, até os que preferem só ler coisas fúteis.
Temas que geram polêmica, diferentes opiniões, são interessantes pois fazem as pessoas pensar e interagir com você.
Se esse conteúdo que você escreve ajudar as pessoas a melhorar seu conhecimento, ampliar seus negócios, realizar seus trabalhos, solucionar problemas, com certeza estará agregando valor. -
Todas. Só não vale perguntar em miguxês e palavras de baixo calão.
-
A era de trabalhar para os outros acabou. Nós estamos na era de trabalhar PELOS outros. Faça a sua parte e de mais 1.000 pessoas. É disso que o mundo precisa. O mundo precisa de VOCÊ, e não da sua sombra.
By Bizrevolution -
O estudo de redes sociais não vem de agora. Já está velho e empoeirado nas estantes das bibliotecas.
Todo este processo que envolve comunicação e formação de redes sociais é a evolução de uma teoria criada pelo psicólogo social Stanley Milgram, no final da década de 60. Ou seja, já pensam no assunto a quase meio século pelo menos.
Então deve servir para alguma coisa produtiva!
50 anos atrás não existiam as redes sociais como conhecemos hoje. Existia o relacionamento de vizinhança. Mas e as pessoas de outros bairros, outras cidades, outros países?
Este psicólogo buscou respostas para entender como funcionava o processo de relacionamento entre os seres humanos, mesmo pertencendo a lugares diferentes, sendo raros e distantes os vínculos entre duas pessoas em qualquer lugar do planeta. Ele já se perguntava se estávamos todos unidos numa grande e entrosada rede.
Por meio de uma experiência, Milgram comprovou que são necessários apenas seis laços de amizade para que duas pessoas quaisquer, aleatórias, em qualquer lugar do mundo, estejam interligadas.
Agora essa sua pergunta sobre conseguir emprego através de redes sociais pode ser uma hipótese válida, desde que você seja indicada por alguém.
É preciso conhecer alguém, que conhece alguém, que conhece outro alguém, que trabalhe na empresa, e pronto, você já consegue a vaga. Se tiver a expertise necessária, é claro.
O que é importante também, e as vezes cai em desuso é o seu networking, que facilita muito todo este processo de comunicação entre as pessoas, encurtando caminhos.
Te dou um conselho. Não foque apenas nas redes sociais. Cultive sua rede de relacionamentos, que em determinado momento pode ser muito útil, já que nem sempre somos capazes de encontrar oportunidades sozinhos. Comece por sua agenda do celular. -
Bom, considerando estas informações, um homem no meio do deserto não tem muito senso de localização sem aparelhos/equipamentos que o auxiliem para ir para o sul ou para o norte, e quanto tempo ele vai levar para chegar a algum lugar. Certo?
Um exemplo prático. Nesta tragédia recente no Haiti, um morador soterrado foi encontrado vivo após 4 semanas dos tremores de terra. Quando todos já haviam desistido de procurar sobreviventes depois de uma semana do desastre, essa pessoa foi contra todas as estatísticas de quanto um corpo aguenta sem comida e sem água. Ela não se entregou. Coloque-se no lugar dela. Se você soubesse que seria resgatado somente daqui a 4 semanas, e nesse tempo todo você ficasse imóvel sob escombros, sem alimentação, ouvindo as pessoas passando sobre você, ouvindo até mesmo que não existiam mais sobreviventes, e você sem poder gritar por ajuda, você desistiria?
Minha resposta é sim.
E seria sim se eu estivesse no meio do deserto, com muito calor durante o dia e muito frio a noite, sem comida e com água para um gole apenas, sabendo que eu demoraria um mês me arrastando no deserto para chegar a algum lugar.
A morte para os dois casos seria eminente!
Eu disse seria.
O que faz a pessoa não perder as esperanças é o desconhecido. Enfrentar as dificuldades, obstáculos e os desafios que a vida nos impõe lutando contra o pior inimigo de todos, que não é o seu vizinho, ou aquele desafeto. É você mesmo!
Você que coloca as dificuldades quando aparecem as barreiras. Tanto no Haiti quanto no deserto você estaria sozinho.
Tem duas frases que ilustram bem estes dois casos.
"Live Togheter. Die Alone." do seriado LOST
"Ele não sabia que era impossível. Foi lá e fez"
O homem que sobreviveu nos escombros do Haiti, não sabia que era impossível sobreviver por 4 semanas. Talvez se soubesse teria desistido. Da mesma forma que o cara do deserto desistiria se soubesse que estando de carro demoraria 5 dias para chegar a algum lugar, e a pé demoraria semanas.
Se os dois morressem, eu penso que eles não seriam pessoas derrotadas por desistir de viver. Seriam derrotadas por saberem demais.
A ignorância também é muito importante em nossas vidas. O desconhecido move as pessoas.
A melhor forma de motivação é o DESCONHECIDO.
Se você quer romper com alguma coisa, se você quer sobreviver em desertos ou escombros, é melhor lutar sem saber o que pode acontecer.
Se você souber como as coisas são, como elas realmente funcionam, você vai desanimar, vai se entregar e não vai fazer nada, desistindo. -
É inconstitucionalicimamente incrível isso.
-
André’s Bio
Se cada um fizer a sua parte, você vai fazer o que?

