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Só conheço o Hessen. O Urbano Zilles, de nome.
Eu acho que coloquei uma frase me abstendo de citar "os óbvios". Se o amigo reler a resposta com maior atenção, notará. De qualquer forma, ficam aí as tuas recomendações também. -
Tanto faz, o tom é o mesmo. E pouco acadêmico, pra quem parece tão preocupado com tal rigor. Ataques emocionais, pessoais, e sem muita base -- como se os Blue Books fossem uma fonte única e definitiva também. Aliás, desde que Marx foi lançado, existe uma pilha de obras com ataques desse tipo, acredito que muito maior do que a obra do próprio.
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Não sei quem é "qndt" e William Blake e Charles Dickens não têm nada a ver, diretamente, com historiografia. Desculpa por ter sido babaca com quem me chamou de animal, de qualquer jeito.
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Ah, a maioria exige certo lastro. Acho que o do Cornford é o que mais se aproxima de uma síntese.
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Então poste a fonte em vez de fazer uma pergunta retórica, imbecil.
Basear-se num livro de um historiador picareta como Paul Johnson não me parece muito honesto. Eu não sou marxista, pelo contrário. Justamente por achar que a teoria e o histórico do comunismo deixaram tanto a desejar, acho desnecessário fazer críticas com tom de revista histórica de fofocas. -
Claro. William Blake, Dickens, Engels, Marx... Uma ação trans-histórica da Nova Ordem Mundial que inventava besteiras sobre a condição de trabalhadores.
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Bem, no curso nós só lemos Thomas Kuhn, Bachelard, Feyerabend e Paul Ricoeur. O último, de longe, o com obras mais aproveitáveis.
Além dos óbvios("Pré-Socráticos", Teeteto et al): Principium Sapientiae, de F. M. Cornford*; The Crisis of European Sciences and Trenscendental Philosophy, de Edmund Husserl; The Metaphysical Foundations of Modern Science, de E. A. Burtt; The Varieties of Religious Experience, de William James
*Nada a ver com epistemologia, ou não diretamente, mas lembrei disto: http://larvatus.livejournal.com/222591.html -
Ah, na verdade é ligeiramente mais simpático dizer que gosta do curso. E eu entendo que seja algo pelo qual as pessoas se interessam de uma maneira menos formal -- como acontece com a Filosofia e diferente de Ciências Sociais, por exemplo. Mas, quando não se está no início do curso, pode soar como condescendência mesmo.
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Desculpe, não me lembro de qual resposta é essa frase.
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Consegui achar as obras completas de Georg Trakl, da qual já pude ler uma boa parte, assim como do Edmund Spenser, de quem li The Faerie Queene. Passei a ler com mais atenção os poemas de Chesterton, que me surpreenderam -- gosto do que li do Father Brown, mas não simpatizo com a parte apologética.
No mais, de interessante, uma ou outra leitura pro mestrado. -
Não entendi a separação entre teatro e literatura. Tudo bem que com Artaud -- acho que foi, pois não sou entendido de teatro; pelo contrário: nem frequento -- o teatro se desprende um pouco do texto, mas não vejo como coisas à parte.
Sobre música entendo menos ainda, infelizmente. Não sei como a crítica literária lida com relações entre uma ópera, por exemplo, e a literatura. Agora, sei da existência de bardos, ministreis e afins, e de como literatura e música se confundiam entre eles. Ou ainda sobre ditirambo, pra tornar ainda mais complicada a relação do texto com o teatro e a música. -
Dos brasileiros que até ontem estavam na Libertadores, o Flu é, de longe, o que mais me inspira simpatia. Mas, assim com o meu time há não tanto tempo -- que nem por isso é um time "copeiro", longe disso; o último deles foi o próprio Boca --, ainda é verde na competição. Fez a melhor campanha na fase de grupos e achou que isso abriria portas. Fosse assim, o Vélez Sarsfield seria o melhor time dos últimos 10 anos. Os pelo menos 140 dos 180 minutos em que foi inferior ao Inter na fase anterior deveriam ter servido de lição. O Boca não é o Inter.
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Contras: se não for jogador de RPG deslumbrado com Idade Média, fã de bandas de metal ou militante de esquerda, vai ter problemas de sociabilização; se o curso seguir o currículo francês e gostar especificamente de um período histórico mais antigo, terá que aturar matérias menos prazerosas no restante do curso; via de regra, há pouco incentivo à pesquisa(ao menos aos que não são bolsistas) e muito à carreira de magistério; pessoas com ar de simpatia solidária dizendo que adoram História e que em algum momento da vida cogitaram cursar.
Prós: se não for jogador de RPG, [...] há maiores chances de sair na frente dos colegas; estudo e prazer se confundem positivamente("fazer o que se gosta": clichê, eu sei); o mercado é limitado, mas, se não tiver apegos ideológicos que te impeçam de seguir certos rumos, e muita gente demora a ter esse amadurecimento, há chances maiores de obter uma ocupação minimamente digna na área. -
Nesse caso, acho que vale. Se souber onde e como procurar, claro. Não dá pra confundir autodidatismo com erudição antiquarista.
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Coloquei alguma coisa do Huizinga aqui: http://www.scribd.com/losekannc -- o Scribd excluiu algumas delas("El Elemento Estetico de las Representaciones Historicas" e "Infantilismo", capítulo do "Sombras do Amanhã"). Se quiser, passa teu e-mail que envio por lá.
Do Ginzburg tenho a maioria, porém em versão impressa. Algumas obras digitalizadas nesta conta: scrbd.com/sugerius -
Em meio a livros sobre esoterismo e ordens secretas, eles lançam bons títulos, realmente -- sabe-se lá qual vínculo enxergam entre O Nascimento da Tragédia e Cavaleiros Templários. O problema é a qualidade duvidosa das traduções, como já acontece com a Martin Claret, além da, hm, arte das capas.
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Acho que não. Se a ideia é estudar História por hobby, como autodidata, melhor fazê-lo paralelamente a algum curso qualificado.
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Ah, o problema nem é sobre o que se ouve por aí. História mexe muito com o imaginário alheio. É bem normal ouvir das pessoas que elas gostariam de cursar História, talvez por terem uma noção romantizada da coisa. Isso nem me incomoda, até acho saudável.
Agora, me incomoda que ao pesquisar palavras-chave relacionadas à religião no Egito Antigo(de forma mais ampla, embora eu pesquise o período de conversão ao cristianismo) em bancos de artigos ou sites de compartilhamento de arquivos eu precise de uma bela filtragem pra me livrar de livros new age. Também me incomoda que Franz Cumont e Wallis Budge sejam publicados no Brasil pela Madras. -
Muitos. Só no iBooks, uns 7GB. No HD, nem ideia.
Se tiver interesse em algo específico, pode pedir. De preferência se identificando, pois não tenho como disponibilizar tudo online.
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cydlos
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