-
-
Ultimamente, elas têm atacado o meu carro.
Eu ando armada com Baygon. -
Ih, longa questão existencial.
Usando palavrinha difícil, 2010 está latente. Quer dizer que tá num concentra, mas não sai.
É um ano cheio de eventos prometidos e investidos, e eu apostei muito (e continuo apostando) em muitas mudanças.
Isso, claro, depois do carnaval, que é o segundo réveillon da coisa ;D
Por outro lado, o mundo anda abalado, né? Gente que nunca morreu morrendo, terremotos mil, em suma, as coisas estão tudo, menos discretas!
Agora, mal posso esperar o resto do ano. Inclusive os sanduíches da copa do mundo do McDonald's, evidente. -
Hahaha você tem uma coisa com bater cabelo!
Eu não bato o meu, gosto de cafuné, aceito sempre. -
Pô, uma porrada de gente. Nem vou enumerar.
Agora, como no final todo mundo morre um dia, o drama não é esse evento, é o que acontece até ele entrar em cena =) -
Nossa, faz tempo que não vou em uma. (mentira, fui em uma tem umas 3 semanas)
Tem poucos lugares no mundo onde eu me sinto bem como numa pista de dança, e por mim a pista de dança pode ser mais ou menos qualquer lugar. Tendo a passar vergonha em pontos de ônibus, e, na verdade, a maior parte dos pontos quando passo de fone de ouvido. Rola uma possessão e umas tentativas de coreografia totalmente descabidas haha!
Mas, de repente, sair começou a ficar previsível. Além da maioria dos compañeros de companheiras morcegóticas, zanzando pelas sombras da noite, ter se mudado, a coisa começou a se repetir. Ou a não acontecer.
Outro evento que para mim é próximo ao nirvana é festa em casa de amigo - por mim todo mundo morava num daqueles casarões de subúrbio estadunidense e literalmente botava a casa abaixo. Gosto do estrago.
Não tem mais estrago na balada. Aliás, a rigor a balada foi sugada pela Lapa, e convenhamos, a Lapa não tem Miss Kittin tocando em decibéis supersônicos.
Se alguém tem pique pra uma balada feliz, voltando pra casa depois do sol nascido, estourada, realizada, e parecendo o Zorro de tanta maquiagem borrada, favor entrar em contato. -
Adorei a ausência de remetente da pergunta - mas algo me diz que é a Akie, acertei? ;D
Uma boa lembrança de infância? Meu ano passado no Scholem, uma escola judaica aqui perto de casa! Antes que perguntem, não sou judia - a escola era aberta para todos, independente da religião.
(Foi justamente esse lado prafrentex que implicou um estreito momento feliz, já que no final do ano a escola fechou.)
Foi um ano incrível, tinha amiguinhos fantásticos, aprendi a ler, a fazer vinho (e por extensão a me embebedar), aprendi hebraico também. Hoje em dia só lembro que "bubá" é boneca... também estreou Aladdin no cinema, e todos os menininhos da turma usavam a toalha como tapete voador depois do banho. E, nas férias, partia para a casa da vovó comer nectarina no pé e ter calafrios vendo meu primo mais velho jogar Prince of Persia.
Esse foi um ano bom. Até hoje sinto falta de 1994. Diga-se de passagem, 2004 também foi um ano excelente, então apostemos em 2014, por que não? =) (Mas aposto primeiro em 2010, que é esse que está aí) Não sei é A melhor lembrança de infância... mas foi, com certeza, um dos melhores anos. -
Óbvio que não. Foi uma suposição ilustrativa, ou, em termos corriqueiros: um exemplo / uma hipótese.
He-Man anda muito suscetível, depois que criou fama estremece por qualquer coisinha... -
Teve um cara da turma - o Raoni - que contou para a gente a epopéia dele em Roraima, estudando índios. Isso foi em 2007.1, se não me engano, quando ainda havia pessoas empenhadas em manter o vínculo entre Antropologia e Povos da Floresta (não-Avatar).
Mas nem o Raoni era _de_ Roraima. Ah, teve o namorado de um ex-professor, que contou o lugar de origem. Como estava todo mundo semi-bêbado e/ou semi-prestando atenção, podia muito bem ser Rondônia.
Erres por erres, Roraima permanece uma aliteração não explorada no meu cotidiano urbano acomodado no (quase) litoral carioca. -
Sabe que eu não sei?
Primeiro que dependeria do roteiro a ser percorrido na Oceania, já que tem amigo chique e amigo chique que suporta o trash. Tem os amigos alérgicos, os que não topam nenhum programa de índio, os que topam tudo mas de preferência que a gente se atenha a programas urbanos, algum provavelmente ia querer conhecer os maori. Amigo que come larva e amigo que ia insistir em pizza todos os dias. Amigo que ia torcer a cara para a Opera House de Sydney, e (quizás) amigo que ia inventar de surfar já que tava ali mesmo.
Entre o "ninguém" e o "aaaai, não consigo escolher entre tantos", fica a menção honrosa pra Bia, que virou companheira de aventuras em terras nordestinas, e pro Rafael / YEAH! que é animadíssimo com novas terras :D
Mas no fundo, suponho que eu viajasse pra Oceania n vezes até ir com todo mundo. (Passei alguns instantes calculando a reação de cada um diante da imensidão australiana hahaha)
P.S. Gusta, só te levo se a) a gente de fato for conhecer o continente, b) você não for enfeitiçado pelos bichos, plantas, comidas e pinga locais e c) você me der um koala de pelúcia :P -
UAU, que pergunta profunda! (Não é ironia) Evidentemente, sim - duvido que alguém não se arrependa. É bom, né? Quer dizer que a gente revê os acontecimentos.
Num geral, sempre tive comigo de que é melhor se arrepender de ter feito do que de não ter feito (lugar-comum, porém útil). Mas nunca fui muito de me animar e fazer merda só por fazer. Aliás, acho que faço menos coisas do que gostaria e a proposta é expandir nos tempos futuros :D -
hahaha tireeeei! tirei, ganhei um carro, peguei a definitiva (aliás, saí na foto com uma blusa cheia de coraçãozinho), e vou sair por aí de gol pela américa do sul :D
pode vir pedir carona que eu dou feliz! -
eu gosto de morder, serve? :D
mas não morder cabelo. morder barriguinha de homem :D :D :D -
Lei de Murphy, óbvio. Murphy é o meu muso, amante, companheiro de todas as horas.
Não tenho muita paciência com os maiôs da Lady Gaga :P Minha infância Britney Spears não deixa haha! -
A She-ra é mais que travesti, é mulher macho sim senhor =)
Estranho seria o He-man com o Caveira (era esse o nome dele?)!
CèS’s Bio
the purple rose of cairo

