Pergunta, vai!
Recent Responses
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Isso é a fé dos simplórios.
Respeitemos! -
Fernando Mendes, 1974, Redenção, Pa.
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Que bom, faz muito bem, ele tem sofrido muito com a saúde e o peso da idade.
Rezemos para que seu substituto seja tão cristão quanto ele. -
Há outras crises de abstinência. Quem não consome desenfreadamente, faz outras coisas igualmente viciosas.
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Puxa, tem uma lista enorme de crimes decorrentes da liberdade de expressão.
Você não pode, por exemplo, caluniar alguém. Caluniar é dizer que alguém cometeu um crime, pois, se for mentira, quem cometeu o crime foi você.
O limite da liberdade de expressão sequer é a verdade. Pois, hoje em dia, se você chamar um preto de preto, dependendo das circunstâncias, trata-se de um crime inafiançável.
Em breve também você não poderá chamar viado de viado. Vai dar cadeia.
Fazer piada também está ficando difícil, o que chega a ser um absurdo, pois ao condenarem o humorista sequer levam em consideração a qualidade da piada.
Vivemos em tempo difíceis para a liberdade. Seria bom que algum amante da liberdade se oferecesse em sacrifício para ver se algo muda.
Infelizmente, eu não sou amante de ninguém. Sou contra esse negócio de ser amante. -
Mas pular de avião não seria pra remédio não. Era só pra espairecer mesmo. Pra quem tá perto de subir, descer assim vertiginosamente deve ser interessante.
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O poder é uma coisa natural e necessária. O que ele tem é que ser transitório e limitado.
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Nem tenho vontade. Talvez se tiver com câncer em metástase.
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Resolvi dar uma guaribada nesta resposta.
Eu tinha falando antes que muita gente para quem a existência de Deus é irrefutável não O obedece em quase nada.
Na verdade, Deus é nosso pai e acreditar ou não nele não muda essa verdade.
Os nossos pais são (ou deveriam ser) os representantes de Deus nos primeiros anos de nossa vida. Nossos pais podem nos matar se quiserem, mas o impulso básico de um pai é amar o filho e fazer o melhor possível por ele.
Uma criança também tem certeza da existência dos pais e do poder que os pais têm sobre ela e ainda assim não faz tudo o que o pai pede e ordena. Às vezes, não faz absolutamente nada que os pais pedem. Depois se tornam adolescentes, quando precisam ainda mais dos pais e aí sim, é que, muitos, vivem de única e exclusivamente dar desgosto aos pais.
O ser humano é um animal indomável.
Acreditar ou não em Deus não nos tornará mais nem menos rebeldes. E, Deus, como todo pai, confia que Seu Amor nos transformará.
Pois, quando deixamos de ser adolescentes e crescemos, voltamos a amar nossos pais e a cuidar deles como eles cuidaram de nós. E quem não faz isso poderá passar pela mesma coisa com os filhos. No caso de Deus, é mais grave, se você não cresce (espiritualmente) a ponto de não entender que o poder e o amor de Deus sobre você pode transformá-lo de verdade, isso significa que você resolveu dispensar Deus de sua vida e isto significa o óbvio, você vai pro inferno.
A maioria de nós, especialmente ateus e agnósticos, é adolescente em relação a Deus.
Não é à toa que Jesus disse que temos que ser como crianças e que é delas o reino dos céus.
A criança pequena, o bebê simplesmente se entrega aos cuidados dos pais e vive uma vida sem preocupações. Jesus também dizia isso, que não devemos nos preocupar nem ter medo, pois as aves do céu e os lírios do campo são assim e Deus não se esquece deles.
Outra coisa interessante é que toda criança é muito inteligente, às vezes, é genial, inclusive, diz frases de dar inveja a millôres. Pois bem, essa mesma pessoa genial cresce, deixa de ser criança e se torna uma toupeira. Uma dos grandes mistérios da humanidade é esse: a criança é genial e o adolescente é um idiota. O adulto, bem, o adulto, coitado, tem que matar um leão por dia e vive para os filhos. Inclusive o casamento é uma dessas loucuras da adolescência ou do final dela. Deus sabe o que faz.
Tem outra coisa: mesmo que você não obedeça seu pai, mesmo que você o desconheça e nem o reconheça como sendo seu pai. Ainda assim, você não deixa de ser filho do seu pai. Então, o ateu é criatura de Deus queira ele ou não. Só resta torcer para que ele cresça e volte a ser criança como Cristo queria que fôssemos. -
Diz aí, Deus, tudo beleza?
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A anarquia mundana serve quase sempre para tirar você do foco do que realmente interessa. A moral cristã serve para você manter o foco. O relacionamento aberto é uma forma de fazer você não amar ninguém, apenas o mundo. O diabo deve ficar muito feliz. A Igreja diz que você deve ter uma mulher só ou um homem só durante toda vida. Isso, diferentemente do que o mundo faz as pessoas pensarem, dá uma liberdade enorme ao fiel que simplesmente não vai perder tempo com seduções vãs nem vai brincar com o coração de ninguém. Você passa a ter uma parte de sua vida absolutamente resolvida. É não é diferente dos mandamentos “não matarás” ou “não roubarás”, pois, ao precisar obter alguma coisa para seu uso ou consumo, aquela pessoa realmente cristã sequer considerará a opção de roubar. Claro que muitos ateus são assim, não roubam nem matam, é uma moral interna que eles seguem cegamente. Isto, por acaso, é um tipo de opressão? Não é não. Ao assumir que jamais obterá algo senão com o fruto do seu trabalho honesto, a pessoa mantém o foco no que interessa: descobri modos honestos de ganhar a vida. O relacionamento aberto é o vale-tudo na hora de encontrar alguém para fazer sexo. Seria o mesmo que alguém adotasse o vale-tudo na hora de ganhar dinheiro. Na prática, deve dar muito mais trabalho para a pessoa viver desonestamente, pois são tantos os perigos, tantos que geralmente bandidos vivem muito pouco tempo e assim conseguem justamente o contrário do que queriam com sua “esperteza”, pois perdem o bem mais precioso que têm, a própria vida. Quem vive um relacionamento aberto geralmente também consegue o contrário do que pretendia, passa uma vida de solidão, pois, o outro com quem ela tem um relacionamento aberto estará sempre pensando na próxima conquista. Manter um relacionamento aberto é dizer que quer muito todo mundo e muito pouco a pessoa ao seu lado, é o supremo desvio do foco. Isto é, fazer o que a anarquia mundana ordena é simplesmente perder tempo, é destruir sua vida.
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Nem um acorde para um surdo.
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Sim. A diferença é que no amor vale tudo o que o outro goste, na guerra vale tudo o que o outro não goste.
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No caso de gay e viado, acho que nem é por ser considerado xingamento e sim por que, ao chamar alguém assim, você está se metendo (!) em um aspecto da vida da pessoa que só é da conta dela e de mais ninguém. É como chamar o outro de filho da puta. Você está sugerindo que sabe coisas da vida íntima da mãe do sujeito.
Então, qualquer palavra de cunho sexual bradada para que todos ouçam sempre dará algum problema. O outro tem toda razão em não gostar, ainda não seja nada demais ser gay. Imagino que também uma garota (ou um garoto) não vá gostar muito se você chamá-la de virgem para que todos ouçam, ainda que seja mesmo e não tenha nada demais alguém ser virgem. Acontece que a vida sexual da pessoa deve ser uma coisa sagrada.
Qualquer chamamento é ou deixa de ser xingamento dependendo de quem “xinga” e de quem é “xingado”. Depende até do tom de voz empregado. Já vi amigos (héteros) chamando um ao outro de viado o tempo todo. Não era xingamento, era até um modo tosco de ser carinhoso com o outro. Coisa de homem eternamente adolescente.
Lembrei de um fato envolvendo “xingamentos”. A antropóloga Débora Diniz se sentiu ofendida e, junto ao Ministério Público, processou o padre Luiz Carlos Lodi por tê-la chamado de abortista. Débora, certamente, não se sentirá ofendida ao ser chamada de abortista pelos seus pares, isto é, se uma feminista também partidária da legalização do aborto e inimiga de Débora disser em entrevista que Débora Diniz não é abortista coisa nenhuma, provavelmente, a antropóloga virá a público ou fará saber ao movimento de que é abortista sim. (Inclusive o padre foi proibido pela justiça de usar a palavra “abortista”). Então, a mesma palavra pode ser ou não xingamento, de acordo com o senso de humor dos envolvidos.
É bom lembrar que quando a pessoa se sente ofendido ao ser nomeado em face de sua vida sexual ele está assumindo que o sexo é uma coisa sagrada. Por mais que o mundo queira banalizar o sexo, ele será sempre sagrado. E mesmo a pessoa mais depravada sabe disso. O abortista também, ao se sentir ofendido, está assumindo que o aborto é uma coisa feia e que ele está defendo algo feio.
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