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Colégios públicos, Colégio Rainha da Paz, Santa Clara e Nossa Senhora das Graças.
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Até que a vida em mim resolva se acabar...
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Claro! Eu nunca faço pose. Só dentro da Traash80´s.
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Olha, eu fiz curso de padeiro com o Anquier e lá a gente aprende a usar a temperatura certa pra rosca não queimar. Deve doer se você pegar quente do forno.
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Nossa!!!!!!!!!! Centenas de vezes. E eu passo meses me punindo até achar um jeito de remediar, quando é possível.
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Obrigado! Mas quem é você? O peso dos anos só são toleráveis com uma boa dose de ironia.
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Sobreviver, eis o desafio. Maor medo? São tantos.. mas o maior mesmo é não ver o Brasil dar certo. Maior tolice? Impossível responder no singular: são milhares. A maior mesmo foi aceitar, uma vez, há tempos, um trabalho que eu não estava apto a fazer. Perdi todos os meus dias e noites estudando. O trabalho acabou saindo "em ordem" e eu na mais completa desordem. Maior acerto? Deixar de me levar a sério, a certa altura da vida. E liberar a boca para QUASE tudo.
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Você já respondeu: ser marca. Marcas envelhecem, são consumidas até o limite, aí se transformam "Em terra, em cinza, em pó, em sombra, em nada", como diria o Gregório de Matos. Pior: tem muita, muita gente que se espanta ao saber que eu estou vivo, que não babo - demais -, que consigo fazer contas simples, que ando sem auxílio de nenhum artifício mecânico... etc. Eh, eh...
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"Memórias póstumas de Brás Cubas", do Machado. Consolidou o meu cinismo e a facilidade de mentir com cara de quem está falando sério. Juro por Deus!
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Existir é muito divertido, se você não se levar a sério ou, pelo menos, fingir que não é nem com você...
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Salada mista, sempre. Nem fruta tem personalidade suficiente pra ser só aquilo que aparenta.
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Primeiro: "senhor" me faz sentir com os + de 60 anos que eu tenho. Se vc me tratar por você eu me sinto com 59! Eu já escrevi vários livros, todos didáticos. Ficção e poesia estão na gaveta, trancados a sete chaves. Não porque sejam valiosos mas exatamente pelo contrário.
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Talvez satisfazer a vaidade de um "deus/Deus" misterioso que assiste ao espetáculo da criação que ele inventou para servir como enredo pra gente. Sério, sério...

