-
All responses Most smiled responses
-
asked by JeffSpartan
Levo bastante fé em sua atuação. Acho que foi lamentável, em muitas áreas de atuação, o ex-Ministro Gilberto Gil. Confio quando ela diz que nada a preocupa mais do que a situação do "criador". Falar mais que isso tornaria modorrenta minha exposição, que não cabe aqui. Dia desses trato do assunto, mais a fundo, no blog.
-
As (poucas) fotos que tenho dos registros fotográficos do Estephanio´s estão no blog. Há muitas, é fato, mas todas ficaram com um dos ex-sócios do bar que, por razões de um complicado imbróglio quando do desfazimento da sociedade, se recusa a disponibilizá-las.
-
Não passa pela minha cabeça. Meu primeiro e único livro publicado, entretanto, nasceu do blog depois que uma editora, que me lia, encomendou-me um livro de contos e crônicas.
-
Não! Mas papai e mamãe mantiveram, durante uns bons anos, um apartamento no Barramares, para os finais de semana. Não está nos meus planos simplesmente porque eu não vejo graça na Barra da Tijuca, um bairro belíssimo geograficamente falando. Um bairro, porém, sem alma, sem esquinas, sem botequins, sem gente na rua, com exceção da orla.
-
Não conheço o estudo a que você se refere. Acho, entretanto, que é melhor ter essa gente do nosso lado do que do lado adversário. Mal comparando, vi - de perto! - muita gente vociferando, em 2002, quando Lula aliou-se ao PL, de José Alencar. Oito anos de mandato provaram que a aliança foi benéfica. É por aí.
-
Não! :-) Sou apenas um defensor aguerrido da minha aldeia, como é o Aldir Blanc, por exemplo, bardo tijucano da mais alta estirpe. A Tijuca, menosprezada por uma parcela-escumalha da elite carioca, a Tijuca maltratada e difamada por tijucanos rancorosos e conservadores, é muito mais que se imagina. É o céu na Terra, definitivamente.
-
asked by danierp
Evidentemente que é. A quem cabe julgar se é ou não sincero, legítimo, o amor que alguém declara seja lá pelo que seja? O que eu penso - e acho que era a isso que você se referia - é que sem conhecer a zona norte, o subúrbio, a Baixada Fluminense, a visão que se tem do Rio de Janeiro é a visão do Manoel Carlos: estrábica, restrita, distorcida.
-
O Bode Cheiroso, na General Canabarro, às vezes recebe a rapaziada do Samba da Ouvidor. Outro que às vezes têm bom samba é o Estudantil, na Haddock Lobo. Mas eu, aos 41 anos de idade, quando vou a um buteco quero beber e jogar conversa fora. E nisso a Tijuca é farta!
-
Não acho nada, eu não o conheço o bastante para dizer "a" ou "b". Gosto, entretanto - era o que você queria saber? - das biografias escritas por ele. E tenho especial carinho pelo livro "Carnaval de Fogo", obrigatório para qualquer um que queira saber mais sobre o Rio de Janeiro.
-
E eu não conheço um canalha capaz de escrever tamanha barbaridade sem valer-se do manto covarde do anonimato.
-
Já abriu? Não? Então não acho nada.
-
Não. A um homem, em conflito com outro (seja de que natureza for), é dado o direito de um certo número de pisadas de bola. Ademais, que seja feito o registro, não reconheço no Moacyr Luz de hoje, o Môa que conheci há mais de 15 anos.
-
Nunca vi esse programa, não sei de onde você tirou isso. Aliás, vejo pouquíssimo o que passa na televisão. Trata-se, entretanto, pelo que leio (da lavra de gente de minha confiança), de mais um lixo da TV brasileira.
-
Evidente que não. Brizola foi o maior e melhor governador deste Estado. E eu ri - muito - do terceiro item de sua fantasiosa lista: "faliu a educação". Leonel Brizola, ao lado de Darcy Ribeiro, deu início ao maior projeto educacional de que se tem notícia. Moreira Franco fez o favor de acabar com a idéia na primeira canetada, depois de eleito.
-
Já falei sobre isso diversas vezes - aqui e mesmo no blog. Não "sigo" religião alguma - mas sigo quase todas, de certa forma. Digo, sempre, que minha religião é o Brasil. Gosto demais dos tambores da macumba, dos caboclos da umbanda, dos Orixás do candomblé, dos mortos bacanas com quem mantenho contato (desinfluente quem, como, quando e onde), dos festas dos santos, da mistura e do sincretismo que nos torna uma nação única no mundo. Gosto de tomar passe, de ver o xirê, de conversar com os encantados, de fazer comida pra Orixá, de oferecer ebó, de acender vela e de seguir procissão de santo que me comove. É isso, definitivamente: minha religião é o Brasil.
-
Na Tijuca? Só na minha casa! Pelo que soube através da gentilíssima alma que me enviou caixas e mais caixas pelo correio (através da Azul) do ouro líquido, a Cerpa Tijuca só será vendida fora de Belém a partir do segundo semestre de 2011.
-
Não, não acho - embora seja coisa comum demais. No mais, eu voto sempre no candidato em que confio (e ele é, sempre, de esquerda). E que partidos temos no Brasil além do PT?
-
Por partes: (01) fui assaltado uma única vez e, creia, no Leblon, quando arrebentaram os vidros do meu carro para levarem o CD, destruindo todo o painel, isso em 2005, mais ou menos; (02) não, não tenho nenhum medo. O medo paralisa e é, muitas vezes, gerado e fomentado pela imprensa sensacionalista que só mostra o que não presta; (03) sinceramente? Fico. Ando atento, claro, mas nada que me tire o prazer do que faço.
-
Não. Acho que foram vaias inúteis (não ouvidas) e sem qualquer efeito prático. Não estamos vivendo ditadura alguma que justifique, nesse momento (e naquele, especificamente), a demonização de quem quer que seja, Obama neste caso. Tratou-se de uma visita de Chefe de Estado ao Estado do Rio de Janeiro e todas essas ações - inclusive o ataque com coquetel molotov ao Consulado - me soaram patéticas.
-
É exatamente maracujá no pé. Não sei como ajudá-la.
-
Eduardo Goldenberg’s Bio
Acima de tudo brasileiro.


Loading...