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Pergunte-me o que quiser que eu respondo o que puder. =)

Recent Responses

    1. Tanko Chan

      Conheço muitos gays que não "dão pinta", mas estilo bara, acho que não conheço pessoalmente.

    2. Tanko Chan

      Japão, se não fizer um passeio turistão completo, pelo menos Tokyo. *o* (fui óbvia, claro... mas como ser uma fã de mangás e animes e não ter essa vontade? Em outros tempos, escolheria a Grécia.)

    3. Tanko Chan

      Tinha dito que existia o Duel Love, mas lembrei que ele é um otome game e não um BL. Não sei porque tinha na cabeça que era um BL.

      Não conheço não, desculpe. =(

    4. Tanko Chan

      Dois OVAs já sairam na data que informamos no último post, já está disponível em inglês e espanhol, mas não em português. O Barazoku ficou de fazer as legendas, mas eles tiveram muitos problemas com o fim do megaupload, então não sei quando e se ainda farão.

    5. Tanko Chan
    6. Tanko Chan

      Não acho que exista este tipo de coisa de idade certa... cada um é cada um! Eu sai da casa dos meus pais com quase 28 anos (muita gente diria que foi velha, e talvez tenha sido mesmo), para morar com o meu noivo, mas se não houvesse essa necessidade de ter o meu canto, talvez tivesse permanecido lá mesmo.

    7. Tanko Chan

      Eu não sei se posso falar porque nunca estive no Japão e muito menos vivi com japoneses por tempo o suficiente. Mas pelo que eu percebo do que estudei e do que leio nas revistas, jornais e vejo nos filmes, mangás, animes, a qualidade mais admirável é a organização e o senso de coletividade. Infelizmente esta qualidade tem facetas bem desagradáveis, como o preconceito contra quem desvia do padrão e os papéis sociais de gênero que me parecem ainda muito fixos (sim, machismo).

      De qualquer forma é uma opinião pessoal, que pode mudar com alguma experiência qualquer que eu venha a ter.

    8. Tanko Chan

      Eu acho que muitas destas pessoas são o que uma amiga minha chama de "fãs safados". Como você pode dizer que é fã de uma obra se não se interessa nem em apoiar os autores?

      Bom, quanto aos não-fãs, deve ser porque o entretenimento não é prioridade. As pessoas compram objetos como carros, roupas, óculos e acessórios de marca pois estas coisas lhes dão uma espécie de status que todos podem ver, ao contrário do entretenimento e até da cultura mesmo...

    9. Tanko Chan

      Depende, se eu pudesse ir e voltar sem que ninguém me visse, eu iria dar uma olhadinha na Grécia antiga. Eu quis dizer algo mais polêmico, mas não vale a pena.

      Agora se eu tivesse que ir fisicamente de modo que precisasse interagir com as pessoas, eu não iria a lugar nenhum. O presente é perigoso e o passado mais ainda.

    10. Tanko Chan

      Todo fã de ficção científica sabe que é perigoso voltar no tempo... mesmo sem o paradoxo, poderia fazer alguma besteira que estragasse meu futuro, e eu gosto do meu futuro. E eu não quero ir a lugar nenhum sem meu noivo.

      Eu penso que talvez gostasse de voltar para minha própria vida aos 18/19 anos, mas sem sofrer tanto, sem perder tanto tempo com problemas inúteis.

    11. Tanko Chan

      Eu sempre gostei de brincar de desenhar, modelar, fazer comidinha com farinha e água. Mas acho que a brincadeira idiota que eu mais gostava era de lavar a varanda, jogar sabão e ficar escorregando, lol. Não sei como meus pais deixavam eu brincar disso...

      O melhor brinquedo... não sei, mas como brinquei muuuuito com as Barbies, então talvez tenham sido elas ou a grande casinha de madeira onde elas "moravam". Gostava muito dos pôneis, tanto que estes eu coleciono até hoje. Também tinha umas miniaturinhas que eu gostava demais... chamava Guliverlândia, eram uns bichinhos cabeçudos de plástico que moravam em mini casinhas no formato de objetos, como chaleiras e relógios. ^^ Miniaturas me fascinam!!!

      Lego... acreditem, é verdade. Eu tinha apenas brinquedos de peças maiores.

    12. Tanko Chan

      Discordo... embora aconteça MUITO, não é via de regra. Eu por exemplo, acho o anime de Saint Seiya bem mais legal que o mangá.

      Eu vi a primeira versão de um filme (década de 40) e séries (anos 80) baseados no livro Orgulho & preconceito e caraca, nem se comparam com a série de 95. E perto do filme de 40, o filme de 2000 e pouco é muito superior.

      O segundo filme do Batman do Nolan, na minha opinião, é melhor que o primeiro. E ambos são mais legais do que os filmes antigos, embora tenha carinho por eles.

      Acho o homem bicentenário um filme meio mala, mas acho ele mais interessante que o conto original.

      Junjou Romantica, o anime, é superior ao mangá em diversos aspectos, principalmente na arte.

      Enfim, não deixem que o preconceito seja limitante. =D~

    13. Tanko Chan

      Eu acho que a internet perderia pelo menos metade de sua essência. Explicando: de que outro modo teríamos acesso a material que as empresas não se interessam em nos vender? Tem tanta coisa que eu queria comprar e ninguém quer me vender!

      Voltaríamos ao tempo em que éramos obrigados a engolir tudo o que as empresas acham que devemos consumir... isso é terrível, um grande retrocesso.

      Sei que fui meio ensaboada na pergunta anterior sobre ser a favor ou contra a pirataria... eu sou mesmo a favor de que tenhamos meios legalizados e valores justos para consumirmos o que desejamos e que de preferência, os autores sejam mais beneficiados por suas criações do que na era pré-internet. Enfim, enquanto esta realidade não chega, eu não posso me colocar numa posição 100% contrária.

    14. Tanko Chan

      Eu sei que legalmente é tudo "pirataria", no entanto eu sou velha e chamo o que não se pode conseguir por vias legais de "bootleg".

      Para mim, pirataria de raiz é quando a pessoa copia algo da internet e vende em forma de DVDs ou quando se copia algo que está disponível para a venda no país de forma legalizada, pois esta forma de pirataria pode minar os lucros das empresas e autores.

      Mas quem se está roubando, quando, por exemplo, a tal mídia compartilhada não pode ser conseguida de formas legais, quando esgotou ou não está disponível em um idioma que eu entenda? Quero dizer, eu não compraria, na maioria das vezes, algo num idioma que eu não entenda ou que custa uma fortuna (3 a 6 vezes o valor original) com IOF e taxas para importar. Então eu já não era o público consumidor daquele produto.

      Eu tenho muita coisa original aqui, mangás nacionais e importados, DVDs também nacionais e importados, jogos em disco originais ou baixados legalmente, Cds, figures, merchandisings...

      Mas eu certamente não teria a maioria destes produtos se eu nunca tivesse tido contato com suas vias alternativas, então acho que em um certo nível, o compartilhamento dos arquivos contribui para criar mercados.

      Nós já estamos acostumados com o acesso a mídias de todo o planeta, de forma quase imediata, não sei se existe um jeito de voltar atrás. Acho que as empresas deveriam trabalhar este conceito do desejo e do imediato, e claro, oferecer preços justos, afinal o download não depende de distribuidora, frete, impressões ou prensagens, não existe material que "estraga" ou se "perde".

      Neste aspecto, sistemas como o Steam (jogos legalizados na nuvem e a preços quase sempre justos), Netflix (streaming de filmes) e Kindle (sistema da amazon de e-reader) estão mudando a forma das pessoas consumirem suas mídias e eu sou cliente satisfeita de todos.

      No entanto se o desejo desenfreado pelo lucro começar a estragar estes bons modelos, se o Netflix só tiver um catálogo defasado, se o Steam parar de fazer promoções e a Amazon mantiver preços similares para o Kindle e as cópias físicas, realmente a culpa de uma falência não será do consumidor e sim das empresas.

    15. Tanko Chan

      Pergunta difícil, porque eu não entendo nada de custos da área, valor de licença, distribuição e sem poder fazer um cálculo aproximado não sei se tem como responder.

      Mas se eu puder viajar na batatinha nesta simulação, acho que traria Tiger & Bunny. Gostei tanto deste anime... ele agrada os meninos com seus heróis e mechas e também as meninas. E está bem fresco ainda.

      Considerando que eu não sei os preços, se ficasse muito caro, teria que optar por algo que fosse consagrado e mais antigo, pois é necessário sempre repassar os custos ao consumidor.

      Faria questão de tentar adicionar o máximo de extras possíveis, mesmo que não pudesse colocar brindes físicos, como cards ou encartes elaborados. Extras fazem toda a diferença... eu sei disso porque sou bem sensível a quaisquer brindes.

      E propaganda também faz diferença, então eu tentaria as formas mais baratas de divulgação: blogs, sites, redes sociais e se desse, anúncios em revistas de mangás e games.

      Se trouxesse um shoujo, talvez fosse Ouran High Host Club... e acho que nesse caso tentaria arrumar propaganda em revistas teen. =B

      Talvez eu esteja já afundando meu negócio imaginário, mas acho que cada dvd precisaria de pelo menos 5 ou 6 episódios, lançamento bimestral.

      É isso, demonstrei toda minha ignorância no assunto mas fiquei feliz em ser uma empresária por 3 minutos na minha imaginação.

    16. Tanko Chan

      Tem muito anime/mangá que não conheço justamente por falta de tempo para acompanhar uma obra longa. Bom, eu gostaria de assistir Naruto, pois tanta gente acompanha e eu estou totalmente por fora. Também gostaria de assistir Katekyo Hitman Reborn e Kyo Kara Maoh. Gostaria de ler One Piece.

    17. Tanko Chan

      Eu acho que um pouco das duas coisas... os seres humanos são curiosos por natureza. Acho que o importante é deixar claro que não importa a forma com que uma pessoa passa a ser gay, afinal, que diferença isso faz para os que não querem aceitar essa realidade? Não existe uma "explicação" que agrade a todas as correntes preconceituosas, pois acho que mesmo que tenha um fundo "genético", ainda há o perigo de alguma tentativa de eugenia.

      Para quem é preconceituoso, haverá sempre a leitura seletiva da bíblia e outros livros considerados sagrados, a ideia de que "não é natural", de que incomoda os pobres olhos da sociedade e o que vamos dizer para as crianças. Fora o nonsense que é imaginar que a raça humana será extinta porque todos serão contaminados pela homossexualidade.

      Então eu não sou contra as pesquisas em qualquer área de conhecimento humano, não tenho nada contra a investigação de uma dúvida, se os dados podem até ajudar a melhorar a vida das pessoas. No entanto eu tenho medo das pessoas que têm certezas, pois estas vão sempre usar os melhores esforços da ciência para tentar enxergá-la de um ângulo que reforce suas convicções.

    18. Tanko Chan

      Como é impossível viver para sempre, acho que preferia que fosse algo rápido e indolor, quando eu fosse bem velhinha, dormindo. Não é fácil pensar sobre a própria morte e nem a ideia de encará-la. Afinal, até onde sabemos só existe esta vida. Se eu tivesse a certeza (mesmo que pessoal) de um além-vida, eu acho que não me preocuparia e não sofreria, mas talvez desse menos valor ao presente. Como não conheci ninguém que não sofresse com o pensamento da morte ou da morte de outrem, devo imaginar que pouca gente tenha mesmo esta "certeza" toda.

      Não gosto de pensar em um funeral e espero honestamente que não gastem rios de dinheiro com isso. Se tiver órgão para doar, bem, se não, paciência. Eu não gostaria que tivesse cerimônia religiosa, se possível. Que cremassem, se possível.( Mas isso só vou poder garantir se morrer velhinha mesmo. Se morro antes dos meus pais, não vai dar pra evitar... ¬¬)

    19. Tanko Chan

      Eu comecei a gostar de ler muito cedo, a ideia de poder entender sozinha o que se passava nos livros e quadrinhos sempre me fascinou. Eu comecei com a Turma da Mônica, no meu tempo não tinha mangá... então depois passei a ler livros também (digo também porque nunca abandonei os quadrinhos e só parei de colecionar mônica quando estava já com 13, 14 anos), ficava um tempão na biblioteca da escola desde os 6, 7 anos.

      Minha fama de boa leitora espalhou pela família e muitas vezes eu ganhava livros de presente ou mesmo livros que as pessoas deixariam para trás em suas mudanças.

      Aos 12/13 anos eu estava sempre com a cara enfiada nos livros e ninguém entendia porque eu dizia que honestamente preferia ler a ver um filme. Não era para me perfazer, até mesmo pq naquela época, você se tornava um exilado por causa deste tipo de hábito.

      Antes de ter mangá por aqui eu pegava transcrições e scanlations... gostava tanto de ler que aprendi inglês em parte para entender as fics e os mangás. Não sei se me considero a mais ávida das leitoras, até mesmo porque hoje em dia eu quase não tenho tempo para dedicar aos livros, mas eu acho que devo creditar parte do meu interesse aos meus pais, pois eles sempre tiveram uma "biblioteca" em casa.

    20. Tanko Chan

Tanko Chan’s Bio

RJ - Brazil

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