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  1. All responses Most smiled responses
    1. André Nucci
    2. André Nucci
    3. André Nucci

      Que tipo de luz? haha

      Bom, o que as pessoas fazem normalmente é criar um snare a partir de vários samples. Você pode misturar um snare bem percussivo com um mais longo e grave, pra que um sample complemente o outro. Nesse esquema você pode colocar vários snares espalhados pelo pan, ou colocar efeitos diferentes neles.

      Se eu não ajudei em nada, dá uma detalhada na pergunta, que eu respondo denovo.
      cheers

    4. André Nucci
    5. André Nucci

      Você diz fazer um template? Se for isso, basta criar um novo projeto, fazer todos os mapeamentos no projeto vazio e salva-lo. Você já pode deixar todos os intrumentos criados e mapeados. Porém, qualquer outro novo device deverá ser mapeado.

      Já no caso de salvar o mapeamento em um device "avulso", não rola. Nesse caso é melhor utilizar os Macro Controls e depois mapea-los rapidamente (são só 8). Confira aqui como utilizá-los http://bitproduction.com/index.php/2009/05/12/dica-do-dia-macro-controls/

      Qualquer coisa detalhe mais sua dúvida que eu respondo melhor.
      Cheers

    6. André Nucci

      Realmente é uma parada meio estranha. Mas parece que é possível. Pelo que dizem, ele vai recortando os loops e samples e colocando por cima do que já tinha. Acho que da maneira como faziam antigamente as bandas que queriam fazer overdubs. Pré mixava as partes já gravadas e gravava por cima, até ter a musica pronta. Assim você não pode voltar atrás.

      Eu queria saber de onde vem os sons.

    7. André Nucci
    8. André Nucci

      O que acontece? Eu faço Ctrl+M aí passo o dedo na horizontal pra um controle e depois na vertical pra outro. Vê nas preferencias se o padKontrol tá configurado certinho. Se não der certo eu faço um passo a passo. Um efeito legal que rola com essa configuração é um filter e um delay.
      abraço

    9. André Nucci
    10. André Nucci
    11. André Nucci

      Na prática foi isso mesmo. Já na teoria eu subi (para o mais agudo) a tonica e a terça e depois baixei (para o mais grave) o acorde todo em uma oitava. Todas as notas fazendo parte da escala de C (C - E - G - B). O acorde do exemplo era um Am7 (A - C - E - G) que ficou na segunda inversão com a quinta no baixo (E - G - A - C) numa oitava mais grave. Graças às suas dúvidas eu pude explicar melhor o que eu fiz lá. Estava meio nebuloso. Confere lá que agora tá bacana. E continue perguntando.

    12. André Nucci

      Você entendeu bem. Talvez eu não tenha explicado direito. Ao invez de baixar a terça ou a quinta, você na verdade sobe a fundamental na primeira inversão, e sobe a fundamental e a terça na segunda inversão. Extensões não são invertidas, creio que nem a sétima chega a ser, mas tenho que conferir para falar com certeza. No exemplo que eu dei no blog, eu realmente baixei a quinta e a sétima em um acorde, fazendo a segunda inversão, ao invez de subir a fundamental e a terça. Mas fiz isso porque a progressão pedia, pois assim eu diminuia o salto entre um acorde e outro. Tá bacana, vai perguntando que eu vou explicando. É meio complicado mostrar isso por texto, sem um violão ou teclado na mão. Talvez eu faça um videozinho com isso. Abraço.

    13. André Nucci

      Cara, confesso que não entendi muito bem o "abrir". Se você quis dizer desembolar, eu normalmente corto tudo o que não é parte vital do som. Se é uma guitarrinha de reggae aguda, pra que eu vou deixar som abaixo de 150Hz? Outra coisa boa é atenuar alguns elementos na região entre 200 e 500Hz.

      Pra deixar a musica com mais brilho, use um exciter por sua conta e risco. Eu particularmente não curto.

      Se não for nada disso (haha), explique melhor a pergunta. Abraço.

    14. André Nucci

      Durante o processo de composição uso apenas um Limiter nativo do Ableton ou do Logic, dependendo de onde esteja compondo. Na hora da "master" (entre aspas, porque master é só pra quem sabe e eu não me incluo nessa) eu uso um Linear Phase EQ, Multipressor e Limiter. As vezes coloco um Exciter, mas confesso que não curto muito. As masters eu sempre faço no Logic 8 com os plug-ins nativos.

    15. André Nucci

      Fala Igor, além dos livros do Chediak, você pode dar uma olhada nesse link que eu achei aqui http://estacaozn.blogspot.com/2008/02/cifra-trades-ttrades-e-acordes.html

      Na teoria, a inversão de acordes é uma coisa bem simples, mas existem aqueles macetes pra mudar de um acorde e outro. Lógico que essa manhas vem com o aprofundamento em teoria musical. Aí só nos bons livros mesmo. Espero ter ajudado. Abraço.

    16. André Nucci

      Cara, boa pergunta.
      Como toda inspiração é passageira, vou falar o que me inspira hoje.

      1 - musicas alheias. Acho que todo mundo que faz musica se inspira em musicas dos outros. Serve como referencia, cópia, inspiração ou aprendizado.

      2 - dub. tudo o que eu faço hoje em dia tem uma pitada de dub. Não consigo fazer musica sem delay.

      3 - documentários. é estranho falar isso mas, documentários sobre musica me inspiram, ou pelo menos dão um gás pra fazer coisas novas.

      4- Shows. O Festival de Jazz de Rio das Ostras é uma parada que sempre me deixa com a pulga atrás da orelha. Sempre volto de lá pilhado. Se tiver a oportunidade de ir, vá. É uma oportunidade de ver o que rola de mais moderno num dos estilos mais antigos.

      5 - Filmes. Mais ou menos na mesma base do doc, fazer musicas com clima de filme é uma parada que eu curto também. "Essa musica parece trilha" é uma coisa que eu ouço as vezes.

      Curti a pergunta. Agora me diz, quais são as 5 coisas que te inspiram?

André Nucci’s Bio

Blog sobre Produção.

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