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asked by leoneldavila
1- Não estou familiarizado com Bauman para poder debater dentro dos seus conceitos. Condenem-me por isso! hehehe
2- Discordo quando diz que a legislação impede empreendedorismos. Para responder, preciso entender os argumentos que levam a essa afirmação.
3- A legislação não impede o diálogo. O que impede o diálogo é a atitude de quem está responsável por zelar pela legislação.
4- "Mais legislação e corporativismo é o caminho?" - Existem leis que ajudam e leis que atrapalham. As vezes a mesma lei faz as duas coisas, de acordo com o ponto de vista. No caso de RP, realmente nossa lei precisa de revisão. Revisão é diferente de MAIS leis. Lei demais sempre amarra. Mas lei nenhuma dá abertura para comportamentos antiéticos, sem punição. É bom considerar a complexidade do fim da regulamentação profissional que, se (quando?) vier, deve ser muito bem admininstrada.
E corporativismo tem o bom e o ruim. O ruim é aquele em que a profissão se fecha, há favorecimentos, atritos com outros profissionais etc. Esse não ajuda nada. Mas tem um outro que faz muito bem. É aquele em que os colegas se ajudam no desenvolvimento: promovem ações, cursos, eventos etc voltados especificamente para sua área; contribuem para a qualidade da formação universitária no seu curso de origem; agem como grupo para resolver as questões da profissão - isso tudo buscando diferenciar-se, respeitando a saudável livre concorrência no mercado. -
Imagino que queira saber sobre o trabalho de RP em instituição religiosa, certo?
Bem, nem preciso me prolongar nisso. Do ponto de vista de RP, uma instituição religiosa pode ser vista como uma organização como qualquer outra. Tem seus públicos, seus gestores, suas lideranças e os canais ideais a serem mapeados e usados. Tal como seria para qualquer outro segmento, é preciso definir as estratégias que melhor atendem a cada caso.
Apenas acho importante que o RP responsável também faça parte da mesma religião, para que não haja conflitos éticos e espirituais na elaboração dos conteúdos das mensagens (tal como seria recomendável em qualquer outro setor que o RP responsável esteja de acordo com que está sendo passado ao público) -
asked by betaldi
Teaser-trailer que nada, o filme já tá nos créditos!
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asked by betaldi
Uai, eu respondo o que acho que tem que responder de um jeito que eu pense que deu pra entender. Se não acho que tem como responder de um jeito inteligível nem respondo.
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asked by betaldi
Nossa! Tentando pensar uma resposta acabei entendendo perfeitamente a decisão do Dr. Manhattan!
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asked by betaldi
Ele nem era o cara mais inteligente do mundo (pq era aquele outro que não lembro o nome, hehe) e, convenhamos: ele era um cafajeste, né, vide seus casos amorosos... Vai esperar o que dum cara desses?
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Calçou o sapato, levou um sopapo, tomou sopa de sapólio com um supersaponáceo e separou da sapa!
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Mandarim para negócios
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Um que eu não tenha que dirigir nem enfrentar congetsionamento. Não gosto de carros, aliás.
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Dois: Brasil e Argentina. Sim, eu sei que moro no Brasil, mas quando eu tava na Argentina eu viajei pro Brasil, não é?
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asked by betaldi
Eu apareceria pra todo mundo de um jeito que nao deixasse dúvidas de que eu existo, E diria de um jeito que todo mundo entendesse: "Sim, vocês têm livre arbítrio. Isso quer dizer que SEMPRE estiveram por conta própria, e assim continuarão. Até nunca mais, vou ali criar outro universo".
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Sim, acho que é possível. Isso vai depender da área em que a pessoa se destaca, se há empresas antenadas nesse tipo de visibilidade que teriam interesse, entre outros fatores. Geralmente esse "destaque" se dá num nicho específico, então é preciso contar que exista também um abiente propício para que suas ações chamem a atenção do empregador. E, é claro, se você está ativamente procurando, ao invés de esperar ser procurado, isso facilita bastante.
Não sei se são bons exemplos, mas os mais famosos de que me lembro agora são o da apresentadora Marimoon (MTV) e de duas publicitárias de BH que tinham um blog que depois se tornou série na GNT (Mothern). Recentemente, na Austrália, um jovem foi contratado depois de criar um vírus para o iPhone (ou seja, há todo tipo de destaque...). Na verdade, eu mesmo uma vez recebi um telefonema de uma agência de Comunicação para uma entrevista, que disse que eu fui indicado por uma pessoa que me conhecia apenas pela internet, do Horizonte RP.
Falando apenas pela minha percepção, essas áreas artes/entretenimento e, principalmente, tecnologia, parecem ser as mais abertas a isso. Não me lembro de outros exemplos, mas já ouvi dizer que há muitos jovens sendo contratados para cuidar de mídias digitais em agências de publicidade ou empresas, tendo a sua atuação prévia nas redes como grande diferencial. Já vi reportagens há pouco tempo em jornais também sobre as empresas que estão incluindo a busca do nome dos candidatos em redes sociais como forma de avaliação, e certamente os que se mostram como referência para outros de sua área no mundo virtual levam vantagem. E a tendência é que esse tipo de avaliação se torne cada vez mais comum. -
Nâo me considero, nem aspirante. Modéstia à parte, se me permite, considero-me sim bastante inteligente. Mas sou do tipo CDF, não intelectual (pelo menos pelo que eu considero os respectivos estereótipos). Gosto de pesquisar e descobrir coisas - mas não gosto nem conheço a maioria das coisas "sofisticadas" relacionadas aos intelectuais, nem acho que tenho o mesmo tipo de comportamento. A minha foto acho que reflete mesmo é esse meu jeito de CDF, hehe.
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asked by VickMuniz
(Repito aqui a pergunta completa, que foi repartida por falta de espaço)
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"É perceptível o crescimento das comunicações no segmento religioso, cada vez mais as instituições religiosas, indepedente do seu credo, tem buscado se inserir no "mundo virtual" para se comunicar com seu público-alvo. Eu acredito que este é um nicho de mercado que pode ser explorado pelos RPs, mas, para isso,é necessário se despir de qualquer preconceito. O que você acha sobre esse campo de atuação?"
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As instituições religiosas são organizações que, como qualquer outra, possuem públicos distintos que, por sua vez, podem ser segmentados e vão precisar cada um de um discurso específico e uma forma de relacionamento adequada. Já existe aí um campo de ação para o RP, independente da plataforma.
O que define a plataforma que será usada, normalmente, é o público - ou seja, aquela onde ele recebe ou pode receber as informações da instituição. Afinal, se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé (desculpe, não pude me conter, hehe).
Se a instituição religiosa tem um bom trabalho de RP e identifica que seu público está nos meios virtuais, basta investir nestes meios. Claro, deve adaptar seu discurso, pois a formalidade e o tradicionalismo extremados não combinam muito essas novas tecnologias, mas a criatividade nunca foi antônimo de seriedade.
Quando você diz que "é necessário se despir de qualquer preconceito", não entendi bem se está se referindo ao preconceito das religiões com as novas tecnologias ou ao preconceito da sociedade quanto à entrada de uma instituição desse tipo em meios conhecidos por uma liberdade e flexibilidade muito grande de valores. O primeiro caso já foi respondido acima. O segundo é uma questão de construir com cuidado o discurso - algo em que a maioria das religiões já está mais do que escolada. Creio que muitas apenas não entraram ainda por um receio típico de instituições conservadoras, assim como acontece com muitos órgãos governamentais.
Apenas faço uma observação quanto ao perfil profssional do RP paraesta área. Na minha opinião, o RP de uma instituição religiosa deve prezar pelo profissionalismo. Como é muito provável que ele pertença à religião (ou pelo menos não seja contrário a ela), é preciso que ele atente bem para a linha que separa a comunicação institucional da informação voltada à doutrinação. -
asked by VickMuniz
Concordo com ele, e concordo que qualquer área que esteja inserida no mercado e que tenha mensagens a serem comunicadas pode ser explorada pelos RPs.
Tive uma passagem pela Secretaria de Estado de Saúde de MG, quando trabalhei no núcleo de mobilização social, desenvolvendo o projeto de comunicação de um programa de redução da mortalidade materna e infantil. Veja que era um núcleo específico, voltado para comunicação e mobilização. Além disso existia o setor de RP da Secretaria.
A área da saúde - tal como a da educação, a do transporte, do turismo etc - tem mensagens a passar, e públicos diferentes que precisam de discursos diferentes. Tanto no setor governamental, como no privado e no terceiro setor. E nada melhor para isso do que um profissional cuja função seja traduzir, disseminar as mensagens e promover a compreensão delas e um relacionamento produtivo entre a instituição e os públicos. -
Para ser sincero, não me lembro, pois não comprei nenhum recentemente. Além disso, os livros ligados à área de comunicação que tenho lido quase nunca são especificamente sobre RP.
Na minha opinião, a produção literária brasileira focada diretamente em RP tem sido muito pequena e muito acadêmica. A maioria dos livros é resultado de teses, reúne artigos científicos ou tem como autores pessoas mais voltadas às teorias. É uma produção importantíssima, mas que interessa menos a quem está no mercado do que livros que tratam mais diretamente deste ambiente de trabalho.
Isto, claro, se considerarmos como sendo sobre RP os livros que levam esse nome. Por exemplo, um livro sobre Assessoria de Imprensa escrito por um jornalista, é ou não um livro sobre RP? E um livro sobre organização de eventos escrito por uma turismóloga com anos de prática no mercado? Ou um livro como "O Ponto da Virada", que li recentemente, e trata do papel de diferentes atores na construção de uma "epidemia" (uma mensagem que se espalha rapidamente no boca a boca): a comunicação, e não apenas RP, está presente em apenas uma parte do texto, mas todo o conteúdo é útil para a prática profissional. Posso dizer que é um livro sobre RP? Seria necessário ter isso claro também para poder responder melhor a pergunta.
Ultimamente tenho me atualizado mais por meio de blogs (vide o "Melhores posts de RP" que faço no Horizonte RP), sites especializados com artigos (como o Nós da Comunicação e o Mundo RP) e, na parte teórica, por artigos científicos publicados e divulgados, conforme minha curiosidade sobre o tema ou a necessidade desta carga qualificada de informações para trabalhos específicos.
Tenho tentado alternar também entre livros técnico/teóricos e livros de outras áreas ou, ainda, de literatura. Como infelizmente não tenho a habilidade de ler mais de um livro ao mesmo tempo, como algumas pessoas fazem, geralmente essa alternância me toma uma bocado de tempo. Prefiro então não comprar um livro a comprá-lo para ler apenas uma parte e deixar guardado durante meses. -
Até agora não. Aé entrei e não vi nada diferente do formspring. Ou seja: mudar pra quê?
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Conheço a opinião dele há tempos e a minha sempre foi exatamente a mesma: o registro é obrigatório para a atuação profissional, por uma questão legal. Não é uma questão de escolha, se devo ou não, se vale a pena ou não. Se vamos discursar sobre responsabilidade social das empresas, atendimento às leis etc, então que sejamos exemplos, atendamos às leis que nos regem. Se a atuação do Conselho é insatisfatória, se não contribui para a vida do profissional, então nossa função é MUDAR a lei para encontrar uma solução definitiva, e não apenas ignorá-la para depois ficar eternamente reclamando do incômodo.
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A primeira pergunta eu divido em duas questões distintas: uma é a importância da atuação de um órgão de classe para uma profissão; a outra é o que ocorre na prática em cada caso específico, focando aqui na profissão de RP.
Quanto à primeira questão, considero a existência de órgãos de classe um fator muito importante para o desenvolvimento de uma profissão. Quando falo de órgãos, refiro-me não só a Conselhos, mas também a sindicatos e associações, que muitas vezes têm sem papel confundido com o dos Conselhos. Um Conselho é essencialmente regulamentador, e tem o papel de fiscalizar a lei e a ética específicas da profissão. Realização de cursos, eventos, premiações etc são papéis principalmente das associações e sindicatos, sendo estes últimos também os responsáveis pelo estabelecimento de piso salarial e outras questões trabalhistas.
Acho esta introdução importante porque algumas vezes a frustração com um destes órgãos vem nem tanto de sua má atuação, mas de expectativas direcionadas para o lugar errado.
Na minha opinião, a legislação de RP brasileira precisa urgentemente de uma revisão geral. E o Conselho, com essa mudança, passaria a focar-se mais na fiscalizaão da prática profissional (ou seja, da ética) do que na formação dos praticantes.
Daí passamos à segunda parte da questão, saindo da teoria e indo para a prática atual dos nossos Conselhos. Quando você pergunta minha opinião sobre a "validade", entendo que quer saber se estou satisfeito ou não. Bem, apesar de considerar a importância teórica já dita anteriormente, acho que a prática realmente não tem sido satisfatória. Por já ter atuado como Conselheiro, digo que existem diversos fatores para isso. Aí estão incluídos, sim, a falta de verba, que advém do baixissimo número de registros e pouca participação dos registrados (embora muitos profissionais não aceitem esse argumento e considerem isso empurra o problema para outrs). Mas também há toda uma estrutura burocrática que trava os processos, e que também precisa de urgente revisão.
Vale lembrar que o Conselho em si não passa de um órgão - uma coisa que existe no papel e que tem sedes físicas. Para que qualquer ação ocorra, precisa de pessoas. E qualquer mudança - ou permanência - depende de quem está à frente dessas ações. O órgão em si eu sempre considerarei importante - pelo menos até o momento em que formos capazes de criar um outro, autorregulamentador, o que considero a situação ideal, mas creio estarmos longe disso ainda como categoria. Se o Sistema Conferp se mantiver no mesmo ritmo dos últimos anos, continuará tendo uma atuação insatisfatória, e não acho que dará conta das mudanças do mercado e dos valores da sociedade e dos profissionais. Ou seja, continuará sendo o guardião de uma lei que refletia outra cultura e outros tempos, não mais os nossos.
Quanto à minha opinião tender a mudar ou não, eu prefiro falar em possibilidade. Sim, ela sempre pode mudar - para melhor ou para pior, isso depende apenas da atuação do Conselho. Gostaria muito de me surpreender com uma guinada repentina, com os Conselhos gerando ações com visibilidade e relevância para o cotidiano dos profissionais, sendo realmente capazes de mobilizá-los. Mas isso não é algo que normalmente aconteça de uma hora para outra, nem sem mudanças internas extremamente necessárias no momento.
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Pedro Souza Pinto’s Bio
Mineiro, formado em Relações Públicas, típico virginiano (mesmo não acreditando nessas coisas), curioso por tudo de novo na web e paciente além da compreensão humana.


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