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Acho que nunca teve muita graça não.
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Hmm... serve uma viagem do colégio quando um amigo meu dormiu no meu quarto? Éramos 5 meninas no quarto e eu aposto que era proibido um menino dormir no nosso quarto, mas ele ficou no nosso quarto conversando, quando foi tentar ir pro dele dormir, os colegas de quarto dele tinham trancado a porta.
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De muita gente, infelizmente... Ficar mudando de cidade dá nisso...
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Vou pensar numas perguntas bem cabeludas pra você, viu!
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Seriados e filmes baixado, internet, Fable e/ou Neverwinter Nights.
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Minhas maquiagens, meu ventilador, os controles remotos da tv do conversor da tv a cabo, minha moringa cheia de água gelada.
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Fazer pergunta que eu já respondi não tem graça! :p
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Sal, tequila, limão.
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Bom, sei lá, acho que seria uma mistura de Antes do Amanhecer com 500 dias com ela. Eu sentada num trem viajando pela Europa ouvindo alguma música meio desconhecida, que só eu amo, aí ele faz algum comentário sobre a música. Eu demoro a entender, por que ele não falou português e eu não estava esperando ser abordada... aí quando eu finalmente entendo, nós começamos a conversar e ele me conhece a descer com ele na próxima cidade em que o trem parar...
Ou então eu estou lendo algum livro em um lugar público, sozinha, concentrada e alheia ao mundo ao meu redor. De repente ele me interrompe e pergunta por que eu estou tão triste. Eu digo que não estou. Ele pergunta por quê então meu olhar é tão triste. Eu seguro uma lágrima que quer escorrer, por que só ele conseguiu enxergar toda a tristeza por trás do meu sorriso. Ele me faz rir. Nós conversamos até o anoitecer... -
Como eu já respondi, acho que pro Paulo, a frase tá aí só por que eu achei ela legal. A última vez que eu bebi foi no reveillon e eu acho que não foi suficiente para me deixar alcoolizada até agora...
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Ah, sei lá, nem conheço muito que tipos de pornô existem, não vejo muita graça em ficar vendo outras pessoas transando aleatoriamente ou de maneiras bizarras.
Acho bem mais interessantes filmes eróticos, que até podem envolver muito sexo, mas há uma história, sabe? Agora só tô lembrando de Lucia e o sexo como um exemplo... Sei lá, não sou muito voyeur... -
Achei muito lindo! Mas já tinha visto, acho que o Miguel já tinha passado em algum lugar...
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Bom, eu queria aprender norueguês de verdade e as outras línguas escandinavas, né, sueco, dinamarquês... gosto das línguas do ramo germânico... além disso eu tinha começado a estudar japonês, que eu acho bem legal... nos últimos tempos eu venho sentindo vontade de aprender línguas eslavas também...
Acho que as línguas latinas são as que eu menos tenho vontade de aprender, principalmente por que qualquer semelhança com o português mais me confunde que me ajuda... se bem que romeno deve ser bem legal...
Ah! Se eu pudesse eu estudaria todas as línguas, viu, mas como a pergunta é agora, acho que são as escandinavas mesmo. -
Ai, nem sei direito, aqui não tem lista de quem eu sigo, no following só tem as respostas das pessoas...
É mais o pessoal da Letras, a Lu, a Cal, o Sam, o Miguel, o Zani, o Akio, o Thi, o Laion, a Nathaly, a Panda, o Paulo, o Rafa, o Di, a Eva,a Juju... aí tem mais o Cláudio, a Lori, o Cello Zero, o Trabalho Sujo... bom, esses foram os que eu consegui encontrar na minha página de following clicando umas 5 vezes no more... -
Não, eu não costumo mentir quando estou sóbria. Mas eu me podo muito, me controlo muito, não gosto de deixar transparecer muito de mim. É aquela coisa de falar pouco, ficar mais quieta no meu canto observando que participando ativamente da conversa. Quem me conhece pessoalmente sabe bem como eu sou. Aí eu bebo e esses limites auto-impostos vão diminuindo. Não é que eu fico mais sincera, eu simplesmente falo mais. E mais, e mais e mais. Até falar alto e falo quando estou bêbada e quem me conhece também sabe que normalmente eu falo muito baixo.
E não, eu não respondo essas perguntas bêbada, só acho a frase legal e coloquei aí. O teclado também exerce um efeito libertador sobre mim e eu começo a divagar por escrito, como você deve ter percebido pelas minhas respostas todas longas. -
Tudo depende do sábado à noite em questão, mas a probabilidade é bem maior de eu ficar em casa na companhia do meu note, minha tv e meus livros que de que eu vá pra balada.
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Hmm... difícil essa... acho que eu seria uma espécie de anti-heroína, meio auto-excluída da sociedade. Aí a minha antagonista seria uma patricinha efusiva, alegre, feliz e saltitante, que gosta de tudo, acha tudo bonitinho e fofinho e ela é tão normal e sem personalidade, que quando ela de repente vira zumbi comedora de miolos ninguém além de mim nota a diferença.
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Eu acho difícil dizer que alguma coisa é inalterável... eu acho que provavelmente o que menos se altera a meu respeito é a imagem que tenho de mim mesma. As mudanças já costumam estar consolidadas quando eu percebo que elas aconteceram...
Quanto a querer alterar alguma das minhas características, eu às vezes gostaria de ser uma pessoa mais fácil de se lidar, mas aí começo a pensar em tudo o que eu mudaria e de repente eu seria o tipo de gente que mais me incomoda, então acho melhor continuar como estou mesmo.
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