Perguntar não ofende, mesmo.
Recent Responses
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Começaria a comer cérebros também.
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Machucar alguém emocionalmente só pra se sentir bem é tipo tomar veneno e esperar que o outro morra.
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Com uma vontade absurda de escrever.
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Quem devora cadernos e livros pra tirar notas boas são os menos inteligentes.
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Não consigo pensar em nada que não envolva sexo.
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A leveza. É a melhor definição: leveza. Tudo fica leve quando se tem certeza da reciprocidade.
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Não é livro espírita, não.
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É uma frase do Richard Bach, no livro "Longe é um lugar que não existe". Foi o primeiro livro para adultos que me lembro de ter lido; eu era bem criança e tinha gostado bastante na época por causa das ilustrações, que são perfeitas. A história é bem pequena e simples. Já o li muitas vezes, porque é ótimo – recomendo, de verdade. E é um dos livros mais intensos que já li. A história não é grande, mas você consegue sentir aquele significado forte em cada frase, sabe? É aquele tipo de livro que ao terminar de ler a última página você o fecha e fica pensando, olhando pro nada. Acho que tem o mesmo estilo de O Pequeno Príncipe – não em relação ao assunto, mas ao jeito de abordar o tema; o livro inteiro é uma metáfora.
É um livro bastante recomendável e é um dos meus preferidos que quero ter sempre na estante. Aliás, eu até dei esse meu de presente pra @likeahorrorshow. Agora ela cuida dele pra sempre. -
Ah, essa pergunta tá aqui há semanas, já. E eu só sorria quando a via aqui, esperando.
Ah, gosto de fazer tanta coisa com ela que nem sei por onde começar.
Gosto quando ela fica apertando e mordendo minha mão e dizendo que minha mão é gordinha. Quando ela aperta minhas sobrinhas e fala rindo “ah, que gostoso, que gostoso!” e dá um sorriso que é impossível não sorrir junto. Quando eu fico olhando pra ela ou a chamo de linda de propósito só pra ela ficar com vergonha e então ela se esconde no meu peito, me abraçando e ficando rosinha. Quando eu a aperto pela cintura e ela passa os braços por cima dos meus ombros e fica na ponta dos pés, só pra poder ficar nariz com nariz. Quando tenho que ir embora e ela me aperta e fala “ah, não vai não, fica aqui comigo, ô” e faz uma carinha de triste (ela não faz ideia de como isso me atinge, sério). Quando tô andando com ela e ela morde minha mão e meu ombro. Quando ela me morde e eu falo pra ela morder mais forte e ela diz que tem dó, que não consegue. Quando fico deitado no colo dela só sentindo o carinho e querendo que aquilo dure pra sempre. Quando ela me abraça e fica com as mãos nos bolsos de trás da minha calça. Gosto quando no banho fico querendo ajudar a lavar seu cabelo. Quando peço pra ela escovar meus dentes. Quando aperto os dedos dos pés dela e fico morrendo de vontade de morder. Quando ficamos juntos no cantinho da cama. Quando em lugares públicos eu fico morrendo de vontade de puxá-la pro meu colo, mas as pessoas olhariam desconfiadas. Quando dá vontade de tirar a roupa e não podemos. Quando eu começo a cantar uma música qualquer e de repente percebo que ela tá olhando pra mim e sorrindo. Quando estamos comendo juntos e eu falo que vou jogar comida na cara dela. Quando ficamos mais de sete horas no telefone e ainda não queremos desligar. Quando vemos filmes e seriados juntos e ficamos um comparando o outro com os personagens quando acontece alguma coisa engraçada. Quando no meio da madrugada eu falo que tô com fome e ela sorri e fica feliz porque quer que eu fique gordinho. Quando eu a abraço apertado e ela diz que assim ela tá ficando sem ar. Quando ela beija a ponta do meu nariz e dá um sorrisinho meio de lado – e aí sinto aquela certeza de que quero ter filhos e morar junto com ela logo.
Ah, o que gosto de fazer quando tô com ela é difícil de responder – eu poderia continuar falando milhões de coisas. Só estar com ela já é a melhor coisa. -
"Podem os quilômetros separar-nos realmente dos amigos? Se você quer estar com alguém a quem ama, já não está lá?"
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Os quietos e indiferentes.
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Misto-Quente, do Bukowski.
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Ah, que amor de anônimo(a). Gostei de verdade desse desenho.
Volte mais vezes por aqui! É uma ordem! Hihi. -
"Enganam-se aqueles que dizem que o ódio separa. A verdade é que o ódio junta as pessoas. Como disse um jagunço do Guimarães Rosa, quem odeia o outro, leva o outro para a cama. Diferente do fogo da vela, o fogo do ódio é como um vulcão. Não se apaga nunca. Por fora pode parecer adormecido. No fundo, as chamas crepitam. A diferença entre amor e ódio? O amor, por causa da liberdade, abre a mão e deixa o outro ir. No amor existe a permanente possibilidade de separação. Mas o ódio segura. Não tenha dúvidas. Os casamentos mais sólidos são baseados no ódio. E sabe por que o ódio não deixa ir? Porque ele não suporta a fantasia do outro, voando livre, feliz. O ódio constrói gaiolas, e ali dentro ficam os dois, moendo-se mutuamente numa máquina de moer carne que gira sem parar, cada um se nutrindo da infelicidade que pode causar no outro. As pessoas ficam juntas para se torturarem. Não menospreze o poder do sadismo. Ah! A suprema felicidade de fazer o outro infeliz!"
Rubem Alves -
Dor de mordidas no ombro, ora.
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Athos’s Bio
Jundiaí - SP
Achei uma sombra confortável e descobri que todo o resto é sombra de árvores alheias.



