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Essa pergunta parece a música do Eduardo Dusek, "troque seu cachorro por uma criança pobre". Ha. E também é uma pergunta muito difícil de responder. Mas, pensando, racionando e tentando, acho que não. Meus gatos não me dão trabalho. Ficam na deles, o máximo que querem é um pouco de carinho de vez em quando e ração. Agora, o ser humano é um bicho muito complicado. Depois da experiência que tive no mês passado, em que o filho do pintor que estava trabalhando aqui em casa (o moleque tinha menos de 16 anos) roubou uma caralhada que de coisas que estavam nos meus armários, gavetas e o escambau, tenho minhas ressalvas.
Eu também acho que a gente tem que fazer opções na vida. Eu optei por ajudar gatos, tirar da rua, dar banho, castrar e botar para a adoção. Fico com eles aqui em casa o tempo que for necessário. É um projeto que casou mais com o meu ponto de vista e com o meu estilo.
Assim, pensando e repensando a resposta, não, não trocaria. Eles são os meus filhos. Ajudo os outros no que posso, mas meus gatos ninguém tira. Sem a menor hipocrisia. Eu prefiro os meus gatos. Ponto. -
Ok, começando com maiúsculas. Ha. Bem, os dois filmes são legais, o primeiro é um clássico, o segundo é um tanto... sei lá. Inacreditável. Ainda mais porque americano tem mania de ser abduzido. Ainda bem que moro no Brasil, onde a gordura e a loucura são menores. Ta-da.
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ando ouvindo bandas escocesas, ou que falem inglês com algum sotaque -- sabe-se lá pq. minha favorita ultimamente é we were promised jetpacks. mas também recomendo the twilight sad, frightened rabbit e uma outra que esqueci o nome. aliás, uma tal chamada the veils também é muito boa. baixe todas. mas tenha carinho especial por we were promised jetpacks. eles são muito bons. muito mesmo. especialmente it's thunder and it's lightning. e conductor.
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cursar letras é uma maldição. aquelas que nunca terminam, que nem aquela maldição do comecinho do sandman, sabe, do eterno despertar. agora estou com a matrícula trancada -- pq ia enlouquecer. minha via crúcis vai ser longa. e penosa. que nem uma galinha de macumba. hahaa...
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Ih, depende. Sou uma pessoa que tem muitas facetas de personalidade, então, vamos lá.
Para a minha faceta dramática, começaria com Sympathy for the devil, dos Rolling Stones e terminaria com Oh Fortuna, do Carl Orff.
Para a minha faceta gótica, começaria com Bela Lugosi's Dead, do Bauhaus e terminaria com The Last Song, do Trisomie 21.
Para a minha faceta bicha, começaria com Blue Savannah, do Erasure e terminaria com I Will Survive, da Gloria Gaynor (ha, que ironia...).
Para a minha faceta volúvel e diária, que é a que mais muda de bandas favoritas da semana, ultimamente começaria com It's Thunder and It's Lightning, do We Were Promised Jetpacks e terminaria com Elephant Gun, do Beirut.
Eu acho que é isso. Mas poderia continuar falando de diversas outras, incansavelmente. Pff. Não achava que essa pergunta seria tão, tão difíciR. -
I haven't really eaten anything weird, except for the food combinations I prepare at home. Or maybe I have, but I'm not aware of it. Oh, the things cooks and waiters put in your food and you don't know...
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Probably someone mean, like Bette Davis. Not that I'm a mean person, which I should but am not, but I would hate to see someone like Sandra Dee portraying me. Pff.
Maybe Joan Crawford... Hmm... I guess I should choose someone that is actually live.
Ok. Edward Norton. Hahaha...
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Alessandra’s Bio
Lives, loves, dies, writes, draws, tries, fights, cries, yells, sleeps, thinks, fucks, sighs, moans, smiles, laughs, listens, adores, procrastinates, talks, sings, loves, encourages, helps, kills, if necessary.

