''Sinto mais do que demonstro. Sei mais do que aparento.''

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    1. Anny F., Lolita

      Olá, anony...

      Bom, eu não sei como está por aqui diariamente, pois eu tenho entrado menos.. Mas sinto saudade de muitas pessoas que desativaram. Mas poxa, a galera, grande parte dos que você citou, ainda está por aqui... Eu, particularmente, talvez tenha me distanciado, mas não foi por vontade. Me distanciei naturalmente, do forms, e consequentemente, depois que voltei, não sinto que esteja realmente a mesma coisa. Mas isso é porque eu não estive aqui, provavelmente. Mas olha, eu estou aqui, neste momento, poxa... E a galerinha está, mais do que eu, e tenho certeza que eles continuam por aqui alegrando vocês, sendo animados ente si, e principalmente, sendo amigos uns dos outros. Eles se gostam, assim como eu gosto deles demais. Não apenas dos que você mencionou, mas de muitos outros. Saudades, por exemplo, do @meninodosundae (Pedro), @ericvant (Eric), e tinha o @andreffcs (André), que ninguém quase lembra mais, mas eu nunca esqueci. Ele não era bem de algum grupo, mas eu amava prosear com ele. Estava sempre interessado em saber como tinha passado o dia, se estava bem, conhecer melhor a mim e as pessoas daqui. Eu o considerava muito, e não esqueço as pessoas que gostem, mesmo que tenham desativado ano passado, como foi o caso dele. A Gê, a Jeh, o Thiago, Vick, Lu, Babi, Sá, enfim... Todos os que citou, com exceção da Treice, que acho que desativou, e da Anny, que não sei se ainda está por aqui, estão aqui! Fique feliz por isso, está bem? Eu sei que sente falta da nossa extrema união, mas eu acho que é porque essa amizade verdadeira, é mais visível quando temos de defender uns aos outros de ataques, por exemplo, o que, graças à Deus, não tem mais ocorrido. Enfim, cuida-te, anony. E eu adoraria saber quem és, sinto que é alguma pessoa super do bem!

      Beijoca, :*

    2. Anny F., Lolita

      Oi, Querino... Eu estou chateada, triste e preocupada.. Nem sei bem como classificar isso, sabe.

      Eu sempre tive isso de aparecerem manchas roxas no meu corpo, mesmo sem ter batido em algum lugar. Mas há um tempo, começaram a surgir algumas manchas maiores (hematomas), no meu braço esquerdo. Essas manchas doem, e fica um aspecto de como alguém tivesse me batido agressivamente, mas óbvio que isso jamais ocorreu. Então eu comecei a pesquisar sobre essas manchas, e coloquei também outros sintomas que tenho, juntamente com isso, ontem, e surgiram resultados sobre "leucemia". Eu fui ler, e tudo se encaixava, e eu estou agora com uma sensação ruim de "e se for isso?", " e se eu tiver algo assim? o que eu vou fazer da minha vida?!". Meu melhor amigo disse que eu não devo pensar nisso, e que não deve ser nada... Também, se for, eu não quero saber... Não farei exames, não quero resultados. Não comentarei com meus pais ou coisa parecida... Seja o que for, não é de agora mesmo, então... Deixa continuar. Só estou assustada porque jamais tinha me passado essa possibilidade... Não sei o que pensar, estou chateada com muitas coisas que nem saberia mencionar aqui, porque muitos pensamentos me surgem por conta disso.. Mas enfim.Obrigada por perguntar, e pelo ombro amigo de sempre. Foi bom colocar pra fora em palavras.. Desculpa, eu só precisava desabafar, porque estou cheia de 'dúvidas" , incertezas, e medos. Mas, está tudo bem, eu sei..

      Beijo, menino. Fica bem.

    3. Anny F., Lolita

      Perguntar isso para uma garota feia, é cruel e irônico, sabe? Mas enfim.


      Acho que pessoas muito bonitas, também sofrem preconceito. Aquela coisa de serem julgadas pela aparência, e terem suas qualidades intelectuais, quando são elevadas subestimadas, ou terem a falta dessa capacidade, disfarçada por conta da beleza. Uma mulher muito bonita, por exemplo, muitas vezes de longe, já é taxada de "burra", porque há um bendito preconceito de que mulher bonita, é burra. Existem muitos casos de mulheres (e homens também) que são assediados sexualmente em seus empregos, por chefes ou outros colegas de trabalho, o que deve ser extremamente constrangedor, por serem muito bonitos. Uma pessoa muito bonita, pode ter facilidade de encontrar um emprego melhor, como também pode não ter nem a chance de mostrar seu potencial, pelo estereótipo de "linda por fora, cérebro de ervilha". E na vida pessoal, conheço muitas pessoas que por serem muito bonitas, tem aquela sensação de que pessoas do sexo oposto se interessam por elas, só pela beleza, e não pelo conteúdo... E isso, são só alguns exemplos. Com certeza, a beleza ajuda, mas também atrapalha.

    4. Anny F., Lolita

      Arte de menina, ESTILO de mulher (y) βσα σ รμƒιcιêηтê ρяα αβαℓαя α รμα mεηтêh • ρεяƒειιтα³ ηα mεdιιdα ρяα εรтяαgαя α รμμα vιιdα!

      *******************************************
      ______*♥* *♥*______• αdσrσ qυє мє iиνєנєм є мє qυє σdєiєм, Pσrqυє иιиgυєм iиνєנα σ fєισ, є иєм σ∂єια σ frαcσ •


      •.Tudo quє єu quєяσ acσиtєcє, єh šσh uмa quєštãσ dє tємpσ•.


      → Pσรรσ รєя ค รσluçãσ dσร รєuร þяσßlємคร...Ou คþєиคร σ cσмєçσ dє тσdσร єlєร!!! ←
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      ______*♥* *♥*______

    5. Anny F., Lolita

      Saúde. Se eu a tivesse, eu poderia voltar a lutar por todas as minhas coisas, como sempre fiz, e alcançaria a minha felicidade. Capacidade eu tenho, força de vontade, eu tenho. Mas resistência física, não.

    6. Anny F., Lolita

      3 days ago
      -

      Possível, é, pois já vi casos que aconteceram, de recuperação sem ajuda especializada. Entretanto, eu digo que isso é muito raro.

      Uma pessoa viciada, dependente química de drogas pesadas, precisará mais do que de força de vontade para sair das drogas. Acho que a recuperação de alguém assim, ocorre como a de uma pessoa que sofra de um transtorno psicológico (seja ele qual for), por exemplo. Ou seja, tem de haver um equilíbrio entre ajuda especializada, e motivação pessoal. De nada adianta um dependente químico ter acesso à clínicas muito boas, médicos muito bons, se ele não tiver vontade ou não quiser esta ajuda, assim como não vai ser muito promissor se ele tiver força de vontade e algo que o motive a sair das drogas, se ele não tiver um apoio especializado para ajudar a encontrar um equilíbrio emocional. No caso de a pessoa tentar se ajudar sozinha, ter essa força de vontade, eu acredito muito que ela tenha bastante probabilidade de sair das drogas, mas também muitas chances de recair, talvez um pouco maior do que com o acompanhamento de especialistas que poderão estar orientando esta pessoa, após o tratamento. Mas realmente, ao meu ver, não é impossível, entretanto, se uma pessoa conseguir ficar "limpa" sozinha, eu a aconselharia a procurar auxílio de profissionais, pois com essa força de vontade e ajuda médica, ela pode se curar definitivamente.

    7. Anny F., Lolita

      Sim, tive todo os motivos para desistir, ou achei que tinha, por não aguentar mais o sofrimento que ela causava em minha vida, mesmo sem querer. Por que eu não desisti? Porque essa pessoa, sou eu.

    8. Anny F., Lolita

      A vida é curta demais para tentar ser quem não somos, apenas para sermos aceitos, ou nos encaixarmos em algum padrão criado pelas outras pessoas. A vida é curta demais, para deixar de nos fazermos felizes, apenas para que os demais estejam satisfeitos.

    9. Anny F., Lolita

      Tem grandes chances de se arrepender demais, mas também tem chance de saber que cada passo que deu antes, foi o que ajudou a chegar onde está agora; tem muita chance de aprender com o que passou, reconhecer os erros, e acertar no presente. Quem olha muito para trás, tem dois caminhos a escolher: ou se encontrar, ou se perder.

    10. Anny F., Lolita

      Quando você sonha demais, e por mais que você conquiste, torne-os realidade, e mesmo assim não se sente completo, não se sente preenchido, é pior. Porque você acaba descobrindo que não sabe o que realmente falta. Isso se torna um vazio existencial, algo entre "você e você", que nada supre. É triste, Às vezes angustiante. Aquela sensação de ter tudo, e não ter nada. D e ter tudo que sonhou, mas não ter o que precisa, e não saber o que ainda falta. Isso, é pior.

    11. Anny F., Lolita

      Thiago, não se trata de "restringir a liberdade das pessoas", trata-se de bom senso. Eu não tenho de ser a favor de pessoas andando nuas ou não, pelas ruas. Acho que não sou eu ou um sistema quem as proíbe, mas sim o seu bom senso.

      Supondo que fosse decretada uma lei de que andar nu, não seria mais um atentado ao pudor, você acha que as pessoas iriam sair de suas casas, para trabalhar, ou diante de seus filhos e familiares, nuas? E algumas poucas "liberais" que ousassem sair, acha que as demais, não se sentiriam constrangidas naturalmente, de estarem em um ambiente de trabalho ou algo semelhante regado à nudez? Homens não conseguiriam se concentrar em seus afazeres vendo mulheres desnudas por aí. Entre outras situações que não vem ao caso mencionar, você pode imaginar. Enfim, seria além de algo sem noção, um CAOS.

      {reflita e pega leve com a presunção da formulação das perguntas; não sou boba como você parece supor, e sei onde quer chegar com esse "restringir liberdade".}. Tenha uma boa tarde.

    12. Anny F., Lolita

      Anony, perdoe-me! Sua ask é de 2 semanas atras, e só neste momento estou vendo. Não sei que desatenção foi esta minha, mas sua pergunta estava aqui, entre outras tantas mandadas diretamente para mim. Enfim, irei respondê-la agora.

      Uau... Meu anjo, vamos por partes. Como já mencionei muitas vezes aqui, eu tive depressão, antes de tudo. Desde que eu era criança, eu fui daquelas que comiam muito pouquinho, e só comia se me forçassem. Chegava ao ponto de eu chorar à mesa, enquanto minha mãe forçava me dando a comida na boca, quando eu tinha 7, 8 anos. Eu comia besteira, como a maioria das crianças, mas ainda assim, eu enjoava fácil de tudo. Se eu tinha um pacote com 6 biscoitos recheados, no 3º eu já estava enjoadinha. Quando se tratava de comida mesmo, por exemplo, eu não gostava de carne, e não podia comer. Das poucas vezes que minha mãe forçou, eu passei mal e vomitava, naturalmente. Eu sempre fui muito conversadeira, muito comunicativa, brincalhona, mas tinha meus momentos sérios, de gostar de me isolar. Quando cheguei aos meus 14, 15 anos, eu estava afundada na depressão, sem compreender ao certo o porquê. Com isso, eu que antes já vivia assim, esquecendo de me alimentar, porque estava sempre focada demais na escola, que era rígida, passei a não me alimentar, praticamente. SEMPRE que eu comia até uma bolacha, eu sentia vontade de chorar, tristeza, me sentia culpada mas NÃO SABIA PORQUÊ.

      Sempre fui magrelinha, e nunca pensei em fazer dietas, ou algo assim. Então, até ali, era apenas a depressão e o início da anorexia nervosa se instalando, sem eu compreender, sem eu ter vontade.. Eu estudei em 12 escolas até concluir o colegial, pois meu pai era sempre transferido de cidade, no emprego dele. Eu tinha de me re-adaptar muitas vezes, à diferentes lugares e pessoas. Meus pais nunca me pressionaram no colégio, para ir bem, mas eu me cobrava demais. Os colégios que eu frequentei, tinham provas e simulados TODOS os sábados, toda semana. Eu estudava pela manhã, e ao invés de ir para casa como a maioria, almoçar, e voltar 2 horas depois, eu ficava por lá. E ao invés de comprar algo para comer, eu continuava ali, repassando o assunto na biblioteca, e já ia direto para a sala fazer as provas. Em casa, eu chegava, dormia um pouco durante o dia, e a noite eu virava inteira estudando para o dia seguinte. Eu queria estar à frente, embora eu nunca precisasse de notas para passar, após o 1º semestre, eu tinha um medo irracional de ser reprovada. Tinham atividades extras além da escola, e eu me focava muito, porque eu AMAVA estudar, amava estar sempre com a mente ocupada à mil, porque isso me fazia ficar longe dos meus pensamentos que me distanciavam da realidade, das minhas tristezas que nem eu sabia o porquê.

      Então, eu parei mesmo de me alimentar, pela culpa que eu nem sabia porque ocorria sempre que eu comia algo. A doença se instalou de vez, quando eu passei a me ver no espelho, ainda mais esquelética do que era naturalmente. Eu não entendia porque, mas eu gostava de me ver destruindo a mim mesma, com os ossos ainda mais à mostra. Eu sabia que não era normal, mas eu GOSTAVA. Aí, eu tava doente, sem saber ao menos o que era um transtorno alimentar. Nunca havia ouvido falar. E desde então, a minha vida é um inferno. Portanto, eu lhe afirmo que anorexia nervosa, ou bulimia ou qualquer outro trastorno alimentar, não se escolhe, não se aprende. "Annas e mias", as menininhas que existem afora pela internet, ensinando a ter doença, não considero elas anoréxicas ou mesmo bulímicas. Considero elas sem noção, porque quem REALMENTE tem alguma dessas doenças malditas, sabe o inferno que e, e não deseja isso nem pro pior inimigo... Alguém quer aprender a ter câncer? Alguém ensina a ter? Poxa, meu anjo, entenda que, se o seu problema realmente é o seu corpo, e se for REAL, se você realmente tiver um pouquinho acima do peso, procure nutricionista, academia. VIVA bem, com saúde. Uma doença não vai te fazer sentir mais bonita. E como deu para entender, comigo foi todo um processo, e quanto à "esquecer de comer", é porque eu já tinha isso, comigo mesmo. Talvez, vai saber, já era algum sinal do meu cérebro, ainda na infância, não sei... Ninguém sabe explicar a anorexia nervosa ao certo. O cérebro de uma pessoa que realmente desenvolve o problema, pois sim, temos disfunções neuroquímicas ainda não bem compreendidas em estudos médicos. Não dá pra ser feliz sendo gorda? Olha, nunca fui gorda, mas me senti assim, conforme a doença foi se instalando. Não me senti gorda pra adoecer. Eu adoeci, e passei a me sentir gorda.

      Portanto também, se você for mesmo mais cheinha, eu não sei, pois não sei quem és, faça o que lhe disse. Pratique exercícios, faça uma dieta saudável, pois de NADA ADIANTA, ser magrela e não ter forças pra caminhar, nem pra sorrir! Você quer ser magra dentro de um caixão? É pra isso que quer emagrecer? Para morrer, meu anjo? Tenho certeza de que não. Eu, estava me matando, eu me mato todos os dias, todas as vezes que não me obrigo a me alimentar. Sou uma suicida lenta. Não faça isso com você. Se você NÃO TEM a doença, é porque você NÃO TEM QUE TER! NÃO SE ESCOLHE TER UM TRANSTORNO PSICOLÓGICO, não se escolhe ter doença alguma. Por favor, pare com isso de querer vomitar, ou deixar de comer. Se quiser conversar comigo, se identifique e deixo meu msn, na sua inbox, e eu converso melhor com você, e até te dou umas orientações melhores do que fazer e de quem procurar, para ter QUALIDADE de vida, não para ser doente. Desculpa, mas eu não sou uma "pró-ana mia", eu não ensino doença, até porque eu não aprendi. Eu SOU doente, e se eu pudesse, eu queria ter tido alguém na época, que me dissesse o que estava acontecendo comigo. Porque hoje, eu não consigo sair disso sozinha. Eu desejo que você seja feliz, seja quem for. Cuide do seu corpo, cuide de você! Beijoca, coração.

    13. Anny F., Lolita

      Olha, Thiago, você acha mesmo que esta sua pergunta é digna de que eu gaste meu precioso tempo PENSANDO? Acho que você, é quem deveria pensar melhor antes de mandar esse tipo de pergunta, pois se não percebe, ela chega a ser ofensiva à mulher que eu sou.

      Tenha uma boa noite.

    14. Anny F., Lolita
      annyprincess2 responded to thaiai 29 Mar

      Uau... Sabe... Não digo que todas as pessoas, porque não gosto de generalizações e nem seria justo com as pessoas que ainda entram aqui não por rotina ou "obrigação", mas sim pra passar um tempo, e responder porque gostam, algo útil, ou aprender com alguém mais que possa ensinar através de suas respostas.

      Mas eu diria que sim, existem pessoas que mudaram a forma de responder, e o tipo de perguntas que respondem. Algumas pessoas passaram a responder de forma mais estúpida e até grosseira, à perguntas que poderiam ser levadas de uma outra maneira. Também pessoas que antes respondiam mais coisas interessantes, passaram a zombar de tudo, porque no forms há muitas pessoas que gostam muito mais de ver piadas e respostas mais engraçadas e/ou toscas. Claro que existem as pessoas que sempre foram extremamente brincalhonas, mas com uma observação mais constante, pode-se observar que há outras que se tornaram com o tempo, dessa forma. Ver brincadeira é legal, ver respostas engraçadas e dar uma risada gostosa, é MUITO bom. Mas acho que há pessoas que fazem tanto, que chega a parecer forçado, algo que naturalmente, sem os smiles, talvez a pessoa não fizesse. Mas são poucos os casos que observei, entretanto devem existir muitas pessoas por aí, que mudaram depois dessa contagem. Mas, ninguém é obrigado a dar smiles, assim como também existe pessoas que gostem de todos os tipos de respostas. Tem quem siga mais forms engraçados, ou quem prefira os mais "blasé", e assim vai. Cada um é cada um. Mas <<eu>, particularmente, tenho uma visão de que assim como é chato ver alguém que só responde com "-", "sl", "não", "sim", também é extremamente chato ver 99% de respostas toscas, todos os dias. Tudo tem seu momento, tudo demais, enjoa, a menos que seja NATURAL. E o que é, a gente sabe que é, não precisa se esforçar para ser. Gosto de ver bobagens por aqui, mas quando sinto que foi completamente sem a intenção de CHAMAR ATENÇÃO. E com certeza, com a contagem dos smiles, muita gente passou a competir por isso, a querer chamar atenção por isso, e é muito óbvio quando acontece. Infelizmente.

    15. Anny F., Lolita

      Enrolada...










      Com meu edredom. (Ok, me linche pela piada infeliz. Eu deixo.)

    16. Anny F., Lolita

      Sabe... Eu sempre estranho este termo "Orientação" sexual.

      A impressão que eu tenho é de que você vai até um médico ou uma instituição como se fosse uma auto-escola, só que ao invés de aprender a dirigir, você vai aprender a sua sexualidade. Tipo: "Oi, Anny, então. Estamos aqui nesta aula 3 do módulo 1, e você logo estará com seu certificado de heterossexual autêntica. Siga mais as instruções da página 84, e assim que finalizarmos esta fase, você estará apta". É ridículo, mas confesso que é a impressão que tenho quando leio esta palavra. ORIENTAÇÃO sexual, isso não existe. Ou sim, até existe. Mas para mim, seria no sentido de orientar à forma de exercer a sexualidade, com precauções, usar camisinha etc. "Educação sexual". Eu acredito que uma pessoa que seja homossexual, ela nasce assim. Pode demorar a descobrir, até por conta da sociedade onde ela crescerá, determinar como "padrão aceitável = homem + mulher". Mas desde cedo, ela terá instintos de desejo em pessoas do seu mesmo sexo. Eu sei que a pergunta não era bem isso, mas eu sempre quis comentar a respeito, e eu não tenho, nenhum tipo de preconceito em relação à SEXUALIDADE de nenhuma pessoa, tanto que aceito e compreendo que é natural dela, assim como é natural que alguém nasça heterosxual e tenha instintos, desejos e atração por alguém do sexo oposto. Não se ensina nem se aprende a ser GAY, LÉSBICA, BI, ASSEXUADA ou o que for. Nasce assim, e TODOS merecemos respeito. É isso.

    17. Anny F., Lolita

      Olha! Ninguém jamais me questionou sobre isso. :) A maioria das pessoas que me conhece, pronuncia "Enny", mas algumas pronunciam "Anny" mesmo, com o "A".

      Esse apelido vem de minha mente, na verdade... Nunca gostei do meu nome, então... É que assim. Antigamente, quando comecei a criar minhas contas em vários sites pela internet, eu "assinava": Anny Perfect Angel (ridículo, eu sei, e esse "Perfect Angel era só frescurite mesmo ). "Anny", porque eu usava o começo do meu nome: "An — de Andrêssa", e dobrava o "n", para não ficar estranho. Resultava em "Ann", e acrescentei o "y" do meu sobrenome: "Freyres". Daí, quando conheci meu melhor amigo, eu usava já o "Anny", então ele acostumou, e de tanto ele me chamar também, acostumei ainda mais, comecei a assinar assim em outras coisas (não documentos, obviamente), e me apresentar com esse apelido para as pessoas, e elas começaram a me chamar só assim. Tanto nas redes sociais, quanto em outros lugares.

      É isso... Beijoca, anony! :*

    18. Anny F., Lolita

      Para todos os erros, há o perdão. O que não há, é o esquecimento.

    19. Anny F., Lolita
    20. Anny F., Lolita

      Primeiro: Não me "desfaço" de pessoas, pois elas não são objetos.

      Segundo: Conversar, dialogar, sempre será a melhor solução. É digno, e é a única maneira de, quem sabe, permanecer ao menos os laços de amizade. Coloque-se no lugar do outro, e você compreenderá. Explicar à pessoa que compreende os sentimentos dela, e que respeita, mas infelizmente não é possível correspondê-la da mesma maneira. É o que se pode fazer, e é o mais justo e honesto, tanto com você mesmo quanto com a outra pessoa. Por mais que você não ame, tratar o outro como algo descartável não é o certo a se fazer.

Anny F., Lolita

Em lugar nenhum. Nada me pertence, e eu não pertenço.

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