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Recent Responses
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Vixe. Pesei a mão aqui e joguei a borracha com a velocidade de escape da Mãe Terra!! Acho que agora nunca vai cair! Dsclp.
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Eu estive em uma festa junina no salão da CEU da UFPR em 2009. É um salão grande e com vãos livres compridos, de forma que ele parecia um galpão e a festa, um baile de terceira idade. (Nunca estive em um, mas já passei na frente.)
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Eu falei em critérios? Nossa, como sou mala, né? Hihi. Eu, heim.
Eu e Marcel fomos apresentados em 2008 na internet através de Nayara. Gostava dele porque em nosso primeiro encontro ele provou que sabia de cor os nomes de todas as criaturas de Castlevania! Já tá bão, né? -
Gosto de algumas linhas de ônibus, como essas que vão ao campus. Gosto dos amarelinhos (pequenos, decorativos). Muitas delas, porém, me causam aflição e me obrigam a escutar conversas dos outros, uma das coisas que mais abomino na experiência do espaço público!
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Sim, stalker. Na época fiquei em segundo lugar no PR. Fiz umas provas cansativas de onde trouxe um troféu feio e mal polido que era uma miniatura do Einstein. :~
Ai, meus quinze anos. Que bonito lembrar. E que aflição! -
Mas eu não sei quem é você. Manda umas foto
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Acho que eles são capazes de enxergar.
O processo de achar bonito (que é diferente de achar sëx) não consulta ideologias ou a libido. Nada intermedeia o caminho entre a imagem real e seu anteparo nas retinas, né? Achar bonito não está exatamente sob nossa vontade.
E parem de fazer perguntas mesquinhas. ~~ -
Acho ok. Gosto de investigar como elas justificam a METIDEZ para si. Algumas pessoas têm bons motivos: inteligência, conhecimento, beleza, carros, músculos, joias, roupas, apartamentos espaçosos com tudo que amam dentro!! [Devora o interlocutor com uma bocada só]
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Achei que fariam essa pergunta a todos do formspring, menos a mim. Tenho pudor em responder, mas vou porque a vida é curta (um sopro!). Copio os títulos de minha listinha onde anoto, mas suprimo alguns, pode? Não vou comentar porque tenho preguiça.
Advirto: esse ano não estive preocupado com literatura canônica ou mesmo relevante, como poderão ver. Estive interessado na literatura de agora e menos especificamente na do século XX, não estranhe, pois, os nomes pouco conhecidos/prestigiados.
Não Poesia
Manuel Puig - El Beso de la Mujer Araña
Ernesto Sabato - El Túnel
Roland Barthes - O Prazer do Texto
Yasunari Kawabata - A Casa das Belas Adormecidas
Ingo F. Walther - Pablo Picasso
Jamis Mink - Marcel Duchamp (daquelas coleções, saca?)
Zygmunt Bauman - Amor Líquido
Valêncio Xavier - A Mãe Morrendo e o Menino Mentindo
Adolfo Bioy Casares - La Invención de Morel
Gertrude Stein - The Autobiography of Alice B. Toklas
Paul Griffiths - A Música Moderna
Muriel Spark - A Primavera de Sra. Jean Brodie
Wilson Bueno - Manual de Zoofilia
Ricardo Lísias - O Céu dos Suicidas
Paulo Leminski - Anseios Crípticos 2
Thiago Barbalho - Thiago Barbalho Vai para o Fundo do Poço
Roberto Gomes - Crítica da Razão Tupiniquim
Heinrich Hoffmann - Struwwelpeter
Jamil Snege - Os Verões da Grande Leitoa Branca
Herberto Helder - Os Passos em Volta
Poesia
Antônio Cícero - A Cidade e os Livros
Helena Kolody - Viagem no Espelho
Adília Lopes - Antologia
Eucanaã Ferraz - Desassombro
Eucanaã Ferraz - Sentimental
Eucanaã Ferraz - Rua do Mundo
Paulo Leminski - Winterverno
Paulo Leminski - Ex-Estranho
Ismar Tirelli Neto - Synchronoscópio
Angélica Freitas - Rilke Shake
Angélica Freitas - Um Útero É do Tamanho de um Punho
Bruna Beber - Balés
Raul Bopp - Cobra Norato & Outros Poemas
Paulo Henriques Britto - Formas do Nada
Mariano Marovatto - O Primeiro Voo
Arnaldo Antunes - As Coisas
Augusto de Campos - Despoesia
Augosto de Campos - Não Poemas
Rafael Mantovani - Cão
Drummond - Alguma Poesia
Paulo Scott - Senhor Escuridão
Manoel de Barros - Compêndio para Uso dos Pássaros
Wilson Bueno - Pequeno Tratado de Brinquedos
Manuel Bandeira - Libertinagem & Estrela da Manhã
Wislawa Szymborska - Poemas (trad.: Regina Przybycien)
Elizabeth Bishop - Poemas (trad. Paulo Henriques Britto)
Marcos Siscar - Metade da Arte
Ricardo Domeneck - Cadela sem Logos
Ana Cristina César - Inéditos e Dispersos
Marília Garcia - 20 Poemas para seu Walkman
Fabrício Carpinejar - Terno de Pássaros ao Sul
Alice Sant'Anna - Dobradura
Cláudia Roquette-Pinto - Zona de Sombra
Fabrício Corsaletti - Esquimó
Rainer Maria Rilke - Poemas
Victor Heringer - Automatógrafo
Diego Grando - Sétima do Singular
Fernando Pessoa - Mensagem
Adélia Prado - Bagagem
Armando Freitas Filho - Lar,
Gastão Cruz - Escarpas -
1. Não.
2. Nunca ouvi falar em cidade própria para nudismo.
3. Não. -
Não tenho preferência entre cerveja e vinho. Pode ser amanhã?
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F/G é alegria, é esperança, é Rita Lee/Roberto de Carvalho, é disco, é o prazer das boates, é Rock with You.
G7/13 (13 = 6, né?) é o incômodo, é a espera de voltar para a tônica, é a tristeza do samba, é a agilidade do samba, é Tom, é uma interrogação, sou eu. -
"a flor flore
a aranha tece
o poeta poeta"
Guto Campos -
Rimbaud era mais gato. Pelo menos antes do sol africano.
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Um artista é...
o jeito..
a vibe..
um lance meio melancólico
sabe?
http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=UrySf-3FrAw#t=75s -
Sei lá. Até posso ficar mal por um segundo pensando nas criança, mas logo lembro daquele Pero Sardinha, o primeiro bispo do Brasil, que morreu para ser refeição de índios e volto a achar tudo lindo e feroz.
Além disso, curto "Holocausto Canibal" demais para poder dar uma opinião moral. Curte também? -
"Não se sujeite a isso"
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É Betânia, sem H, e ela não ficou chocada. Não disse isso.
Eu já comentei sobre ela em uma resposta anterior. Betânia guardava uma granada dentro do guarda-roupa que, dizia, seu avô trouxera da Segunda Guerra. Um dia ela me mostrou e disse que se puxasse o pino, poderia destruir o quarteirão. Eu, que dormia duas casas ao lado, nunca me senti verdadeiramente ameaçado. Eles tinham um rottweiler agressivo chamado Iron. Este sim me dava medo.
Alice, sua filha, me convidava para jogar Nintendo 64 e eu ia. Betânia não se sentia constrangida em dar chineladas em seus filhos enquanto eu estava lá. Em alguns momentos chamava as filhas de ESTRUPÍCIO. "Cê não vai me entrar dentro de casa com os pés molhados não, ô, estrupício". A família era um tanto louca.
Eles eram da Igreja Betel (que, lá em Umuarama, ficava ao lado de uma pastelaria) mas não tinham o esteriótipo de "crentes". Betânia tinha o cabelo curto e oxigenado. Apesar disso, ela, certamente depois de ter ouvido um discurso de seu pastor, convenceu minha mãe de que a Walt Disney era coisa do diabo pois havia mensagens subliminares em suas animações, personagens perversos e o próprio Walt Disney era homossexual (!). Minha mãe achou ok, então, desfazer-se de todos os objetos da Walt Disney de casa e foi aí que eu perdi a toalha do Tio Patinhas que eu adorava (onde ele estava mergulhando em uma piscina de moedas).
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André Kangussu’s Bio
Curitiba, Brazil
"São tantas as respostas que eu não sei
Mas me perguntar já é tão gostoso"



