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Era a chata que sentava afastada de tudo e de todos. Sempre fui bem sossegada, só falava um pouco com uma pessoa, e nem era muito por gosto. Minha nota mais baixa foi 8, uma vez em educação física. Gosto bastante de matemática, química e física, nesta ordem. E sempre tive deificuldade em biologia, não sei como, porque hoje acho que é uma matéria super fácil de aprender.
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Tem um, cujo nome é de Deus. Li uma vez em uma comunidade de escritores, gostei tanto que até procurei outros escritos da mesma pessoa.
Deus
Entenda minha descrença, desconhecido interlocutor.
Ela não é oriunda das tormentas que vi e vivi.
Provém das inúmeras e gélidas noites que acordei,
Trêmulo com o cortante frio que jamais senti.
Fujo de olhares impregnados com desprezo.
Ouço palavras vis, travestidas de benevolência.
São pronunciadas com com falsa meditação,
Por homens convictos de Tua existência.
Perco-me na confusão que chamam de Vida.
Calado pelos outros, parei de me expressar.
Guardo para mim as tristes incertezas,
Que poucos ousam questionar.
Todavia, não é o meu silêncio forçado que incomoda.
Tampouco palavras repressoras e olhares de censura.
Não! O que tira meu sono à noite, Senhor,
É essa Tua indiferente – quiçá apenas ausente – postura.
Talvez minha muito limitada mente mortal
Não tenha captado o Vosso grandioso plano.
Mesmo assim, abomino esse propósito maior
Que, sem explicações, subjuga o ser humano.
És tão abstrato! Como Te descobriram; onde estás?
E nem sequer é essa a razão da crença inviabilizada.
Pois de imediato reconheço: eu até poderia ter fé,
Se vivêssemos de forma mais civilizada.
Para uma mera conclusão, calha reforçar o pensamento.
Nunca Te manifestastes, erguestes de alicerce nenhum.
Criamos molde utópico para o nosso próprio Criador,
Mas o vazio é o mesmo. E agora? Criaremos mais um?
Não espero acordar amanhã e encontrar a resposta
Que até hoje, apesar da busca constante, nunca veio.
Mas não nego que ainda sonho em descobrir, algum dia,
Que tudo isso não passa de um surreal devaneio.
Se por ventura a morte me acordar para outra realidade,
Então talvez haja um fio no qual perdure a esperança.
Mas enquanto não deixo a vida, continuo aqui;
O homem sem dormir, a alma que nunca descansa.
http://fernandomd.blogspot.com/
Sem contar As Borboletas, de Vinícius De Moraes, que toda criança, a partir dos seis anos, tem o dever de saber, "Brancas, azuis, amarelas e pretas, brincam na luz as belas borboletas..."
E por fim Retrato, da Cecília Meireles.
Retrato
Eu não tinha este rosto de hoje,
Assim calmo, assim triste, assim magro,
Nem estes olhos tão vazios,
Nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
Tão paradas e frias e mortas;
Eu não tinha este coração
Que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
- Em que espelho ficou perdida
A minha face? -
Uns 2 dias, acho. Pra ficar jogando video game. :T
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Durmo sempre para o lado direito e tem que haver algum barulho, pode ser do ventilador ou até mesmo uma festa. E sempre com coberta.
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Mandando mensagem para o número errado.
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Gosto bastante da Cassie, slá, ela aparenta estar sempre feliz mas também gosto muito muito do Maxxie, de como ele se dá bem com todo mundo, está sempre disposto a ajudar, de como não tem medo do que os outros possam pensar dele. Uk. A primeira. Tenho um pouco de Effy, eu acho, por fingir não me importar e ter uma capacidade incrivelmente incrível de manipular as pessoas, e ainda sair como a coitadinha e um pouco de Jal também, pela paixão dela pela clarineta, amodoro piano. A Pandora, ela é tão ingênua e foufa, com certeza eu gostaria de ter uma amiga igual a ela.
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Já descolori toda a franja. Também já pintei umas partes de verde, ficou maneiro.
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Água quando acordo. '-'
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Zooey Deschanel.
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Tem outra também, do Joy Division, mas não é com essa: http://3.bp.blogspot.com/_75ZStDaXmos/TNP__nmX3oI/AAAAAAAAEns/ojMNWGMJq8c/s1600/joy-division.jpg estampa. Até procurei no google mas não achei. ): Gosto bastante dela porque foi uma das primeiras camisetas de banda que ganhei.
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Costumava ir mais, quando tinha com quem ir, quando tinha mais tempo e quando era mais barato.
Os três mosqueteiros.
Não dá para eu 'escolher' o que quero ver no cinema, até porque o cinema daqui onde moro é pequeno e nem sempre tem o que quero assistir. Anyway, estou esperando que Não tenho medo do escuro chegue aqui logo. -
Uso, só porque ganhei, todos.
Nunca tinha parado pra pensar, mas tenho bastante perfume. Humor 5, kriska frésia, kriska jeans, tenho dois daqueles tubinhos, da natura também, que são menores, um é inspiradora, o outro tem cheiro de maracujá, não sei o nome, cheiro de moça bonita, que é colonia, conta também né? E ou outro que parece com cheiro de moça bonita, só que é azul e não rosa. -
"Às vezes penso que o culpado fui eu. Me ocorre a ideia estúpida de que ele apenas queria provar para mim que não era o super-herói paraquedista que eu achava que era. Fui defrontado com a morte, pela primeira vez, aos doze anos de idade. E ela continua a me encarar daquela casa verde, por entre as grades brancas, onde sua família ainda mora, quando a minha se reúne na casa de minha vó para cearmos juntos em comemoração ao aniversário de Jesus. Ironicamente, sempre tive mais admiração por Marcelo, mas mesmo super-heróis não ressuscitam três dias depois."
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Essas de espirrar leite pelo olho nunca tinha nem ouvido falar.
- Tenho uma cicatriz na ponta do nariz, na forma de um arco. (Adquirida quando caí de bicicleta com 5 anos)
- Uma na sobrancelha também, pelo mesmo motivo.
- O meu osso do punho é saltado, sei lá, bem estranho.
- Dá para ver perfeitamente as veias da minha mão.
- Consigo encostar meu dedão no meu braço.
- Tenho cicatriz em cada ossinho da mão. (Aqueles no começo do dedo, que dá pra ver quando a mão tá fechada). -
Andava de skate, não sei porque não ando mais.
Comia trevo, daqueles pequenininhos que minha avó tinha no jardim.
Fazia de tudo pra deixar o cabelo enrolado, porque todo mundo tinha o cabelo enrolado menos eu.
Ficava pulando no sofá.
Acordava cedo, sem ser obrigada, para assistir desenho.
Virava a noite jogando video-game, e só ia dormir porque alguém tinha acordado.
Ficava na rua até tarde brincando de pega-pega, esconde-esconde, bete, esperando meu pai assoviar pra eu voltar pra casa.
Ia pra casa da minha madrinha só pra brincar de achar o "tesouro", que normalmente eram doces. nham -
Ver o que acontece com a matéria que cai no buraco negro, não a teoria, ver realmente o corpo se desintegrando.
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Não me importava, até um lado para de funcionar. Sempre uso o lado direito na orelha esquerda agora, que dá pra esconder o fone com o cabelo do professor.
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Acho o super nintendo melhor do que esses vídeo-games novos. ~~APEDREJEM-ME~~
E acho matemática legal. :) E química.
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