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    1. Rafael Rodrigues
    2. Rafael Rodrigues

      Hm...Making a snowman, maybe. I never had the chance do make one (iit doesn't snow so often here =/).

    3. Rafael Rodrigues
    4. Rafael Rodrigues

      Bom não tive ainda oportunidade de ler uma hq via Iphone, mas acho um meio um pouco limitado. Acho difícil encontrar pessoas dispostas a explorar as possibilidades desse meio, pelo menos por enquanto. Acho uma boa forma de continuar difundindo os quadrinhos, mas não vejo por enquanto como explorar histórias além do impacto visual.

      Mas, é o futuro, vamos ter que esperar pra ver o que dá. Talvez desenvolvendo hqs mais multimídia, com ajudar de efeitos de transição, áudio, entre outras ocisas, talvez possamos ver idéias interessantes brotando daí...

    5. Rafael Rodrigues

      Não boto fé que o novo Freddy Krueger vá ser bom, mas assistirei mesmo assim, porque tenho os filmes originais (na verdade, tenho só o primeiro, o segundo e o último, mas enfim...), mas não espero grande coisa...

      Sobre os filmes com terror mais "reais", acho que depende muito do gosto. Eu nunca gostei muito de histórias de terror com assassinos seriais e coisas do tipo, sempre me interessou mais o terror que vinha das profundezas, da mente, do espaço, do inferno, que fosse.

      Acho que tentar dar "realismo" à uma história de terror meio que "mata" o gênero. Se eu quero ver algo real, eu assisto um documentário. Não quero ver realidade em filme de terror, quero ser instigado, perturbado, quero ter meus nervos à flor da pele, quero ir dormir com a luz acesa porque não sei o que vai acontecer se eu apagar a luz. Filmes de terror "realistas" eliminam essa "magia" que vem com as histórias de terror fantásticas, uma vez que eu sei que se eu tiver com minha casa trancada, dificilmente eu serei surpreendido por um assassino serial que come cérebros. Mas de repente isso é mais uma questão de gosto mesmo (ou eu é que estou ficando velho...)

      Mas sempre achei Halloween I e Sexta-Feira 13 I muito bacanas...

    6. Rafael Rodrigues

      Bom, antes eu me chateava com isso, mas depois percebi que é sempre assim, as boas histórias (e também as não tão boas) vão sempre ser reinventadas, reinterpretadas, remasterizadas, etc. Quando eu era novo assisti o filme A Mosca, com Jeff Goldblum, e ele se tornou um dos filmes mais apavorantes que eu já vi. Mais tarde descobri que era a refilmagem de um filme de mesmo nome dos anos 50, que adquiri depois e, apesar da história ser tão boa quando a da refilmagem, ainda prefiro a refilmagem. O memso aconteceu com cidade dos Amaldiçoados, gosto das duas versões, a original e a dos anos 90 com Christopher Reeve.

      Acho que o problema não é o remake em si, mas o motivo. Hoje em dia como os estúdios preferem investir numa fórmula certa ou em algo que já deu certo antes para não perder dinheiro, remakes ficaram na moda. Só que a maioria deles é feito sem o mesmo cuidado que os originais, o que geralmente acarretam produções decepcionantes. Outra mania irritante dos americanos principalmente é refilmar produções de outros países. E o pior, refilmam de forma a ficar extremamente didático, ditrando tod aa graça e originalidade da história. Um exemplo é Quarentena, remake de [REC], mas sem a mesma graça do original.

      Enfim não tenho nada contra remakes, só contra remakes mal feitos ou feitos pelos motivos errados...

    7. Rafael Rodrigues

      Quadrinhos é pra todo mundo. Dizer que uma coisa é de nerd, ou de patricinha, ou de burro ou de inteligente não deixa de ser uma forma de preconceito e de segmentar as pessoas. Quadrinhos é pra qualquer um que se dispor a ler.

      Grant Morrison também é pra qualquer um que se dispuser a ler, só com um pouco mais de atenção...

    8. Rafael Rodrigues

      É a rodada de perguntas sobre quadrinhos agora? kkkkk

      Falando sério, acho que pode ser bom ou ruim, dependendo do que o artista pretende. Particularmente, acho que incentivos governamentais ajudam a obra a ser publicada, o que é ótimo. Se o quadrinista tem a visão simplista de que apenas publicar sua hq já é mais do que ele pode esperar, então acho que esse é o caminho. Mas se o cara pretende viver disso, acho que é insuficiente. Mas aí entraria numa questão de um "mercado" de quadrinhos nacionais que, hoje em dia, é inexistente. Então, acho que por euquanto é o que temos, mas não acho que os quadrinistas deveriam se apoiar só nisso. Acho que eles deveriam tentar andar com as próprias pernas. Alguns autores já estão fazendo isso e estão se dando muito bem, não necessariamente vivendo de quadrinhos, mas conseguindo publicar suas obras e aos poucos tendo certo respaldo no segmento, o que já é um começo...

    9. Rafael Rodrigues

      Olha, excluindo as tiras (que encontram uma penetração muito maior), no caso as revistas em quadrinhos, um dos "modelos" que deram muito certo, e por muito tempo, foram os quadrinhos de terror produzidos na época em que as histórias da EC Comics eram publicadas aqui. Além dessas histórias americanas, as revistas tinham muitas coisas produzidas inteiramente por brasileiros, e com histórias tipicamente brasileiras (utilizando temas como macumba, por exemplo, só pra citar um). Ainda acho que o Brasil tem um ótimo público para os quadrinhos de terror, e seria um ótimo nicho a ser explorado. Outro exemplo era a revista dos Trapalhões (sim, acredite!), publicada lá pelos anos 70. Esse era um bom exemplo de quadrinhos com "forma" bem nacional, até os traços dos desenhistas, embora diferentes, tinham características que os diferenciavam totalmente de artistas internacionais, e ainda tinham alguma coisa em comum, o que quase constituía um "modelo" de arte nacional.

      Acho que não tem como não citar a Turma da Mônica, também, apesar de que acho que não pode ser ocnsiderado um "modelo", pois ele é tão característico que só funciona com a turma mesmo.

      Em anos mais recentes eu li muito pouca coisa de quadrinhos brasileiros, mas eu gosto muito do que tem sido feito com Necronauta (que tem uma narrativa gráfica quase expressionista) e com a revista Ato 5, mas ainda acho que em termos de "forma", não conseguiria citar um exemplo de modelo para se seguir. Em termos de criatividade e conteúdo, no entanto, os artistas brasileiros estão se puxando bastante ultimamente...

      Mas acho que se seguissem esses dois aí (Necronauta e os quadrinhos do André Diniz), já seria uma boa maneira de começar...

    10. Rafael Rodrigues

      Bom, acho que encontrar seu próprio caminho é um começo. Não existe uma resposta certa para esse tipo de coisa. Os quadrinhos americanos não surgiram e evoluíram porque um grupo se reuniu e decidiu como seriam as coisas, elas simplesmente foram acontecendo. Uma criação aqui, outra ali, uma tentativa de experimentalismo aqui outro ali. Por fazerem parte do mesmo país, e da mesma cultura, similaridades foram encontradas no tabalho, que se tornou uma espécie de "padrão".

      Acho que o problema é que os quadrinistas brasileiros tem medo de arriscar. Sei que é estranho dizer isso de artistas que estão sempre colocando a cara pra bater num mercado virtualmente inexistente, mas é o que eu vejo. Eu vejo muita vontade de colocar seu trabalho na rua, mas muito amadorismo e medo de ousar. Os amadores querem apenas copiar o que já foi feito (principalmente em outros países) e os profisisonais tem medo de ousar na forma e conteúdo das hqs, preferindo se ater ao básico.

      Isso é o que, particularmente, acho estranho, porque quadrinhos aqui no Brasil, por enquanto, está sempre no campo do experimentalismo, não existe uma "indústria", ou um mercado que o valha. Se formos parar para analisar, quadrinhos (quando não considerado coisa de criança, o que é a maioria dos casos) é mais considerado arte do que entreteniento. Então, porque não aproveitar isso e subverter as coisas? acho que este pode ser um caminho.

      Acho que o Brasil é um país que pode ter lugar para todo o tipo de conteúdo em quadrinhos, desde que bem feito. Mas, sinceramente, acredito que tem elementos com os quais os brasileiros não se identificam. Os super-heróis (no modelo americano) são um exemplo.

      Acho também que existe uma variedade cultural imensa no país que não é explorado; cada estado, em termos culturais, parecem um país diferente, cada qual com suas referências e tradições.

      Acredito que, ao invés de se ater apenas à histórias autobiográficas ou que retratam a chamada "realidade brasileira" (ou do sertão), os quadrinhs nacionais se beneficiariam muito se fossem influenciados pelos diversos aspectos da cultura nacional.

      Desses, é interessante falar do filme Besouro, que apesar de não ser HQ, tentou utilizar esses elementos. Talvez os quadrinhos se beneficiassem com propostas semelhantes.

      Mas essas são só idéias, e aposto que quem trabalha com quadrinhos no país tem muitas outras. A questão é quando elas começarão a ser colocadas em prática...

    11. Rafael Rodrigues

      Bom, primeiro, acho que é bom evidenciar a diferença entre quadrinhos feitos no brasil e quarinhos nacionais. Dizer que uma hq é "nacional", implicaria uma série de fatores ligados à essência, por assim dizer, do próprio país.

      No caso dos quadrinhos feitos no Brasil, tudo e influenciado diretamente pelo que fazem os estrangeiros, com pouca ou nenhuma raiz nacional. Então, neste caso, acho injusto chamar estes quadrinhos de "nacionais". São quadrinhos brasileiros, sem dúvida, mas estão longe de ser nacionais.

      Se a gente analisar a produção de quadrinhos americana, européia e japones, só pra citar os mais evidentes, vamos notar que as diferenças vão muito além do estilo da história, do gênero ou do estilo de desenho. Essas hqs são desenvolvidas dentro de regras narrativas e métodos específicos vinculados diretamente à cultra e os costumes do país de quem está escrevendo.

      Seguindo este raciocínio, para que uma hq brasileira pudesse ser ocnsiderada "nacional", ou seja, própria do nosso país, ela deve se diferenciar das outras produções, encontrando suas próprias regras narrativas, seus próprios métodos e seus próprios meios dentro da arte sequencial. Isso é o que podemos chamar de "identidade". Sem identidade própria, uma hq feita no Brasil é apenas uma hq feita no Brasil, nada mais.

      Dentro das revistas em quadrinhos, existem pouquíssimos exemplos de quadrinhos nacionais, dos quais destaco a Turma da Mônica (a original, não a jovem, esta sofre dos mesmos problemas que citei antes e que, acredito, diminuem a hq como expressão artística), mas a identidade nacional dos quadrinhos sempre ficou relegada em sua quase totalidade às tiras de jornal.

      Acho que os quadrinitas ainda precisam percorrer um caminho muito longo para transformarem uma hq brasileira em uma hq nacional com identidade própria. e só quando isso acontecer é que poderemos pensar em falar sobre quadrinhos nacionais com mais exemplos e menos especulação.

    12. Rafael Rodrigues

      Bah, tem muita coisa, mas posso sugerir alguns dos meus preferidos:

      Deixe Ela Entrar (o Sueco, vai ter esse ano uma versão americana, NÃO CONFUNDA)
      [REC]
      Labirinto do Fauno (sim, é um filme de terror em essência)
      Drádula de Bram Stocker
      Vôo Noturno (baseado numa história de Stephen King, não confundir com um filme de avião de mesmo nome)
      O Iluminado (tem duas versões, ambas são boas)
      O Medo (filme sobre um boneco de madeira assassino - o filme é tosco, mas bacana)
      Pesadelo Final - O retorno do freddy Krugger
      Cannibal Hollocaust (NÃO É INDICADO para pessoas sensíveis)
      Stigmata
      Hellraiser 4 e 5
      Colheita Maldita
      It - Uma obra Prima do Medo
      Madrugada dos Mortos (o original, mas a refilmagem também é legal)
      Extermínio 1 e 2
      Halloween 1 (original e a refilmagem)

      Teria muitos outros, é difícil lembrar todos, ams estes estão entre meus preferidos...

    13. Rafael Rodrigues

      Bom, depende o que você considera filmes de "terror". Ao contrário do que a maioria pensa, filmes de terror não filmes com tripas pra todo o lado e cabeças rolando. Isso se chama apelação. No caso específico de Hollywood, atualmente se vende muito mais imagem do que conteúdo (não só no terror, mas em todos os gêneros, Avatar que o diga). Isso faz com que a maioria dos filmes considerados de terror sejam apenas historinhas bobas cujo roteiro é uma desculpa para, ou dar um monte de sustinhos previsíveis ou mostrar cenas fortes.

      Mas isso não significa que não existam histórias de terror bacanas por aí, mas acho que hoje em dia a maioria delas está justamente fora de Hollywood. Dois dos melhores filmes de terror que eu já vi, por exemplo, não são americanos (no caso, [REC] - espanhol e Deixe Ela Entrar - Sueco). O cinema coreano, apesar das péssimas atuações, possuem filme de terror muito bacanas (mas tem uns lixos também), e por aí vai.

      Vai da pessoa procurar filmes bons, hoje em dia com a Internet é muito mais fácil ficar por dentro das produções estrangeiras não americanas, eu sugiro que você fique de olho nelas.

    14. Rafael Rodrigues

      Bom, acho que Superman, Flash, Homem-Aranha e Namor.

      Superman porque foi o primeiro; ele estabeleceu as bases e as regras de como se fazer uma história de super-herói (par romântico, dupla identidade, uniforme, entre outras coisas);

      Homem-Aranha porque definiu novos parâmetros para as HQs (o surgimento dos monólogos internos, o aspecto do ser humano ser tão improtante quanto o herói, o fato de ser um protagonista adolescente);

      Flash porque foi o primeiro super a ser um ser humano que ganhou superpoderes, e não um alien (superman) ou um Híbrido (Namor). O clichê de adquirir poderes num acidente vem dele;

      E Namor, por ser o primeiro anti-herói dos Super-heróis. Só isso já vale sua relevância.

      Só pra constar (e fazer um jabá): Tenho uma coluna no Uarévaa sobre quadrinhos, que analisa justamente estas questçoes histórias: http://www.uarevaa.com/search/label/Enquanto%20isso%20na%20banda%20desenhada

    15. Rafael Rodrigues

      Bom, ufologia é um lance meio complicado. Em resumo, existem duas "correntes", a chamada "Ufologia Científica", que trata os UFOs de forma (pseudo)centífica e a "Ufologia Mística" que lida com a ufologia de forma espiritualista. Geralmente as duas correntes não se dão muito bem, ahauhauahuah. Ainda dentro disso, existem diversos fenômenos que muitas vezes são atribuídos aos UFOs,como mutilações de gado, círculos em plantações, e por aí vai.

      Da minha parte, apesar de me interessar pelo assunto e pesquisar bastante, sou sempre muito cético ao avaliar qualquer coisa relacionada à isso, eu sempre elmino as hipóteses mais plausíveise prováveis primeiro. Nesses casos, sobra muito pouca coisa realmente inexplicável. Mas ainda assim, um número considerável.

      Eu acredito no fenômeno UFO como algo real, até porque até os governos mundiais acreditam (Os EUA, França, Inglaterra, Rússia, Méxido e Brasil estão entre os países que investigarma o fenômeno como caso federal - e isso não é conspiração, destes países, com exceção dos EUA, todos já disponibilizaram essas informações, antes sigilosas para o público e os relatos coletados podem ser encontrados na Web facilmente).

      Agora, o que esse fenômeno sinifica é que é o cerne da discussão. Os Ufólogos, tanto místicos quanto científicos acreditam que sejam máquinas pilotadas por seres inteligentes, mais avançados que nós, vindos de outros planetas ou outras dimensões. Mas já ouvi todo o tipo de teoria sobre: Fenômenos naturais, viajantes do futuro, criaturas interdimensionais, animais exóticos ainda não descobertos, entre outras.

      Na real, Ufologia é a "religião do século XXI". Uma vez que nossa civilização é "programada" para acreditar num messias salvador que vem dos céus, mas ao mesmo tempo a tecnologia avança e passamos a acreditar cada vez menos nos mitos antigos, nós criamos nossos próprios mitos modernos, mais relacionados à tecnologia do que ao misticismo. No fim das contas, evidências concretas ainda não existem; cabe aos entusiastas apenas acrediar mesmo (E, como diria Fox Mulder, do Arquivo X, "Eu quero Acreditar").

      Enfim,não sei se te respondi a pergunta, mas é por aí, hehehehehe

    16. Rafael Rodrigues

      Numa decisão que tive que tomar, escolheria a opção diferente à qual escolhi (mas prefiro não tornar essa decisão pública, hehehe)

    17. Rafael Rodrigues

      Acho que foi Eu, Robô, do Issac Asimov. Eu lembro que, quando criança, não gostava muito dos livrinhos destinados às crianças, preferia ler outros tipos de livros (ou gibis). Mas acho que Eu, Robô fica como meu favorito da infância

    18. Rafael Rodrigues
    19. Rafael Rodrigues

      Das pessoas, eu não acho nada, creio que cada um tem direito de acreditar no que quiser sem que os outros fiquem metendo o bedelho e dizendo no que eles tem que acreditar. Só acho que, em muitos casos, a crença num Deus onipotente cria uma letargia que impede as pessoas de tentar resolver grandes problemas, achando que a solução para os problemas da humanidade virá do céu em algum momento e eles só precisam esperar uma segunda vinda de cristo. Também acho que para muitas pessoas, é uma forma de se isentar de qualquer responsabilidade comunitária, ou seja, o importante é correr atrás do que ele quer, dos outros deus quem cuide.

    20. Rafael Rodrigues

Rafael Rodrigues

Caxias do Sul, RS, Brasil

www.uarevaa.com

Rafael Rodrigues’s Bio

Redator, escritor, blogger, alguém que gosta de coisas simples, como ciência, comics, UFOS e terror. Sabe, coisas normais.

Writer, copywriter, Blogger, a man who likes simple things, such as science, comics, UFOS and horror. You know, the usual stuff

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