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Podemos emplacar numa lista tríplice os seguintes: 1º Getulio Dorneles Vargas (1930-1945/1951-1954), 2º Fernando Henrique Cardoso (1995-1999/1999-2003), e 3º Juscelino Kubitscheck de Oliveira (1956-1961). Vou explicar o porquê!
Getúlio Vargas:
Presidente brasileiro a ficar mais tempo no poder, governou numa ditadura e numa democracia e foi intitulado “pai dos pobres”, ele foi responsável por transformar um país oligárquico em uma democracia emergente, os primeiros passos de seu governo foram o combate a corrupção administrativa, a reforma do ensino e a ampliação das leis trabalhistas. Criaram se dois novos ministérios, o da educação e Saúde, estabeleceu o voto feminino, o voto secreto, a representação proporcional dos partidos, a justiça eleitoral e a representação classista, eleita pelos sindicatos, criou também a Justiça do Trabalho, por intermédio do imposto sindical, instituiu o salário mínimo e criou uma legislação trabalhista capaz de ajustar a mão-de-obra egressa do meio rural às condições do trabalho urbano. Propiciou assim, mediante o rígido controle sindical e a neutralização política do proletariado nascente, a expansão dos empreendimentos capitalistas, numa economia em franco processo de industrialização.
FHC:
Segundo presidente do Brasil a ficar mais tempo no poder, ainda quando ministro da Fazendo do governo Itamar Franco, implantou o plano real que havia sido proposto pelo ex ministro Recupero, ficando assim conhecido como pai do Real e tirando o país da maior crise econômica de todos os tempos da história do país, onde o Brasil chegou a atingir uma hiperinflação, e em seu governo houve a manutenção do controle efetivo da inflação, o Mercosul entrou em vigor oficialmente, aprovou a portaria regulamentando a internet, quebrou o monopólio estatal do petróleo, iniciou o processo de desestatização, a aprovação de novas leis de diretrizes e bases, a medida provisória 938, que instituiu provas para todos os formandos dos cursos de engenharia, direito e área de saúde, a aprovação da emenda da reeleição para governadores, prefeitos e presidente, ele também iniciou uma nova política neoliberal, e aprovou alguns projetos sociais como o bolsa gás e o bolsa escola.
JK:
Tendo como slogan de campanha “50 anos em 5”, Kubitscheck voltou-se para o desenvolvimento econômico e a política de industrialização. Expandiu-se a infra-estrutura de rodovias, ferrovias e portos, energia elétrica, armazéns e silos. A fim de atenuar as disparidades regionais Kubitscheck criou a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e promoveu a interiorização, através de uma rede de estradas e da mudança da capital para Brasília, e iniciou a fase de implantação de industrias de bens de consumo duráveis e de bens de produção. Instalaram-se as industrias automobilísticas, de eletrodomésticos, de construção naval, de mecânica pesada, de cimento, de papel e de celulose. -
São muitos nomes nesse pleito, e acredito que a maioria dos eleitos, serão dessa nova leva de políticos que vem surgindo. Talvez, um ou outro vereador consiga se reeleger. Coloca aí nessa lista, para brigar por duas ou três vagas, os vereadores Tito Valle, Sandra Graça, Márcio Almeida e mais dois. A maioria eleita será novidade até mesmo para a cidade. Ainda está cedo para dizer quem pode se eleger, afinal, ainda tem muita gente pra aparecer. Contudo, as preparações partidária indicam que o PP pode emplacar dois ou três, o PRB também vem com força para eleger no mínimo dois, assim como o PSDB e o PSD. PT, PMDB e PDT ainda correm por fora para (re)eleger alguém. No mais, fica assim, é complicado citar nomes, principalmente agora. O povo bem que poderia colocar um jovem lá para me ajudar né? Hahaha.
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Não. Nem sempre o mais bonito será o melhor representante. Lembra do que aconteceu com o Collor?
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Ah, já é desde criança. Sempre gostei de comícios, campanhas, etc. E conforme fui crescendo eu fui pesquisando e buscando saber o que era a política, como ela funcionava e decidi que eu ia começar a agir para mudar o lugar onde eu vivo. E hoje estou aqui, rs.
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Eu ainda não tenho uma opinião formada sobre isso. Mas, não vejo necessidade da criação de uma nova hidrelétrica. Vou esperar mais para me posicionar. O que precisamos ter é conscientização e uso racional dos recursos naturais.
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O que existe com relação ao pedágio é uma concessão para a conservação das rodovias. Não está errado. O que acontece é que o preço é abusivo comparado ao serviço que é efetivamente prestado. O valor do IPVA inclui a manutenção das vias públicas do perímetro urbano. No entanto, eu não concordo com o regime privaticionista. Acredito que com a privatização o Estado perde o controle, além de favorecer interesses privados, quando a Constituição diz que deve prevalecer o interesse público.
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Acredito, sim, no poder da juventude. O jovem tem uma força incrível que precisa ser explorada. Conversando com diversas lideranças de movimentos estudantis e juvenis tenho ouvido que o jovem nunca tem espaço para expor suas ideias ou ainda um simples apoio da Administração Pública para que os projetos voltados ao jovem sejam executados. Sempre advoguei a criação de uma Secretaria Municipal específica para a juventude, onde possamos criar projetos e desenvolver políticas públicas, em conjunto com outras pastas. Também acredito ser importante a criação de um espaço para qualificação profissional do jovem para facilitar a inclusão no mercado de trabalho, com cursos e encaminhamentos para vagas de emprego. Além de tantos outros projetos que temos em mente.
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Tenho muita coisa pra falar do Governo Dilma, mas acho melhor não me manifestar sobre o assunto. Basta dizer que espero que melhore.
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Acredito que o governo brasileiro deveria se preocupar mais com investimentos nas áreas mais sensíveis, como saúde, educação e segurança. Investir verbas públicas em um patrimônio privado é absolutamente inaceitável.
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Esse caos é devido a dois fatores principais. O primeiro, a falta de compromisso dos nossos políticos, que ao serem eleitos esquecem-se de seus eleitores, e principalmente de suas promessas; e em segundo, por omissão dos próprios eleitores que se vendem e com isso esquecem-se de quem votaram e por isso não podem cobrar ou exigir que essas promessas sejam cumpridas. No entanto, acredito que é possível mudarmos esse quadro com uma qualificação melhor de nossos eleitores e dos políticos.
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Nunca experimentei. É bom?
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Não tenho. Pelo contrário, tenho um sono bem pesado.
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Sim. Acredito que já passou da hora do jovem tomar o lugar que lhe pertence no cenário político nacional. O jovem tem ideias, projetos, visão de futuro. O que está faltando é a sociedade dar uma oportunidade para que eles possam mostrar o que podem fazer. Não adianta votar nos mesmos candidatos de sempre, é preciso haver uma renovação. Hoje alguns partidos políticos estão percebendo a importância de inserir o jovem na coordenação de campanhas e até mesmo para concorrer aos cargos públicos. O Jovem precisa retomar o seu lugar e participar mais ativamente dos conflitos e problemas sociais, opinando e elaborando projetos, propostas, políticas públicas... Todos nós sabemos do que o jovem é capaz de fazer. É preciso valorizar o jovem e dar a oportunidade à ele de mostrar o que ele sabe. Chega de dar votos a quem não tem compromisso com a população.
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Adalberto Fraga...’s Bio
Acadêmico de Direito; Vice-Presidente da @ujepr; Coordenador Geral do @despertaldna; Coordenador da @jprblondrina; Político; Jurista; Comentarista; Músico; Cristão; Flamenguista.


