Puxe a cadeira e sente-se, fique confortável. Pergunte o que quiser.
Recent Responses
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Não com aquela dublagem.
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Tenho um poddle e uma jabuti. Meu Bolinha lindinho é a coisa mais amor do mundo, apesar d'eu querer arrancar as cordas vocais dele em alguns momentos.
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Não, meus pés são incrivelmente feios. São grandes, muito ossudos, brancos como papel e a maioria das minhas veias aparecem/pulam. Se você olhar para os meus pés, acreditará estar olhando pra o pé de alguém que já morreu.
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Ué, vai me beijar?
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Anônimo "felicidade" -- Aquele que não vem.
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Já. Algumas eu enviei, outras guardei, umas outras rasguei.
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Não, não. Eu vou embora sem dizer adeus porque tenho coração de pedra.
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Tô respirando fundo, segurando choro, dizendo pra mim mesma que não devo continuar sendo essa criança mimada que pensa que se não tem o que quer deve querer queimar o mundo. Tô dizendo pra mim mesma deixar de ser ingrata, idiota, imbecil, ridícula. Tô aqui tentando muito não fazer besteira, tentando matar o tempo pra não matar coisas mais importantes. Tô aqui só tentando não chorar.
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Não sei essa forma. Toda despedida me machuca.
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Meu humor. Minha consciência. Meus pensamentos insignificantes que acreditam que em sua insignificância podem causar alguma diferença onde não podem. Isso sim é irritante.
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Existem muitas linhas tênues entre todas as coisas, incluindo entre amor e ódio e mágoa e perdão.
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Não, não. Mas eu tinha um Leão da Parmalat, que eu adorava. Eu penteava a juba dele, colocava algumas presilhas e meu pai vivia dizendo que dessa maneira eu ia transformar o leão em uma drag queen... Não que eu soubesse o que era uma drag queen naquela época.
Leonildo, seu nome, viveu muitos anos na selva da minha cama. -
Não. A única bebida que ando consumindo é o negro líquido que acaba comigo de dentro pra fora mais conhecido como Coca-cola. Se eu morrer, cê já sabe porquê.
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Não gosto. Pareço uma insana que foge da própria natureza, mas prefiro fugir do que ter minha pele ferida por sol e meus olhos feridos por orgulho.
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Medo. Tudo se resume no mais refinado e puro medo. Eu pensava que a moradia da coragem se transformaria em meu corpo quando eu assumisse ao menos em pensamento que eu devia cumprir com algumas responsabilidades e traçar alguns objetivos. Eu pensava que se eu me empenhasse um pouco mais eu poderia me acostumar à ideia de que grandes ideais não nascem do nada. Eu pensava que se eu me amasse um pouquinho mais e parasse de permanecer intacta, eu talvez pudesse me salvar. O que acontece é que nós não fazemos as coisas da maneira com que foram planejadas no momento de lucidez ou insanidade. Falo por mim que sou indiciplinada e nunca sigo à risca o que dias antes dizia a mim mesma que era vital que o fizesse. Tudo isso porque eu sinto medo do fracasso. Medo de correr numa pista que leva à lugar nenhum a não ser um precipício onde eu me afundo mais. Li não sei onde, acho que num folhetim do Machado, que quando a gente atinge o fundo é que é bom porque aí não nos resta mais poço pra descer e o que nos sobra é procurar como subir. Só que e o medo de falhar? E o medo de começar a escalar as paredes do poço e cair quando as unhas sangrassem do esforço e os joelhos rasgassem mostrando a carne e jorrando sua vida? E o medo de que a tentativa de se retirar da escuridão fosse apenas uma deliciosa tentação de te levar à loucura e depois à cegueira? E aí eu desisti dos meus objetivos. Chorei minhas emoções, minhas palavras, meus ânseios e joguei a toalha da minha persistência. Por medo, por medo de que se eu fizesse, fizesse mal feito. E nada me amedronta mais do que perceber que o que eu achava que eu sabia fazer na verdade não se passa de uma medíocre ideia de alguém que mal viveu um uma década e meia de vida.
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Meninos e homens contém basicamente as mesmas coisas. A mesma estrutura, os mesmos órgãos sexuais, os mesmos cromossomos. Meninos e homens não são muito diferentes, mas existem ocasiões nas quais eles se mostram completamente opostos. Homens trazem uma maturidade que somente a vivência e o conhecimento de algumas faculdades pode dar; meninos nem sequer sonham que todo esse conhecimento existe. Homens são seres nem sempre respeitáveis, mas possuem algo que lhes possa denominar como algo mais que simples garotos. Meninos são incompletos no quesito mental, e se tornam inteiramente homens somente quando deixam de acreditar que a vida é da maneira que almejam.
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Eu já fui mais sábia para criar argumentos que se opusessem a esse tipo de comportamento. Já tive mais peito pra defender a saúde, pra criticar quem mantém esse costume ou insentiva essas doenças. Já fui alguém com mentalidade bem mais forte que defendia com unhas e dentes os seus princípios e sobrepujava qualquer ideia de colocar a ânsia de uma estética corporal perfeita acima ou fora de algum parâmetro ético e respeitável.
Hoje eu aceito que não tenho o que opinar sobre anorexia, bulimia e obesidade se formos considerar que são doenças. Não TEM o que opinar sobre uma doença, apenas estar ciente de que é uma doença e de que as pessoas precisam recorrer a um tipo de tratamento. Mas dizer que elas precisam recorrer não significa que elas recorram ou que devam. De um tempo pra cá eu pude entender melhor algumas dessas pessoas e os motivos que as levam ao ponto onde chegam. É muito mais que um fútil e simples desejo de manter o corpo perfeito; é muito mais profundo e complexo do que traçar um modelo de estética. É mais que isso e pra mim isso é bastante claro no momento.
No mais, não tenho o que acrescentar ou opinar. -
Nope, I haven't.
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Eu consigo pegar o sabonete com os pés quando ele cai no chão do box do banheiro. Não escorrega.
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Suzane.’s Bio
nowhere
Não tem muita coisa sobre mim que você precise saber. Pergunte e talvez minhas repostas irão lhe dizer.





