Manga, Anime, Cinema, História, Feminismo, etc. Responderei se puder!

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    1. Valéria Fernandes da Silva

      Valéria, vc já leu o mangá Lady Georgie? O que achou?

      ainda não terminei de ler. Tenho a edição italiana aqui em casa. Acho Georgie superior a Candy Candy e uma série que, mesmo presa aos clichês da época, consegue desenvolver temas bem adultos.

    2. Julia

      inclusive tava refletindo aqui q na cena em q ela tapeia o Loki poderiam muito bem ter escrito ela fazendo isso c/ a ajuda de seus ~DONS FEMININOS!!1~ (coisa que, se me lembro bem, é lampshaded por uma fala do próprio Loki quando ela vai falar c/ ele)...

      ... mas não. fizeram ela falar com ele de igual pra igual sem necessidade de destacar que ela é mulher e bonita e eu acho isso sensacional.

      R.:

      Sim, sim, sim, pensei o mesmo. Quando o Loki a surpreende perto da jaula dele, eu pensei a mesmíssima coisa que ele: "tá, boobs time". Mas não, ela o engana porque é uma ótima espiã, não porque é mulher. E é muito foda isso. Os "dons femininos" não ajudam ela nunca no filme - mesmo que ela o inicie com um vestido preto bem justo e decotado. Amor demais, gente.

    3. Blog Gyabbo
      Gyabbo responded to DihDiogo 1 May

      Pode parecer uma pergunta troll, mas não é. Por que diferentemente de homens (garotos), as mulheres (garotas) aparentemente tem um tabu tão grande em dizer coisas relacionadas a virgindade ou algo como masturbação, por exemplo? É algo muito "vergonhoso"?

      Porque somos criados em uma sociedade patriarcal, machista e misógina, onde a mulher tem que ser casta, não sentir prazer, não pensar em sexo, de preferência tem que ser assexuado, isso, claro, até casar, aí ela tem que ser uma "vadia" na cama para o seu marido. Cria-se as mulheres para achar essas coisas vergonhosas - "Não é algo para mulher ficar falando, isso é coisa de homem" - e assim a coisa vai indo.

    4. Julia

      Como assim esquerdistas q acham q feminismo não tem razão de ser? sempre vi o feminismo, primeiramente, como uma luta social, esse lance de igualdade. Bacana saber q varias ideologias se unem p um objetivo em comum.

      Feminismo é meio assunto non grato na esquerda há tempos, inclusive historicamente. Muitos partidos e organizações de esquerda têm a ideia de que o grande mal, mesmo, é o capitalismo, e eliminando o capitalismo nos livramos de problemas como racismo e misoginia - o que, pra mim, é a maior besteira de todas. Lógico que há muit@s esquerdistas feministas que veem o feminismo como emergência, mas de forma geral a ideia é que é assunto secundário (como as mulheres têm sido pra história desde, bem, que a conhecemos).

    5. Blog Gyabbo
      Gyabbo responded to qwertybr 18 Apr

      Uma pessoa que você gostaria de ver blogando [ou blogando mais].

      Não consigo pensar em ninguém específico. Mas gostaria de ver mais fãs de shoujo/josei blogando.

    6. Julia

      vc assiste the big bang theory? que personagem gosta mais?

      Assistia com frequência antes, parei por preguiça há muito tempo. Recentemente, vi um episódio com uma amiga e me mijei rindo - e desde então decidi que vou baixar todos os episódios que perdi e fazer uma maratoninha. Claro que ainda não tomei a iniciativa porque cansaço e preguiça extremos, mas logo voltarei a ver.

      E é difícil escolher um personagem favorito. De primeira pensei no Raj, que é um amor; pensei no Sheldon, que ultimamente vale todo o hype à sua volta; pensei na Amy Farrah Fowler, que é fantástica (não vi uma única cena com ela sem rir); e até na Penny, que depois de ficar mais impaciente e sarcástica se tornou uma das personagens mais engraçadas. Tô achando tudo muito bom. O que é engraçado, porque, quando lançou a série, e durante as duas primeiras temporadas, eu achava tudo apenas mediano, com alguns momentos de brilhantismo; da terceira pra frente, sempre que vi algum episódio na tv, era ótimo, sem ter o que apontar como defeito. Claro que posso ter perdido justamente os momentos ruins e dado sorte, mas tô otimista. Geralmente as séries pioram, não o contrário.

    7. Julia

      vc conhece vlog da acid girl? Tem um video q ela discursa sobre a incoerencia do comportamento da mulher que "é feminista na hora de chegar no cara na balada e machista na hora de dividir a conta". O q vc opina? tem que dividir tb, ou é acordo?

      Eu acho engraçado.

      Ninguém sabe o nome de uma teórica feminista. Ninguém sabe citar um livro sobre feminismo. Ninguém sabe dizer o nome de uma organização feminista brasileira. Ninguém sabe citar uma única amiga feminista que tenha. Ninguém lembra da última parada feminista. Ninguém conhece um argumento feminista. Mas, engraçado, todo mundo fala que fulana é feminista numa hora e machista na outra. Eu conheço pouquíssimas mulheres que se assumam feministas. A maioria diz: "Não sou feminista, mas...". Nunca conheci uma única mulher autodeclarada feminista que fosse contra dividir a conta. Mas, engraçado, todas as pessoas antifeminismo conhecem! Como será que isso se dá? Uma imensa coincidência? Ou é que nem aquela gente que diz que odeia vegetariano porque vegetariano é tudo chato, aí tu pergunta se eles conhecem vegetarianos e eles respondem que não, só ouvem falar? Será que não é o mesmo caso de ouvir um clichê e repeti-lo pra sempre, pra justificar algo que nem conhece?

      Não é feminista chegar no cara na balada. A gente chamar de feminista um ato simples como demonstrar interesse só aponta o absurdo machista da situação. Chegar na pessoa em quem tu tá interessada é um ato tão feminista quanto usar um tênis ou ir trabalhar. Me perguntar o que eu acho de dividir a conta é o mesmo que me perguntar o que eu acho de fazer faculdade e poder ler e escrever.

      Acho engraçado esse surto de mulheres que não pagam a conta. Eu não conheço nenhuma! Não me lembro de uma única guria que dissesse que era contra pagar a conta, que não dividisse, que não pagasse a parte dela, que não, por vezes, pagasse pr@ parceir@ por gentileza. Mas aparentemente o mundo inteiro conhece! E só as feministas! É raríssimo uma mulher se declarar feminista (porque feminista é ofensa), e, a julgar pela frequência com que ouço esse argumento do "se diz feminista mas não quer dividir a conta", só posso supor que 100% das mulheres que se declaram feministas são contra pagar pelo que consumiram. Ou seja, todas as vezes que eu paguei alguma coisa pelo Thiago, pelas minhas amigas ou pelos meus amigos foi ilusão da minha cabeça, já que sou parte desse grupo.

      É, é isso que eu opino. Opino que é muito engraçado.

    8. Julia

      júlia, vc acha q o preconceito é inerente ao ser humano? acha possível (realmente possível) pessoas sem absolutamente nenhum preconceito?

      Não sei dizer. Nem sei se é possível que digamos. Mas acho que é uma desculpa esfarrapada, né? Muita gente usa essa suposta natureza humana para justificar merdas que diz e faz e, na boa, não cola. Não é da natureza humana ter instagr.am pra colocar fotos do café do Starbucks, mas a isso cês se acostumam rapidinho, né?

      Eu tenho uma porrada de preconceitos. Sempre tento manter em mente que estão errados. Não sei se é da minha natureza, mas é com certeza algo que quero tentar evitar.

    9. Julia

      O motivo de você não estar respondendo certas perguntas é por que elas são chatas? Se sim, desculpe-me.

      Não exatamente, e não precisa te desculpar, capaz. É que algumas perguntas que chegam:
      - não são perguntas, são afirmações; e afirmam coisas sobre as quais não ligo e/ou não sei o suficiente para emitir qualquer opinião, a favor ou contra. Pra não ter que responder com reticências, que seria a única opção viável de resposta, deixo vazio;
      - são perguntas a que já respondi muitas vezes ou que são óbvias demais e vou acabar sendo grosseira com quem perguntou; por exemplo, semanalmente alguém me cola um link do Testosterona pra saber o que eu acho. Entendo que a ideia provavelmente seja ter uma resposta mais longa e articulada sobre o que há de errado com isso - mas, gente, não é óbvio o que eu acho? Realmente é necessário? Sem contar que dar bola pra qualquer coisa dita no Testosterona e suas filiais, a essa altura do campeonato, é meio análogo a achar que é mesmo o décimo milésimo visitante e vai ganhar um iPod;
      - não são muito interessantes, não consigo pensar em nada pra dizer além de "sim", "não", "foda-se";
      - são perguntas que eu SEI que não vou responder nunca. Algumas são ótimas, mas eu sei que vou ter preguiça, deixar pra lá, deixar pra depois, e vou acabar NUNCA respondendo;
      - são trolls óbvios e não vai ser nem divertido tirar com eles; ou, ainda, são do Stalker Desesperado por Carinho e Atenção de Mãe, e, vocês sabem, eu não pretendo ter filhos e minha vida de cuidar de criança, ainda bem, acabou dia 20 de novembro, quando fui demitida do meu estágio na escolinha bilíngue (se bem que meu sobrinho de certa forma mora comigo, mas erm, vocês entenderam).
      Enfim, é geralmente por uma dessas coisas. Eu não tenho tido nada de interessante pra dizer, também, mesmo quando recebo boas perguntas - por isso tem várias excelentes aqui que estão mofando.

    10. Julia

      É possível conhecer um amor verdadeiro pela Internet?

      Nah. Complete bullshit.




      (Meu cônjuge morava em São Paulo e namoramos a distância por 3 anos. Nos conhecemos, claro, pelas internets)

    11. Alexandre Lancaster

      lordlancaster's responses are protected.

    12. Comandante

      "Inteligente sem ser arrogante." Que anônimo burro. Você só vomita o que lê em formspring e ainda gosta de bancar o entendido dos assuntos. Estúpido e arrogante.

      "Estúpido e arrogante", é essa a sua assinatura? Poderia ser.

    13. Thaís Carvalho

      Pra vocês que já leram Dom Casmurro: acreditam ou não na inocência da Capitu?

      a Capitu é inocente e o Bentinho era apaixonado pelo Escobar

    14. Julia

      gênero é o mesmo que sexo? de tu é bissexual então tu curte dois sexos e não dois gêneros, se tu é heterossexual tu curte o sexo diferente do teu, logo pessoas trans ficam meio de fora. foi isso que entendi. é isso?

      Gênero é o mesmo que Google, mas vamos lá.

      Bissexual é mais usado pra falar em atração em dois sexos. É como se consagrou o uso. Mas você também pode dizer bissexual pra dizer que é atraído por dois gêneros - isto é, feminilidade, masculinidade, algo que não é nem um, nem outro, uma mistura dos dois, etc.

      Não tem uma regra clara e decidida da atração de todo mundo. Se tu é heterossexual, pode ser atraída/o tanto pelo gênero quanto pelo sexo da pessoa - depende. Mas pessoas trans não têm por que ficar de fora em nenhum dos casos; elas se identificam com o outro sexo/gênero, não raro utilizam os hormônios corretos e até mesmo fazem cirurgias. É transfóbico concluir que uma mulher trans não é uma mulher. Se o cara é heterossexual e fica com uma mulher que é trans, ele não está sendo viado; ele continua tão hetero quanto sempre foi, e está com uma mulher.

      Resumindão.

    15. Julia

      Então se eu não quiser ficar com um transexual, porque não me agrada a idéia de ficar com uma mulher que nasceu homem, eu sou transfóbico e mereço ir para a cadeia?

      Uma transsexual.

      Não, cara, você merece é ir pra escola mais próxima da tua casa que tenha turno da noite e passe na sala dos professores pra ver se tem alguém disponível pra aula particular de interpretação de texto.

    16. Muni
      moonyj4m responded to ReiDeMim 8 Mar

      feminismo, porque né.

      Senta aqui do meu ladinho, vou contar uma história.

      A primeira vez em que o feminismo me tocou de verdade, em que eu consegui ver a importância dele, em que ele se tornou finalmente palpável, em que finalmente tudo se encaixou e fez sentido, foi quando minha mãe ~descobriu~ que eu não era mais virgem. Eu sabia que, se ela eventualmente soubesse, a casa ia cair pelos motivos óbvios: criação, religião, tradição, etc. O de sempre. Mas eu não fazia ideia da extensão da coisa. Eu não fazia ideia do contexto. Minha mãe, assim como tanta gente, até hoje acha que o fato de uma mulher sentir vontade de fazer sexo - e, pior ainda, fazê-lo! - antes de casar ou antes de uma determinada idade - que certamente não é a minha - só pode ser uma doença. Ela acredita piamente que eu sou doente. Que teria sido melhor se eu tivesse sido obrigada, porque o fato de eu querer fazer sexo é abominável. Entre muitas e muitas outras coisas que, acreditem ou não, eu ainda tenho que ouvir pelo menos umas duas vezes por mês.

      Mas, pra falar a verdade, eu não tenho raiva disso. Desde aquele dia, a única coisa que eu consigo sentir em relação ao que se passa na cabeça da minha família em geral é apenas tristeza. Talvez seja pior do que sentir raiva, eu não sei. Eu fico triste, imensamente triste, porque eu sei que nunca nada do que eu disser vai adiantar de alguma coisa. Naquele dia - e em todos os dias seguintes - me foi dito que nada do que eu tinha feito em toda a minha vida - e nada do que eu venha a fazer - tinha valido algo pra ela ou pra qualquer outra pessoa, porque o único valor que uma pessoa pode ter é medido por aquela expressãozinha tão perigosa relacionada a sexo: se dar ao respeito.

      Eu não acho que o "meu valor" seja medido por isso; simplesmente acredito que a vida de uma pessoa é constituída por tanta, mas TANTA coisa, que chega a ser ridículo tentar contabilizá-la em uma medida só. Mas o triste não é isso; o triste, o que eu quase não consigo aguentar, é o fato de que eles acreditam nisso. Acreditam mesmo. Acreditam com tanta força que olham pra mim com pena, que passam horas falando sobre como eu estraguei a minha vida, sobre como nada nunca vai dar certo, sobre como eu fiz tudo errado e como eu sou infeliz. E eu não entendo. E é difícil, muito difícil você conseguir _não ser_ aquilo que insistem tão fervorosamente que você é.

      Muitas e muitas vezes eu pensei em como a minha vida teria sido mais fácil se eu tivesse seguido rigorosamente todos os padrões possíveis. Não é como se fosse fácil num contexto maior; afinal, eu continuaria sendo oprimida, só talvez não teria percebido tão cedo. Mas no contexto familiar, minha vida seria um mar de rosas. Nessa realidade alternativa, eu seria hetero, elegante e bonita, vestiria as roupas "certas", me casaria (virgem!), teria uns dois ou três filhos, nunca marcaria nem modificaria meu corpo com nada, seria católica, saberia cozinhar e fazer todo o serviço de casa. E então eu quis. Muitas vezes, eu quis que fosse assim. Em algumas eu tentei, mas não deu certo. Nunca dava certo. Algumas pessoas interpretam como uma vontade de se rebelar (?), de ser sempre contra o padrão seja lá qual ele for; em outras palavras, apenas birra minha. Deixa elas, não parece mais do que isso mesmo. Mas eu quis mesmo ter conseguido ser assim, porque as coisas seriam infinitamente mais fáceis, e às vezes eu só fico cansada.

      É engraçado, porque quando qualquer outra pessoa diz alguma coisa do tipo, eu discuto, eu explico, e caso ela não entenda eu apenas deixo estar. Deixa estar, que um dia ela vai conseguir. E se não conseguir... bem, mesmo assim eu já vou ter falado com outras pessoas, já vou ter feito o mesmo processo over and over again, e sempre vale a pena em algum momento. Mas em casa não. Quanto mais próxima é a pessoa, mais difícil é. Pra eles eu não posso apenas sorrir e ser paciente e talvez pensar que tudo vai ficar bem. Não existe a possibilidade de ingenuidade, de otimismo, porque tudo já foi esgotado. Se fossem outras pessoas, talvez eu esqueceria. Ou talvez eu continuaria discutindo, pra sempre. Mas nenhum dos dois pode acontecer, porque cansa de um jeito inimaginável. Cansa de um jeito que me faz apenas ouvir as.mesmas.coisas. - com as mesmas palavras e as mesmas perguntas que não admitem as respostas - sem querer nunca mais abrir a boca pra nada. É irônico de um jeito muito triste: te silenciarem de tanto que você falou.

      Isso não pretende ser um ~post revoltz~ contra a minha família nem nada do tipo. Como eu disse, não existe - ou talvez simplesmente nunca tenha existido - mais raiva; foi só o pontapé inicial pra perceber que era um caminho de duas vias: tudo aquilo que eu estava vivenciando dentro da minha própria casa acontecia, e muito pior, fora dela. Tudo aquilo que acontecia fora da minha casa, se refletia nela também. O "aquilo" ao que me refiro é, claro, a opressão.

    17. Marcelo Cassaro "Paladino"

      Sabia que só os idiotas respondem uma pergunta com outra?

      Sabia que só os covardes insultam sem assinar?

    18. Julia

      conta TUDO SOBRE TUA GATINHA e a experiência

      INTRODUÇÃO
      Meu irmão convenceu minha mãe a pegar um gatinho pra cuidar. Todo mundo aqui em casa gosta e há tempos minha mãe queria que o Dudu, meu sobrinho que mora com a gente, tivesse um bichinho. Como todos na casa me conhecem e sabem o que penso e como sou implicante, foram procurar quem estivesse doando. Pra mim não fazia diferença se fosse adulto ou filhote*, mas onde eles foram só havia filhotinhos. O Dudu queria uma gatinha fêmea e escolheu uma branquinha com manchinhas cinzas. Isso foi uma ou duas semanas antes de eu voltar de São Paulo. Ela continua minúscula, pelo que vi nas fotos: tem no máximo 20cm, tem os pelinhos arrepiados e só tem dois dentinhos por enquanto.

      COISAS FOFINHAS QUE ELA FEZ DESDE QUE CHEGUEI, 18H ATRÁS
      - Tentou subir na minha cama. Não conseguiu porque era muito alta para ela (minha cama é ridiculamente baixa). Atingiu metade da altura do colchão e precisou ESCALAR COM AS PATINHAS;
      - Eu estava deitada na cama. Botei ela e cima do meu peito. Ela ficou. Depois, foi tentar sair. Ela precisou PULAR PRA SAIR porque era pequenininha demais para simplesmente descer;
      - Estava passando pela cozinha quando vi que ela fui comer. Casualmente olhei para baixo. Ela estava DENTRO DO POTINHO DE COMIDA. O potinho é maior do que ela;
      - O Thiago foi procurar a gatinha e a encontrou brincando no meio de 6 caixas de leite;
      - Começou a morder a minha roupa. Tem um babadinho na parte de cima do pijaminha e ela ficou se enroscando nele e mordendo;
      - Dormiu com a gente. Toda vez que eu e o Thiago nos movíamos na cama, ela começava a brincar de morder a minha mão;
      - Travou uma guerra de morte com o lençol;
      - Deixei a porta do quarto entreaberta para ela sair do quarto. Ela saiu, foi morder o meu irmão pra ele dar comida pra ela e depois voltou pra minha cama, não sem antes precisar pular duas vezes para alcançar o colchão.

      CONCLUSÃO
      Eu e o Thiago estamos esfregando o nariz com fúria e compulsão desde que chegamos. Está valendo a pena.

      ANEXOS
      Minha mãe, que dizia só ter pego o gato porque queria que ela matasse ratos, pegando a gatinha no colo e esfregando ela na cara e dizendo "TU É A COISA MAIS BONITINHA, QUE COISA MAIS BONITINHA".


      *tem que ver que muita gente prefere adotar filhotes, por medo dos grandes não se adaptarem. Se adaptam sim! Tive um que era gato de rua OLIVER E SUA GANGUE feelings. Adotem os velhinhos também. <3

    19. Julia

      nao entendo como tu uma mulher consegue lidar com relacionamento aberto.. é tipo teu marido chegar em casa e falar que tava com outra mulher, e tu fica de boa? como pode?

      Bem, a DEFINIÇÃO de relacionamento aberto é essa.

      E se você acha mesmo que por eu ser mulher não tenho como lidar com isso, bem, você está lendo o formspring errado.

    20. Marcelo Cassaro "Paladino"

      RPG é coisa de guri, de perdedor. Cadê que tu joga Magic the Gathering? Não joga! E Magic, sim, é um jogo sério, com regras padronizadas, campeonatos organizados (inclusive Mundiais) e pessoas normais praticando, não um bando de eternos adolescentes.

      Então você diz que jogar Magic, em vez de RPG, é sinal de normalidade, seriedade e maturidade.

      Me dê licença um instante, sim?

      HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
      AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
      HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
      AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
      HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
      AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
      HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
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      AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
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      HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
      AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
      HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
      AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Valéria Fernandes da Silva

Brasília

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