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Nos escreve em obashanan2@yahoo.com.br para eu entender melhor o assunto!
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Nunca te desejei o mal, José Roberto. E jamais desejarei. Você foi e sempre será um grande amigo. Vivemos coisas muito boas juntos, mas não vivemos de passado. O fato de ter ultrapassado os limites da sua coerência interna e ter extrapolado não só as suas convicções, mas antes, o limite da crença alheia, foi o que nos afastou. Mas eu nada sei do destino. Ifá é quem sabe e não me cabe julgar o modo como conduz sua vida e sua relação com as outras pessoas. Peço apenas que fique em paz em sua vida e com sua família. E quanto ao título de "mestre", isso não é autoridade, como talvez tenha compreendido. Entenda apenas como "professor", alguém que transmite algo. É só um reconhecimento que nos dão por um trabalho específico, pois sei poucas coisas e o que sei, distribuo. Quem tem sabedoria, como já disse, é Orunmilá. Seja feliz com os seus, dê um abraço a seus filhos e um beijo na Márcia. Obrigado por nos visitar. Alafia!
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Olá Simone. Ayan é uma divindade de difícil acesso, realmente. Ela é praticamente desconhecida no Brasil, a não ser por alguns iniciados. Literatura sobre a Deusa da música pode ser encontrada em pequenas citações em livros de língua espanhol e inglesa. Se seu amigo precisar de mais informações, nos mende o email que entraremos em contato. Saravá!
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Oi Rose, o livro já saiu. Nos escreva em ayom77@gmail.com que te daremos outros detalhes, ok? Saravá!
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Saiu sim, Anônimo. Escreva para nós em ayom77@gmail.com Axé!
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Olá Eduardo, para adquirir o livro Exu oGrande Arcano, escreva para nós em ayom77@gmail.com Axé!
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Ana, não exatamente. Existem as casas tradicionais onde as pessoas podem ser iniciadas segundo essas tradições e elas são insubstituíveis. O que se promove na Escola de Síntese é o convívio harmonioso de todas as tradições afro-brasileiras, ou seja, todos terão suas entidades, caboclos, pais velhos, crianças, encantados segundo a Umbanda... mas cada médium possui uma relação ancestral com essa ou aquela tradição e assim, é iniciada dentro daquele sistema ritual, sem perder a conexão com os demais membros da corrente. Você é ligado ao terreiro Ilu Nzamby? Quanto aos Bantu, originalmente a divindade ligada à música era relacionada às cabaças. Há referências à força que rege todas as coias e que é invocada dentro das Ngomas, onde seu poder é fixado. Chama-se Mooyo. Sonometricamente liga-se a Ayom e possui fundamentos semelhantes. Ainda este ano lançaremo um livro sobre a tradição Bantu no Brasil.
Kandandu!!
Obashanan -
Olá, Ana. A nossa tradição se chama Escola de Síntese e é uma tradição cujas origens se perdem na noite dos tempos e a Umbanda é o carro chefe, pois a Umbanda é o segmento que une todas as correntes espirituais afro-brasileiras através da entidade conhecida como Caboclo. Nosso mestre foi iniciado na Nação Ketu, por isso temos em nossa ancestralidade essa ascendência.
Nós mesmos, fomos iniciados na tradição Angola via Tumbenci antes de nos tornarmos umbandistas e temos iniciação no orixá Ayan, o orixá dos tambores que praticamente é desconhecido aqui no Brasil. Essa tradição do tambor em que fomos iniciados possui vínculos com os Ewe-fon. Além disso, nossa avó era uma índia guarani e dela herdamos o contato com nossos antepassados encantados.
Reiteramos que a Escola de Síntes possui contato com todas as tradições afro brasileiras e observamos a necessidade kármica de cada integrante da corrente de nossa casa, o TEV, p ara sabermos em qual tradição ele será iniciado e submetido a egrégora ritual adequada.
Nos visite um dia ou veja nossas atividades em nosso Blogue!
Ayan Irê Ô!
Obashanan -
Olá, caro irmão, saravá!
Sua mensagem não veio inteira, como pode ver, por isso fiquei sem saber seu nome. O TEV já há algum tempo possui atividades que se não apontam extamente para os quesitos que comentou, é, antes, uma casa de iniciação das religiões afro-brasileiras, especialmente no que concerne aos tambores, canto e dança ritualísticos. Já trabalhamos com as comunidades carentes junto ao conselho Afro de Rio Preto. E este ano teremos novas atividades nesse sentido.
Ayan Irê Ô! -
Olá Rodrigo, em breve relançaremos o livro Exu - o Grande Arcano, de nosso mestre Arapiagha e até o fim do ano, lançaremos, de nossa autoria um importante livro sobre um assunto afro-brasileiro pouco abordado, além de outras surpresas. Ayan Irê Ô!
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Na minha opinião, Miltinho, as escolas de curimba são o que há de mais pernicioso para a religião, principalmente aquelas que "formam" ogãs em série. Eu digo a você e a outros: FUJA dessas escolas que só ensinam dois ou três toques, pois eles estão querendo te enganar. Fuja mais ainda daqueles que dizem ensinar vários toques, mas que na verdade são o mesmo. Isso acontece muito no Rio de Janeiro, onde ogãs que são na verdade show men patéticos ensinam a Cabula e o Congo de ouro com variações pífias, dizendo que o toque, se for mais rápido tem outro nome, ou mudando apenas uma nota já o rebatizam. O verdadeiro aprendizado se dá dentro dos terreiros, segundo as tradições de cada um. Alabês se formam com iniciação verdadeira e não em cursos, pois este é um sacerdócio sério e profundo. Mas há aqueles que preferem cursos de um ano, ou uma semana para se dizerem "Babalaôs" e "Ogãs". Mas é o que mais existe nos dias de hoje infelizmente, pois como sabe, a massa acorre aos espalhafatosos etc...
Um saravá profundo, Miltinho! -
Olá, caro anônimo...
Eu recomendo todos os livros de W.W. da Matta e Silva (Mestre Yapacani) e de meu mestre, Pai Rivas (Mestre Arhapiagha), provavelmente os únicos autores que possuem coerência dentro de suas propostas, que explicam e exemplificam o que fazem com seu trabalho e dedicação, ao contrário de uns e outros, salafrários da fé, que só fazem é enganar e vilipendiar, esses dos quais não se tem notícia de trabalho nem de respeito. Embora, em nossa opinião, seja importante conhecer todas as obras sobre Umbanda e sobre os cultos afro-brasileiros, para não sermos enganados, já que o conhecimento liberta a mente, exatemente o contrário dos que pretendem e difundem a idéia de codificação.
Um saravá profundo! -
Nos escreva no ayom77@gmail.com e lhe daremos mais informações, ok?
Ayan Irê Ô! -
Caro anônimo! Entendemos que tem muita gente que acha que qualquer coisa pode ser feita nas religiões afro-brasileiras com essa justificativa de que os mentores podem tudo, como se esses mestres do astral pudessem abalizar nossos desmandos. Se assim fosse, porque então seguirmos rituais, fundamentos e tradições? Se nossos mentores podem tudo, porque eles não acabam com o crime, a violência, a corrupção, a pobreza etc? Está claro que eles sabem que tudo tem seu caminho e momento certos. Na verdade, o que esse povo da já conhecida "Umbanda xerox" quer é desmoralizar, distorcer e tomar o poder dentro da religião para poderem sustentar seus luxos e seus desatinos, se utilizando do sagrado para arquitetar suas loucuras e sua desonestidade. Não, meu caro, os guias não "transformam" a música profana em ponto cantado... não mesmo, pois eles mesmos entendem a função de uma coisa e de outra. Está claro que esses que assim procedem, levando a música secular para dentro dos terreiros, estão, na verdade, levando tudo que existe de negativo para dentro da Umbanda, porque o objetivo deles é esse: tornar tudo nivelado pela mais baixa vibração, já que eles mesmos jamais devem ter sentido a presença de um astral verdadeiro em seus auras. Não conseguem se ligar com o verdadeiro ponto de raiz, pois sua vibração mental só reconhece emocionalmente a música feita para o consumo popular. E para finalizar: esses que cantaram o "Trem das Onze" em homenagem aos "malandros cariocas" devem ter feito Adoniran revirar no túmulo, pois este era paulista e não era malandro. Em suma: cada vez a mais, a umbanda é vilipendiada, açoitada, jogada na vala comum por esses fanfarrões, que na verdade não passam de uma gangue barata se fazendo passar por religiosos, querendo trazer prá dentro do terreiro a estupidez e a incompetência de suas próprias vidas.
Um abraço! -
Já respondemos, Fátima! Na verdade temos muitas perguntas aqui para serem respondidas! É que estamos muito atarefados com nossas responsabilidades pessoais, sacerdotais e familiares, mas no devido tempo, todas as respostas serão publicadas, ok?
Saravá! -
Fátima, Saravá! A mulher sempre teve uma importância fundamental na construção e na manutenção dos fundamentos e da resistência de nossa religião. Homens e mulheres possuem seu próprio caminho e lugar nas coisas do "santo", mas cada qual tem como imprescindível estabelecer, com responsabilidade os novos caminhos que os cultos afro-brasileiros irão tomar no futuro. Obrigado por nos escrever! Ayan Irê Ô!
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O livro estará pronto no dia 19 próximo, Lucas. O lançamento será na FTU, no rito de Oxossi. Axé!
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Obrigado, amigo. Acreditamos que nosso rito é positivo graças aos irmãos de todas as escolas ritualisticas brasileiras que nos ajudam a fazê-lo. Nós ministramos aulas, sim, embora não seja como as escolas de curimba tradicionais que existem. Se quer mais detalhes, nos escreva em obashanan2@yahoo.com.br
Ayan Irê Ô! -
Adriano, meu velho, Saravá!1 O professor Júlio foi uma sensação. Pena que ele não responda os emails. Já escrevi prá ele quatro vezes e nada!!! Guenta a mão que vou colocar a entrevista no meu blogue num edição especial. Estou muito ocupado terminando o livro Exu o Grande Arcano, que sairá pela Ayom Editora!
Abraço! E coma macarrão! -
Conhecemos sua pessoa e não seus trabalhos, ok? Nosso DDD é 017 - 3011-3203. Estamos em recesso até Fevereiro, quando voltam nossos ritos! Axé!
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Obashanan’s Bio
Obashanan (Wylliam de Ayrá) é Iniciado de Mestre Arapiaga (Pai Rivas) sacerdote do TEV - Templo da Estrela Verde, a casa de Xangô Ayrá em São José do Rio Preto. É Alabê e pesquisador dos ritmos devocionais brasileiros. É criador do Acervo Ayom




