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    1. Fernanda

      O dos livros, se não me engano, era assexuado e aromantic, mas o dos filmes, segundo o Moffat, não é:

      “”It's the choice of a monk, not the choice of an Asexual. If he was Asexual, there would be no tension in that, no fun in that – it's someone who abstains who's interesting."

      (Tradução podre: "É a escolha de um monge, não de um assexuado. Se ele fosse assexuado, não haveria tensão, não haveria diversão nisso - é alguém que pratica a abstinência que é interessante.")

      Ele também não é gay, segundo ele:

      "I don't think there is anything that suggests Sherlock is gay, but if he was, he wouldn't fancy John [Watson]."

      (tradução podre: "Eu não acho que haja qualquer coisa que sugira que o Sherlock é gay, mas se ele fosse, ele não ia se interessar pelo John (Watson).")

      (HAHAHAAH, cara, nem posso com esse último. "não acho que haja qualquer coisa que sugira que ele é gay" - é, pois é, exceto pelo detalhe de ele estar VIVENDO A PORRA DE UMA HISTÓRIA DE AMOR COM O WATSON NA SUA SÉRIE. Mas nããão, imagina, 100% hetero. Tá bom, cara, continue assim)

      Em resumo, o Moffat é um babaca nojento que faz questão de não deixar ninguém interepretar o Sherlock como nada além de hetero, então eu quis alertar a Júlia pra ela não ir ver a série com falsas esperanças.

    2. Fernanda

      Acho que é impressionante como as pessoas usarão literalmente toda e qualquer razão imaginável para culpar uma mulher pelo seu próprio estupro, não importa quem ela seja, o que ela tenha feito, ou quando o crime tenha acontecido. Só numa mente incrivelmente misógina e parcial que fazer um filme onde não ocorre sexo real, onde a criança recebeu permissão dos pais para atuar, e onde literalmente tudo que ocorria era mandado por um roteiro e assistido por uma equipe de filmagem em peso te impede de falar contra abuso sexual.

      Além disso, é muito importante ressaltar que, mesmo que a Xuxa fosse de fato uma pedófila, isso não seria motivo para impedi-la de falar a respeito do seu próprio estupro e de exigir prisão para o agressor - claro, ela também deveria ser punida por seus próprios atos, mas entende o que eu estou dizendo? Estupro não depende do caráter da vitima. Estupro não depende do passado da vítima. Estupro é sempre, sempre, sempre, SEMPRE errado. A idéia de que um estuprador merece ser estuprado só reforça a percepção de estupro como um método válido de tortura e punição, como algo que alguém pode merecer, de qualquer modo que seja. E isso só contribui para a trivialização e a invalidação imensa que o estupro já sofre na nossa sociedade.

      Ninguém merece ser estuprado. Ninguém merece ser estuprado. Ninguém merece ser estuprado. Vamos reunir a humanidade numa praça e repetir isso um zilhão de vezes, em todas as línguas imagináveis: Ninguém merece ser estuprado. Vamos cravar isso nas nossas mentes à força.

    3. Fernanda
      NanaseKei responded to schweitzer 20 May

      Acho que a questão deles é extremamente mais complexa. A Nação do Fogo era, afinal, 100% errada na posição dela (claro, não que todos os dobradores do fogo fossem, mas enfim, você entende o que eu quero dizer), sem discussões - agora, os Equalists são muito mais complicados, porque não dá para saber até que ponto o que eles dizem tem m[érito. Há, de fato, uma desigualdade entre dobradores e não-dobradores? Se sim, até que ponto, e em que áreas? De onde surgiu? Já era uma questão na época do Aang, e só não veio à tona porque ele tinha outras coisas com que se preocupar naquele momento - talvez tenha sido algo com que ele e o Zuko tiveram que lidar depois que assumiram o poder? Como é a "guerra" entre dobradores e não-dobradores a que o Tenzin se referiu no último episódio, além do Amon? Etc.

      Eu acho que são coisas que sem dúvida serão respondidas, ainda que vagamente, ao longo da série, e não duvido que eventualmente toda a questão dos non-benders vai ser apresentada do ponto de vista deles (principalmente porque eu tenho quase certeza de que Korra vai acabar perdendo a capacidade de dobrar). Até lá, prefiro não opinar.

    4. Fernanda

      Nenhum pensamento especial. A versão da 4 Kids é uma merda gigantesca, que pode ser considerada tudo, menos One Piece, mas falar sobre isso é chover no molhado, porque todo mundo já sabe. Eu não vejo televisão, então nem me importo se vai voltar ou não - pra ser bem sincera, nem sabia que tinha saído.

    5. Fernanda

      3 - Praticar bruxarias.
      2 - Destruir o capitalismo.
      1 - Se tornarem lésbicas (vamos e convenhamos que é a parte mais divertida do movimento).





      (Contexto necessário: "The feminist agenda is not about equal rights for women. It is about a socialist, anti-family political movement that encourages women to leave their husbands, kill their children, practice witchcraft, destroy capitalism and become lesbians." - dito de fato por um político americano em 92.)

    6. Fernanda
    7. Fernanda

      Cara, essa pergunta tá aqui há tanto tempo que você provavelmente já até esqueceu que mandou, Anônim@. E o fato é que eu mantive ela aqui porque é uma das perguntas mais difíceis que eu já recebi, porque, sendo sincera, isso é algo que eu já me perguntei algumas vezes e ainda não consegui escolher uma resposta.

      Quer dizer... A parada de arte, na real, é que você pode dividir ela em tantas milhões de categorias diferentes, aplicá-la de tantas formas, e causar tantas reações diretamente opostas por causa dela que eu acho difícil encontrar um conceito uniforme, algo que sirva como padrão. O conceito de arte muda com o tempo, muda com o lugar, muda até com o humor da pessoa que está estabelecendo-o, então, sei lá, será que vale mesmo a pena ficar procurando por ele? Pra que SERVE definir algo como arte? Claro, em toda e qualquer manifestação cultural haverão obras que marcaram uma época, que revolucionaram um conceito, que são essenciais que compreender a manifestação em si inteiramente. Mas é arte? Tu chamaria os poemas dadaístas, que muitas vezes eram literalmente elaborados de maneira aleatória, de arte? Eu não, mas não tem uma caralhada de gente que chamaria? Qual é a minha prova definitiva de que eu estou certa e que eles estão errados?

      E não é como se eu estivesse 100% convencida, também. Tem muita coisa que relatividade de conceito nenhuma vai me fazer aceitar como arte, querendo ou não, não estou evoluída espiritualmente a esse ponto. E, sim, eu sei que você perguntou qual é a MINHA definição pessoal, mas mesmo isso é algo a respeito do qual não estou completamente segura, porque o ponto em que uma coisa me toca emocionalmente e no que ela me toca intelectualmente gostam de dar a louca e se separarem a quinhentos metros de distância, e às vezes se entrelaçam, e outras vezes nem se olham de longe (e isso é sem mencionar o ponto em que eu considero algo bom o bastante para gerar uma marca, que é igualmente inconstante em termos de locais de aparição). E a minha interpretação se mistura com o original, e a minha opinião a respeito de algo muda dependendo do meu investimento emocional naquilo, e de modo geral a minha apreciação das coisas é muito estranha, Anônim@. Eu sei reconhecer o que eu gosto e o que acho bom, sei falar horrores sobre isso e dar motivos para as minhas opiniões (como tu notará se passear um pouco por esse formspring, aliás, isso é algo que eu adoro fazer), mas reconhecer padrões nessas preferências, reconhecer até quando esses padrões me permitem julgar algo imparcialmente, e, enfim, poder chegar e te responder que "eu acho que arte é isso, isso e isso", ainda não. Infelizmente.

    8. Fernanda
    9. Fernanda
    10. Fernanda

      Claro! Em matéria de livros, eu não tenho grandes indicações - comprei uma porrada de livros interessantes a respeito ultimamente, mas ainda não tive chance de ler todos. Recomendo "He's a stud, she's a slut and 49 other double standarts every woman should know", da Jessica Valenti - a linguagem é simples e rápida, e, de modo geral, é bem básico, de modo que você não precisa ser muito informado no assunto pra ler e concordar, e tem uns pontos muito legais e interessantes, assim como alguns dados importantes (só é meio cissexista, mas só um pouco).

      Em termos de sites, no entanto, é muito mais fácil. Vou pegar aqui alguns bons:

      http://www.youtube.com/user/lacigreen?feature=watch (Sim, recomendei ela aqui em baixo, mas ainda assim acho-a muito boa, vale bastante a pena dar uma assistida)

      http://www.youtube.com/user/feministfrequency?feature=watch (Sensacional, provavelmente uma das minhas recomendações favoritas dessa lista. Ela fala de feminismo de maneira relacionada à cultura popular em geral, analisando filmes, livros, séries, músicas, etc. Nem sempre concordo com tudo, mas acho os pontos dela extremamente válidos. Recomendo especialmente os dois vídeos sobre a campanha publicitária da Lego para meninas)

      http://eschergirls.tumblr.com/ (Um blog com fanarts, desenhos, imagens de comics de mulheres colocadas de maneira objetificada e fisicamente impossível. Acho muito, muito legal, mesmo se tu não desenha, porque é impressionante como os padrões de beleza moldados são verdadeiramente ERRADOS a esse ponto)

      http://criticalfeministcorgi.tumblr.com/ (Ela fala de feminismo no geral, fazendo alguns posts, e, de quebra, tem meme.)

      http://bitchesguidetoetiquette.tumblr.com/ (de novo, fala de tudo, e às vezes tem umas imagens geniais)

      http://ciscentrismsucks.tumblr.com/ (sobre transfobia. Acho muito esclarecedor)

      http://damnitdisney.tumblr.com/ (ela posta umas paradas sensacionais)

      http://www.youtube.com/watch?v=ZqDzKad2Q3M (esse e toda a série Target Women vale a pena assistir, é uma sátira ótima da maneira como mulheres são retratadas em comerciais e propagandas em geral)

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    11. Fernanda
    12. Fernanda

      Give Geeks a Chance: Menina gata, linda e maravilhosa e um nerd babaquinha, feio, que tem uma obsessão por ela por ela ser gata, linda e maravilhosa (não pela personalidade dela, vale ressaltar!) - ALMAS GÊMEAS, só que a pobre menina burrinha vai demorar a história inteira para perceber. Ou, se não perceber, bem, então ela era uma vadia fútil e superficial mesmo, então nem valia a pena. O nerd consegue coisa melhor!

      Ms. Fanservice: Olha só, essa menina acabou de dar um oi pro herói. Me parece o momento IDEAL para dar um close na bunda dela! E, olha, lá vem um vento oportuno para levantar a saia que ela está usando - e claro que ela não vai segurar antes de podermos ver a calcinha com detalhes! E, ih, que coisa, está chovendo, a camisa dela ficou completamente molhada e transparente, e ela está usando um sutiã super sensual! Que coinciências interessantes!

      Standard Hero Reward: O herói da história tem cumprir objetivo X, matar o vilão Y e mostrar seu valor e glória no processo - e, no final, ele ganha uma mulher linda e fantástica, esperando sentada para se apaixonar perdidamente por ele depois que ele fizer tudo isso. Porque ela é um prêmio a mais, não um ser humano.

      Vasquez Always Dies: Mulher forte, fodona, não tradicionalmente atraente, boa de briga e que não é interesse romântico do protagonista? Já pode encomendar o caixão.

      Mulher feia/masculina/gorda/vocês entenderam o espírito que é utilizada como piada: Porque não é como se mulheres assim existissem, né? E, se existem, deviam sentir vergonha de fazê-lo.

      Straw Feminist: "GRAWR GRAWR GRAWR EU ODEIO HOMENS VOU MATAR TODOS VOCÊS SEUS DESGRAÇADOS E ALÉM DISSO SOU LÉSBICA MAS TAMBÉM TENHO TENSÃO SEXUAL PELO PROTAGONISTA PORQUE QUEM NÃO TEM NÉ"

      "Só não encontrou o pinto certo": Lésbica? Solteira? Casada com o trabalho? NÃO depois de você conhecer ESSE personagem masculino em particular! Esse cara vai MUDAR A SUA VIDA! No fim da história, você vai estar morrendo de vontade de dar pra ele!

      God Save Us from the Queen: Porque ela é uma mulher e todos nós sabemos que mulheres em posições de poder serão inevitavelmente seres humanos repugnantes, frios e cruéis, com ambição sem limites e sem escrúpulos para atingir o que desejam.

      Most Common Super Power: Peitos tão sensacionais que desafiam as leis da física ao fazerem coisas como permanecerem perfeitamente levantados sem sutiã, não se moverem quando a mulher vira deitada, sustentarem-se por inteiro por uma faixa de pano de cinco centímetros que só cobre os mamilos, etc.

      Rule of Sexy: Imagina que você, mulher, é convocada para uma missão perigosissíma amanhã. Ou para um duelo de espadas. Ou para explorar um templo perdido no meio da floresta. Ou para invadir um castelo para derrubar um governante tirano. O que você vai usar? Uma armadura, um colete a prova de balas, uma calça comprida, botas de caminhada? ÓBVIO QUE NÃO! Você vai pegar o seu conjunto de couro mais apertado, os seus sapatos de salto mais alto, o seu short mais curto, a sua blusa mais decotada e VAI À LUTA! Não se preocupe com um sutiã, a trope acima resolve isso!

      Mulher utilizando uma acusação de estupro contra um cara inocente a favor dela: putaquepariu não consigo nem zoar por que é que essa porra EXISTE alguém me fala

      Toda e qualquer trope envolvendo estupro, de maneira geral: Porque 98% delas são pura merda.

    13. Fernanda

      Hm, depende muito do que você gosta, eu acho. Mas vá lá, vou pensar em alguns aqui.

      One Piece é a minha recomendação fixa, meu mangá favorito da história. Acho bem escrito, divertido, interessante, com personagens sensacionais e adoro o traço. O problema, claro, é que é imenso, e você tem que ter certa paciência para querer ver/ler tudo. Mas recomendo bastante.

      Soul Eater é uma opção melhor, eu acho, se coisas muito grandes não forem a sua praia. O anime já terminou, afinal, e são menos de noventa episódios. Não acho tão bom quanto OP, mas acho divertido, gosto da construção do mundo da história, gosto dos personagens e adoro as lutas.

      Hourou Musuko é um mangá lindíssimo sobre duas crianças trans que fazem amizade e vão crescendo juntas. Tem no mangá fox e é muito, muito bom, tocante, com personagens bem escritos e carismáticos e uma narrativa muito bonita.

      Aoi Hana é da mesma autora de Hourou Musuko e é sobre duas meninas que se apaixonam. É uma graça. Não é tão bom quando HM (eu acho o começo bem sem graça), mas com o tempo se torna realmente algo que vale a pena ler. É legal.

      Eyeshield 21 é a minha recomendação-base de mangás de esporte, porque é um dos meus favoritos, sempre. A história muitas vezes cai em clichês bobos de mangás shounen e o final é uma merda, mas o mangá todo é muito bom, com personagens muito carismáticos e partidas que te fazem se interessar por futebol americano e uma escrita que te faz ficar emocionalmente investido naquele time, nas vitórias deles e tal. Recomendo bastante.

      Esses são os que me ocorrem de imediato, já que tu pediu principalmente por mangás e por shounen. Mas se você quiser algo mais específico, só falar :*

    14. Fernanda
    15. Fernanda

      Já li os primeiros seis volumes e lembro de ter gostado, mas não lembro quase nada da história em si e nunca mais li nada. Mas já me recomendaram muito.

    16. Fernanda

      Como diabos eu vou saber se não gosto de um livro sem ler? A razão pela qual eu tenho argumentos pra morrer de falar mal de Crepúsculo é porque eu sentei a bunda na cadeira e li a série toda, oras. Acho escroto falar mal de algo sem conhecer direito, e portanto tento experimentar as coisas antes de julgar. Crepúsculo e livros infanto-juvenis do gênero que seguem essa linha não são diferentes.

      Plus, eu leio o que eu quiser, porra, que tipo de mensagem é essa.

    17. Fernanda

      Não é um anime! É um webcomic chamado Homestuck. Falei a respeito um pouquinho dele aqui: http://www.formspring.me/NanaseKei/q/310842038272667908

      (Comentário adicional: Eu comecei a ler esse ano, fiquei obcecada, e só agora que estou ridiculamente investida percebi que a série vai me machucar de um jeito ou de outro, porque simplesmente não é escrita de um jeito que normalmente me agrade. Não que não seja bem escrita nem nada, simplesmente não é o tipo de escrita que me satisfaz emocionalmente. Eu parei de ler e agora estou tentando me desligar o mais rápido possível - e falhando em níveis astronômicos, como meu tumblr prova. Enfim, o que importa é que achei que valia a pena avisar, pra que ninguém vá ler e acabe que nem eu. Não é um webcomic que eu recomendaria livremente - você realmente tem que gostar/se acostumar com o tipo de história para se divertir plenamente, e eu não consigo.)

    18. Fernanda
    19. Fernanda

      Aaah, sim! hahahaah Desculpe. Vou listar por obras.

      Harry Potter tem um caso bem desconfortável de casal que consiste no cara insistindo loucamente até a menina ceder e se apaixonar por ele, com James/Lily. Apesar de nunca termos de fato testemunhado o desenvolvimento da relação e portanto totalmente haver margem para ela ser desenvolvida de um jeito não muito problemático, ainda é ruim.

      One Piece tem fanservice exagerado em alguns pontos, assim como a tendência meio chata de colocar as duas mulheres do grupo juntas revirando os olhos da imaturidade dos homens - é fiel aos personagens, esse tipo de situação, mas isso só mostra que a construção deles segue certas normas sexistas. Além disso, DUAS mulheres num grupo de OITO HOMENS é sempre algo que me fará torcer o nariz.

      Community tem uma cena irritante de Girl on Girl is Hot, quando a Annie e a Britta começam a brigar e o Duncan assiste às duas. Aliás, toda a briga da Annie e da Britta naquele episódio é uma utilização batida da velha trope de mulheres disputando pra ver quem é a mais gostosa. E a quantidade de comentários que a série faz a respeito dos peitos da Annie é ridícula.

      The Big Bang Theory evoluiu muito em matéria de representação feminina com o tempo, mas ainda está longe de ser ideal. A série ainda cai na básica de "Homens e mulheres são tãããããããão diferentes!" de vem em quando, principalmente com a relação Leonard/Penny (o episódio dessa temporada em que eles consideram a hipótese de reatar é nojento de tão sexista). E há o Howard, que no início da série fazia milhões de cantadas pra Penny mesmo depois dela deixar explicitamente claro que não queria nada com ele, e isso era utilizado como humor.

      Eyeshield 21 é machista até a medula. A única menina que faz alguma coisa relevante para a história é a Karin, e ela é o The Chick incoporado - não apenas ela é a única menina não só do time dela mas do torneio de futebol inteiro, como também ela possui UMA habilidade específica que nem veio de treino, mas só de um talento natural, e essa habilidade quase não é aproveitada.

      Hajime no Ippo é um festival machista tão grande que eu nem sei por onde começar, pra ser sincera hahaha. Estupro e assédio sexual sendo utilizados como humor, personagens femininas que não servem para nada além de se interessar pelo protagonista e brigar entre si por ele, mulheres feias cujas existências são usadas como piadas, enfim, é horrível.

      Esses são os que me vêm à mente de imediato, mas tem muitas coisas que eu amo que também poderiam ser incluídas aqui. Se tiver algo específico que tu quiser que eu avalie, só avisar!

    20. Fernanda
      NanaseKei responded to heimweg 8 May

      Nunca liguei muito, mas também não tenho nada contra em particular. Conheço poucos, mas gosto de uns da Pixar - lembro de um bem legal de um alienígena e outro de uns velhinhos jogando xadrez que gostei bastante.

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