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Ensaio Sobre a Cegueira, José Saramago
Os Pilares da Terra, Ken Follet
Evangelo Segundo Jesus Cristo, José Saramago
As Três Vidas, João Tordo
Morreste-me, José Luís peixoto
A Queda dos Gigantes, Ken Follet
O Bom Inverno, João Tordo
Caim, José Saramago
Memórias de uma Gueixa, Arthur Golden
Hotel Memória, João Tordo
(Sim, são 10. Não dava para parar no 5º...) -
Não faço ideia... Mas é mandar mail para marianne.notsofast@gmail.com e eu considero comentado! ;-)
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Morangoskas. E sangria. E margueritas. E água (fica bem dizer que a nossa bebida preferida é água!).
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Umas sandálias compradas para aí em 2002... acho eu!
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Onde: em casa da minha mãe. Como: com a minha mãe, que foi costureira e que aprendeu a costurar em miúda. Foi muito fácil aprender. Não sei se tem a ver com talento ou se a coisa é mesmo simples. O que é facto é que me dei bem com a técnica. E como não stresso com as coisas, isto corre bem. Depois é uma questão de treino, de imaginação e de apurar técnicas (e subterfúgios... do estilo "se isto não vai bem a direito, vou à volta e vou lá dar na mesma").
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Ai, ai... só agora vi a pergunta! Mudou e não mudou. Nós só começámos a viver juntos depois de a minha filha nascer, portanto não houve uma mudança drástica (no sentido de sermos dois e passarmos a ser três). houve uma mudança mais drástica ainda porque não vivíamos juntos e passámos a viver. Mas é melhor do que era antes. Descobri nele qualidades que sempre imaginei que ele viesse a ter, mas que é bom comprovar que efetivamente tem. Não sinto falta do que ele era antes de termos filhos. Tenho é alguma pena de não termos tido um ou dois anos como casal, só para nós. Mas não calhou e não vale a pena pensar muito nisso. Teremos esses anos quando os miúdos ganharem asas e forem mais independentes... daqui a 30 anos, portanto...!
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Não. É maravilhoso!
Desde que me lembro que pensava que o que mais queria era ser mãe. Não para ficar em casa, naquele romantismo das stay-at-home-moms, mas para ter uma companheira de vida. E sempre achei que ia ser mãe aos 28 anos. Foi isso que aconteceu: fui mãe aos 28 anos e a minha filha é mesmo uma super-companheira. Adoro passar tempo com ela, ensinar-lhe coisas, levá-la a sítios onde acho que vai aprender qualquer coisa. Somos muito cúmplices.
Agora vem aí o 2º filho. E eu gostava de ter um 3º... mas esse é um "a ver vamos". Uma filha apenas é que só teria por muito azar (se não conseguisse engravidar novamente ou assim). Eu sou filha única e detesto!
Mas sim, a maternidade, para mim, é o melhor da minha vida. Mas não acho que todas as mulheres têm a "obrigação" de ser mães nem acho que todas as mulheres se realizem pela maternidade. Mas a mim, foi mesmo a melhor coisa que me aconteceu! -
Não, não saio sempre a horas. É suposto sair às 18h30, mas é normal sair um bocado depois disso. Tento é não sair depois das 19h (mas houve uma altura, antes de ser mãe, em que saía amiúde por volta das 22h, 23h...).
Depois olha... enfrentar o trânsito, ir buscar a miúda, preparar o jantar, jantar, arrumar a cozinha e por norma, o mais tardar às 22h30 já estou na cama, a ver um episódio de qualquer coisa, antes de dormir.
Aprendi a organizar-me. Deixei de fazer compras de supermercado ao final do dia, durante a semana. Isso poupa-me aí uns 30 a 40 minutos. Passei a ter as ementas semanais pré-estabelecidas. Isso faz com que não passe o dia a pensar no que vou fazer ao jantar e faz com que depois não ande perdida na cozinha, tipo barata-tonta, sem saber o que fazer. Agora, com o barrigão, deixei de ser eu a dar banho à minha filha, mas acontecia muitas vezes ter também isso para fazer antes de fazer o jantar. Agora é o meu marido que trata desse departamento: dá-lhe banho e brinca com ela enquanto eu ando na cozinha. Não sei como vai ser quando o bebé nascer, mas havemos de nos organizar...
Ah, uma coisa que eu não fazia (e que facilitava a organização) e que agora faço: passar a ferro. A minha mãe tratava-me da roupa, mas agora, doente, não pode. Portanto também tive que arranjar maneira de tratar disto. É na base do "vai-se fazendo", uns dias antes do jantar (se a minha sogra por acaso nos manda o jantar) e aos fins-de-semana, durante as sestas dela. -
Melhora!!! Quando a minha tinha 9 meses também era assim. Mas muita da independência dela é proporcionada por nós, que sempre a incentivámos a ser independente. Ou seja, acho que se a tivéssemos "mimado" mais, se lhe tivéssemos sempre feito as vontadinhas todas, não era assim. Ela começou a ser mais independente quando começou a andar (que foi tarde, com 16 meses). Acho que foi esse o ponto de viragem. Mas vai muito dos pais. Se nós estivermos excessivamente focados neles, se nos esquecermos de nós, é normal que sintamos sempre esse "peso". Portanto, o conselho que te dou é esse: reserva tempo para ti, não te esqueças de quem és, de quem eras antes de ser mãe. Faz o que gostas, mima-te. Isso vai evitar que sintas que estás a viver apenas e só em função de outra pessoa. Eu acho que nós somos melhores mães se não nos esquecermos de nós... caso contrário acabamos a "cobrar" coisas indevidamente...
Se precisares de falar... marianne.notsofast@gmail.com.
Bj. -
Vários ingredientes:
- Precisarmos de comer
- Adorar cozinhar
- Não me meter a cozinhar coisas complicadíssimas em dias de semana
- Organizar o que vamos comer semanalmente (poupa-se imenso tempo no processo de decidir o que vai ser o jantar, ir comprar aquele ingrediente que não tínhamos em casa e, finalmente, fazer o que se decidiu)
- Ter um marido que trata da filha enquanto eu trato da cozinha!
Agora a sério: o que está no blog são receitas simples, rápidas e deliciosas, que não levam meio serão a preparar.
E obrigada pelo elogio!! -
Tenho. Daqueles que não servem de muito. Publicidade e Marketing. Se fosse hoje teria tirado psicologia, especializar-me-ia em Psicologia Criminal e virava este mundo e o outro até entrar para a PJ. Para o curso ainda tenho idade. Para entrar na PJ nem por isso...
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Sou a autora do Not So Fast.
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Rapito: não respondo a perguntas sobre a minha filha...
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Sei lá eu...! Era suposto saber!
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