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    1. Marianne

      Ensaio Sobre a Cegueira, José Saramago
      Os Pilares da Terra, Ken Follet
      Evangelo Segundo Jesus Cristo, José Saramago
      As Três Vidas, João Tordo
      Morreste-me, José Luís peixoto
      A Queda dos Gigantes, Ken Follet
      O Bom Inverno, João Tordo
      Caim, José Saramago
      Memórias de uma Gueixa, Arthur Golden
      Hotel Memória, João Tordo

      (Sim, são 10. Não dava para parar no 5º...)

    2. Marianne

      Não faço ideia... Mas é mandar mail para marianne.notsofast@gmail.com e eu considero comentado! ;-)

    3. Marianne

      Morangoskas. E sangria. E margueritas. E água (fica bem dizer que a nossa bebida preferida é água!).

    4. Marianne
    5. Marianne
    6. Marianne

      Onde: em casa da minha mãe. Como: com a minha mãe, que foi costureira e que aprendeu a costurar em miúda. Foi muito fácil aprender. Não sei se tem a ver com talento ou se a coisa é mesmo simples. O que é facto é que me dei bem com a técnica. E como não stresso com as coisas, isto corre bem. Depois é uma questão de treino, de imaginação e de apurar técnicas (e subterfúgios... do estilo "se isto não vai bem a direito, vou à volta e vou lá dar na mesma").

    7. Marianne

      Ai, ai... só agora vi a pergunta! Mudou e não mudou. Nós só começámos a viver juntos depois de a minha filha nascer, portanto não houve uma mudança drástica (no sentido de sermos dois e passarmos a ser três). houve uma mudança mais drástica ainda porque não vivíamos juntos e passámos a viver. Mas é melhor do que era antes. Descobri nele qualidades que sempre imaginei que ele viesse a ter, mas que é bom comprovar que efetivamente tem. Não sinto falta do que ele era antes de termos filhos. Tenho é alguma pena de não termos tido um ou dois anos como casal, só para nós. Mas não calhou e não vale a pena pensar muito nisso. Teremos esses anos quando os miúdos ganharem asas e forem mais independentes... daqui a 30 anos, portanto...!

    8. Marianne

      Não. É maravilhoso!

      Desde que me lembro que pensava que o que mais queria era ser mãe. Não para ficar em casa, naquele romantismo das stay-at-home-moms, mas para ter uma companheira de vida. E sempre achei que ia ser mãe aos 28 anos. Foi isso que aconteceu: fui mãe aos 28 anos e a minha filha é mesmo uma super-companheira. Adoro passar tempo com ela, ensinar-lhe coisas, levá-la a sítios onde acho que vai aprender qualquer coisa. Somos muito cúmplices.

      Agora vem aí o 2º filho. E eu gostava de ter um 3º... mas esse é um "a ver vamos". Uma filha apenas é que só teria por muito azar (se não conseguisse engravidar novamente ou assim). Eu sou filha única e detesto!

      Mas sim, a maternidade, para mim, é o melhor da minha vida. Mas não acho que todas as mulheres têm a "obrigação" de ser mães nem acho que todas as mulheres se realizem pela maternidade. Mas a mim, foi mesmo a melhor coisa que me aconteceu!

    9. Marianne

      Não, não saio sempre a horas. É suposto sair às 18h30, mas é normal sair um bocado depois disso. Tento é não sair depois das 19h (mas houve uma altura, antes de ser mãe, em que saía amiúde por volta das 22h, 23h...).

      Depois olha... enfrentar o trânsito, ir buscar a miúda, preparar o jantar, jantar, arrumar a cozinha e por norma, o mais tardar às 22h30 já estou na cama, a ver um episódio de qualquer coisa, antes de dormir.

      Aprendi a organizar-me. Deixei de fazer compras de supermercado ao final do dia, durante a semana. Isso poupa-me aí uns 30 a 40 minutos. Passei a ter as ementas semanais pré-estabelecidas. Isso faz com que não passe o dia a pensar no que vou fazer ao jantar e faz com que depois não ande perdida na cozinha, tipo barata-tonta, sem saber o que fazer. Agora, com o barrigão, deixei de ser eu a dar banho à minha filha, mas acontecia muitas vezes ter também isso para fazer antes de fazer o jantar. Agora é o meu marido que trata desse departamento: dá-lhe banho e brinca com ela enquanto eu ando na cozinha. Não sei como vai ser quando o bebé nascer, mas havemos de nos organizar...

      Ah, uma coisa que eu não fazia (e que facilitava a organização) e que agora faço: passar a ferro. A minha mãe tratava-me da roupa, mas agora, doente, não pode. Portanto também tive que arranjar maneira de tratar disto. É na base do "vai-se fazendo", uns dias antes do jantar (se a minha sogra por acaso nos manda o jantar) e aos fins-de-semana, durante as sestas dela.

    10. Marianne

      Melhora!!! Quando a minha tinha 9 meses também era assim. Mas muita da independência dela é proporcionada por nós, que sempre a incentivámos a ser independente. Ou seja, acho que se a tivéssemos "mimado" mais, se lhe tivéssemos sempre feito as vontadinhas todas, não era assim. Ela começou a ser mais independente quando começou a andar (que foi tarde, com 16 meses). Acho que foi esse o ponto de viragem. Mas vai muito dos pais. Se nós estivermos excessivamente focados neles, se nos esquecermos de nós, é normal que sintamos sempre esse "peso". Portanto, o conselho que te dou é esse: reserva tempo para ti, não te esqueças de quem és, de quem eras antes de ser mãe. Faz o que gostas, mima-te. Isso vai evitar que sintas que estás a viver apenas e só em função de outra pessoa. Eu acho que nós somos melhores mães se não nos esquecermos de nós... caso contrário acabamos a "cobrar" coisas indevidamente...

      Se precisares de falar... marianne.notsofast@gmail.com.

      Bj.

    11. Marianne

      Vários ingredientes:

      - Precisarmos de comer
      - Adorar cozinhar
      - Não me meter a cozinhar coisas complicadíssimas em dias de semana
      - Organizar o que vamos comer semanalmente (poupa-se imenso tempo no processo de decidir o que vai ser o jantar, ir comprar aquele ingrediente que não tínhamos em casa e, finalmente, fazer o que se decidiu)
      - Ter um marido que trata da filha enquanto eu trato da cozinha!

      Agora a sério: o que está no blog são receitas simples, rápidas e deliciosas, que não levam meio serão a preparar.
      E obrigada pelo elogio!!

    12. Marianne
    13. Marianne

      Tenho. Daqueles que não servem de muito. Publicidade e Marketing. Se fosse hoje teria tirado psicologia, especializar-me-ia em Psicologia Criminal e virava este mundo e o outro até entrar para a PJ. Para o curso ainda tenho idade. Para entrar na PJ nem por isso...

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