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Eu não acompanhava, e continuo não acompanhado, mas recebo grupos de episódios regularmente e quando há tempo eu vejo. Também recebo episódios de Miami e NY, mas estou atrasado várias temporadas.
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Vi muitos seriados, mais do que consigo me lembrar. Sem falar novamente de Evangelion e Twin Peaks (http://blog.editoradraco.com/2012/04/top-5-marcelo-ferlin-assami/), lembro de Fall Guy, Magnum e Maninal, que revi e piorou. Remington Steele era muito legal e não pretendo rever. E deve fazer uns três anos que não vejo quase nada. E quando quero ver, apelo para minhas irmãs. Eu via Cold Case na TV, mas não sigo mais séries na TV faz anos. Atualmente vejo apenas Criminal Minds. Andam exagerando no fan service de CM, que também tem ficado cada vez mais doente e fetichista, apesar do final bittersweet da última temporada. E penso em terminar de ver as temporadas de Body of Proof, CSI Las Vegas, e quem sabe Endgame.
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Acho que respondi todas.
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Acho que mantive muitos gostos, mas quase nenhum gesto. Em muito eu continuo a mesma pessoa de quando era criança, mas a cada par de anos eu tento recriar os meus gestos. Hoje eu costumo dançar quando estou chateado, que é algo que aprendi lendo Nietzsche.
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Vladimir Nabokov declarou algo parecido. Mas era um ataque aos best sellers mais vagabundos da época dele. E que continua atual. Nabokov também disse “I think like a genius, I write like a distinguished author, and I speak like a child”. Portanto, duvido que ele deixaria de lado autores como Machado de Assis, cujos romances finais são grandes diálogos com o leitor, e a incrível Ivy Compton-Burnett, com romances construídos com diálogos e poucas indicações e marcações do narrador.
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Uma edição com The Rubber Band, que achava que já tinha lido e felizmente não tinha, e com o The Red Box, que li e reli em inglês e em português, ambos do Nero Wolfe, detetive criado pelo Rex Stout. Estou gostando muito e recomendo a todos as histórias do Nero Wolfe.
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Muito obrigado. Espero que seja uma leitura boa. Comente aqui depois.
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Ovas de ouriço do mar, bate carne de lhama. Sorvete de chá verde.
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Talvez "Mein Herr", mas com certeza "Money money money", as duas de Cabaret.
Money makes the world go around
The world go around
The world go around
Money makes the world go around
It makes the world go 'round.
A mark, a yen, a buck, or a pound
A buck or a pound
A buck or a pound
Is all that makes the world go around,
That clinking clanking sound
Can make the world go 'round. -
Está acompanhando o twiter agora? Marketing é tudo.
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Vou a livrarias folhear livros e sempre tenho inspiração, mas nunca abri um livro atrás dela.
Com referências, comigo acontece o mesmo que acontece com muita gente. Você estuda um assunto, faz um trabalho sobre ele e só depois que entrega o trabalho você encontra várias referências sobre o assunto e uma bibliografia mais útil e atualizada que aquela que você levantou. Com a escrita é a mesma coisa, você está mexendo num conto e só depois que termina é que algum amigo aparece e diz que tal autor dominava a mesma técnica que você encontrou sozinho e está nos rudimentos ou que outro autor fez um romance inteiro sobre o tema que você arranhou no conto. -
Mestrei Falkenstein, Twerps, Call of Cthulhu, AD&D, D&D, Vampire e A volta ao mundo em 80 dias, sistema que adaptei para uns amigos da mecânica dos livros jogos que a Marques & Saraiva publicou do Ian Livingstone e Steve Jackson.
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Vladimir Nabokov escreveu ao editor Girodias, da Olympia Press, que publicou originalmente Lolita, “I write for my pleasure, but publish for money". É uma paráfrase de Pushkin: “I write for myself and publish for money and certainly not for the smile of the fair sex”. Os dois casos sugerem uma resposta ao dito do doutor Johnson: "no man but a blockhead ever wrote, except for money."
Posso dizer o mesmo: escrevo para mim e para o meu prazer, mas publico por dinheiro. Tinha o livro pronto há tempos, mas não tinha interesse em publicar. Pode chamar falta de interesse de preguiça e, em parte, também a sensação de que havia e há coisas demais sendo publicadas. E preguiça ao ponto de não querer nem imprimir uma cópia e mandar para as editoras com uma simpática carta de apresentação. Tempos atrás, o Erick pediu para ver o livro, gostou e decidiu publicar.
Acho a sua pergunta estranha. Talvez o fato de hoje seja mais fácil publicar um livro tenha ressaltado a impressão geral de que se escreve para ser publicado ou publicado imediatamente. Há muita gente por aí, e você encontra até pela internet, que não tem interesse nem pressa em ser publicado. E gente boa, com bons livros. -
Pode, mas note que está disponível como pré-venda. Provavelmente funciona como a encomenda de livros importados ou quando a livraria não tem em estoque e tem de encomendar da editora, se o livro chegar antes eles antecipam a entrega.
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Porque as livrarias precisam de datas. E a editora precisa de uma data de segurança para entregar livros e pedidos sem atrasos. O material foi para a gráfica há pouco, meu editor já viu as provas, o livro está em fase de produção e em alguns dias ou semanas deve estar pronto. Ter os exemplares na editora com certa folga é um modo seguro de trabalhar. Se os livros chegam antes e a editora confere a qualidade e pode despachar antecipadamente, as livrarias podem até rever suas datas. E antecipar é sempre melhor que atrasar entregas.
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Muito do “Quero dançar até as vacas voltarem do pasto” (http://editoradraco.com/2012/03/07/quero-dancar-ate-as-vacas-voltarem-do-pasto-marcelo-ferlin-assami/, vou ficar botando links para vender o livro, peço desculpas por agir como um jacu, e meu editor é meu pastor) se passa nos anos 90. Então, está de fora a internet como foco do cotidiano, o que só se consolidou a partir de 2001. E deixei de lado a euforia dos celulares, que passaram de peça pendurada em cinto de tiozão empresário a objeto cotidiano de domésticas, pedreiros e encanadores, mas porque a história passava ao longe disso. Há ainda várias cenas de “fulano, sua mãe ligou e deixou recado”.
Não é memorialista. Apesar das referências (http://blog.editoradraco.com/2012/04/top-5-marcelo-ferlin-assami/), pouco delas aparecem diretamente na história. Você não vai encontrar personagens discutindo desenhos animados da época, bebendo certa marca de cerveja e ouvindo uma banda daquele momento. O mais próximo disso é a presença de lojas de conveniência, que brotaram junto com a abertura econômica do presidente Collor. O livro poderia se passar hoje, mas está nos anos 90 porque foi lá que escrevi. -
Olá. Está a pré-venda está sendo liberada aos poucos nos sites. (http://editoradraco.com/2012/03/07/quero-dancar-ate-as-vacas-voltarem-do-pasto-marcelo-ferlin-assami/)
Mas olha que legal o que tem agora na FNAC: http://www.fnac.com.br/twt-FNAC,,livro-606364-2126.html. Tem um conto meu lá chamado "Breve relato da ascensão do Papa Alexandre IX".
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Marcelo Ferlin Assami
SP
Marcelo Ferlin Assami’s Bio
Nudismo, oniromancia, letras bonitas
marceloferlin@gmail.com



















