Política, Economia, Negócios
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Em toda relação de trabalho devem existir direitos (e deveres) das duas partes (empregador e empregado), nestes termos, somos plenamente favoráveis aos direitos trabalhistas.
O que o Liber propõe é uma gradual retirada do estado como agente interventor destas relações, transferindo o poderes de negociação para os empregados e seus sindicatos/associações.
Por exemplo, hoje se os empregados (por meio do sindicato) quiserem negociar a redução do horário de almoço em 45 minutos para saírem as 16:15, ao invés da 17:00, a CLT impede este acordo, mesmo sendo de ampla vontade dos trabalhadores daquela determinada empresa.
E isso é uma afronta a liberdade e também uma norma que não leva em conta as particularidades de cada serviço, onde o intervalo menor (em troca de sair mais cedo) pode ser mais vantajoso aos empregados (e também aos empregadores).
Por fim, em uma sociedade democrática, a manutenção deste direito trabalhista que não dá margem à democracia ao debate, ao acordo, a conciliação é um dos maiores entraves para a evolução da nossa sociedade. -
O ativismo na WEB tem o mesmo valor de qualquer ação com foco bem definido. Qualquer ação que possua um foco terá um resultado esperado ou próximo disso. O Libertários é um exemplo de ativismo na WEB com foco, pois somos uma partido originado de mobilização em redes sociais.
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"Uma empresa exploradora de petróleo tem seu lucro obtido pela venda do óleo obtido de forma limpa e não aquele óleo que vaza, quando ocorre em desastres. Sendo assim, o mercado regula as empresas, já que elas não querem perder dinheiro com um possível vazamento. Mas, quando ocorre, o petróleo perdido vai parar o mar e afeta a vida animal e vegetal do local, podendo chegar até a costa.. Assim, qual a lei punitiva ideal? Limparem o óleo e pagar pelo dano? Regulações pra impedir outro vazamento?"
Punir deve ter como foco reparar o dano causado e indenizar quem for afetado por esse dano. A simples existência de uma lei não impede que ocorra aquilo que ela tipifica como crime ou infração, o que reduz a chances de um crime ou infração ocorrerem é a fiscalização sobre o cumprimento da lei seja por agentes públicos ou privados interessados no cumprimento da mesma. Por exemplo, a exigência legal que a atividade petrolífera seja securitizada por uma companhia de seguros e tendo essa companhia acesso total aos dados da petrolífera assim como liberdade de fiscalizar de perto dota atividade dessa empresa reduziria as chances de ocorrência de acidentes ambientais, pois a seguradora tem interesse de não pagar o seguro, logo, ela faria uma fiscalização muito rigorosa sobre a atividade a qual ela securitiza de forma mais eficiente que a Agência Nacional de Petróleo (ANP). A atual legislação dá muito pouco poder as seguradoras em relação a elas poderem fiscalizar seus clientes de forma mais adequada, já que isso seria uma invasão sobre a esfera de responsabilidade da ANP. -
O Brasil respeitará a legislação dos outros países onde há restrição ao comércio de drogas reprimindo o tráfico de drogas. A tolerância legal em relação as drogas só teria validade dentro do território brasileiro, logo, seria crime tentar importar drogas proveniente de produção ilegal em países onde essa atividade é crime, assim como exportar daqui drogas produzidas legalmente para países onde seu comércio e produção são proibidos.
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O que você chama de selvagem não tem relação com o capitalismo em si, mas com um arranjo legal que favorece um grupo empresarial ligado ao governo em detrimento do restante da sociedade. Nós do Libertários defendemos uma economia livre desses arranjos legais pautada apenas pelas relações de mercado onde a vontade dos consumidores é soberana.
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O capitalismo é apenas uma forma de produção e distribuição de riqueza com base na propriedade privada. O que chamam de selvagem é apenas a legislação de um país q
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Nossa posição é de apoio. Filipe Celeti, um membro fundador do partido defendeu uma tese acadêmica sobre educação, e recomendamos que a leia.
http://pt.scribd.com/fceleti/d/53536300/4-A-liberdade
E na nossa página oficial você pode obter mais respostas sobre esse tema e outro também.
http://www.pliber.org.br -
Os supermercados já cobravam pelas sacolinhas, pois esse custo estava embutido nos preços. Não havia nenhuma lei que obrigasse os Supermercados de darem sacolinhas, mas isso era uma prática comum para a comodidade de seus clientes. Ocorre que alguém surgiu com a ideia de usar um lei e um motivo ecológico para abster os supermercados da culpa de não mais oferecerem sacolinhas a seus clientes. Além de reduzir os custos dos supermercados, na visão dos autores dessa ideia, faria com que as redes de supermercados ganhasse uma cara mais ecológica. Somos contra a lei que proibi a distribuição de sacolinhas por entender que cada supermercado deve ser livre para atender seus clientes da maneira que melhor julgar, e essa restrição afetou as empresas que não adeririam isso caso fosse facultado à elas escolher.
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São simplesmente criminosos. Nenhuma ação desse tipo pode ser considerado como algo válido ou certo.
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Não houve, por não terem sido privatizações pautadas liberalização dos setores antes geridos pelo Estado. Um desestatização verdadeira só pode ocorrer quando o governo simplesmente libera para que qualquer empresa possa atuar no setor sem restrições. Governos FHC, Lula e Dilma, apenas oligopolizaram vários setores com as ditas privatizações.
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Alguns membros do Instituto Millenium ou são membros do LIBER ou possui estreita relações com o partido.
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Para nós multinacionais são empresas como qualquer outra.
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Sim, pois o anarco-capitalismo é uma das tendências do Libertarianismo.
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O LIbertários agrupa várias tendências liberais e libertárias, porém nosso programa é minarquista, isto é, defende um estado muito mínimo em suas responsabilidades e poderes sobre a sociedade.
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Nós do Libertários também dividimos com você sua indignação ante tamanha picaretagem, sob o signo de liberalismo, promovida pelo governo FHC e continuado pelos governos Lula e Dilma. Nós do Libertários entendemos que as ditas privatizações no Brasil não passam de monopólios e oligopólios concedidos alguns poucos amigos do governo. Mesmo que tenha havido avanços, vemos que a restrição de entrada de novas empresas nos setores privatizados para concorrer com as que já atuam nele é uma proteção criminosa que o governo dá a essas empresas oligopolistas que com a ausência de livre mercado em seus setores usam as agências reguladores como seus carteis junto ao estado brasileiro, pois essas agências reguladores não existem para proteger os interesses dos consumidores, que só podem ser defendidos em um ambiente livre-mercadista, mas para defender e aplicar os interesses desses poucos empresários que compraram do governo o direito de oligopolizar os serviços antes de monopólio estatal. Somente com a liberalização do setor de telecomunicações, desregulamentando-o em um nível em que qualquer empresa ou pessoa possa entrar nesse setor e concorrer com os demais, teremos um avanço tanto de queda de preços e no aumento da qualidade e tecnológico.
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Não existe capitalismo selvagem, existe capitalismo apenas. O exemplo dado por você se refere a um ambiente onde empresários possuem uma proteção jurídica para privar parte da sociedade de seus direitos, onde as leis trabalhistas são usadas como forma de controle do statos quo de uma elite da época. O capitalismo genuíno é o de livre mercado onde não existe leis manipulando as relações de trabalho. O Libertários defende uma relação de trabalho pautada pela liberdade e livre negociação entre empregados e empregadores sem a ingerência do Estado, que sempre tenderá em favor de um em detrimento do outro, dependendo a convergência política do momento.
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O Libertários é formado por membros variados engajados por uma causa comum entre eles, a liberdade. Fatores como cor da pele são irrelevantes para nós, pois ninguém é sua cor de pele, todos nós somos algo muito mais do que apenas nossa cor de pele, somo seres humanos dotados dos mesmos direitos.
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Não existem dados sobre a discriminação no Brasil justamente por ela ser ocultada hoje devido a proibição. Pode ter havido diminuição, ou não, não há como saber. O certo é que a discriminação hoje é oculta.
Para nós o racismo é uma opinião como qualquer outra que um indivíduo faz sobre o outro, tentar obrigar as pessoas a mudarem, ou fingirem pelo menos, de opinião apenas por serem diferentes das nossas é errado e dá um poder indevido ao governo. Um governo que tem o poder de dizer o que seus cidadãos devam acreditar é um governo autoritário.
Infelizmente os indivíduos que foram vítimas no passado de leis injustas e discriminatórias hoje desejam fazer o mesmo que sofreram com os outros, perpetuando um sistema jurídico autoritário em vez de lutar pelo fim dos dispositivos legais que permitem que o estado brasileiro possa legislar sobre a liberdade de expressão, opinião, crença e estilo de vida que as pessoas têm.
A democracia é sistema de governo capcioso, pois democraticamente pode-se fazer coisas terríveis e contra a liberdade. Qual a diferença entre a maioria branca americana que legislar democraticamente contra a minoria negra, da democracia de minoria sul-africana onde a minoria branca legislava contra os direitos da maioria negra da sociedade? Não há diferença, pois nada justifica o uso da lei contra a liberdade dos outros, seja motivada pela vontade da maioria ou muito menos de uma minoria. A liberdade deve ser um valor absoluto na sociedade para que a própria sociedade se beneficie dela como um todo e não apenas o grupo que detém o controle do poder, seja por ser uma maioria ou uma minoria.
O racismo é apenas um opinião, e como tal não deve ser encarado como um crime, pois ninguém é obrigado a ter a mesma opinião dos demais membros da sociedade e muito menos ser obrigado a fingir uma opinião que não possui apenas para evitar punições legais. Contudo quando uma pessoa agride um negro com base na cor de pele dele, não importa se a motivação foi racial, a punição é devida unicamente por ser uma agressão contra um ser humano e nessa questão todos nós brasileiros já estamos atendidos pela legislação penal, não havendo necessidade de legislar sobre a opinião e expressão de algumas pessoas para proteger uma parte da sociedade da violência.
Querer transformar um indivíduo com opiniões que desagradam parte da sociedade em homicida em potencial é um absurdo, pois equivale tentar transformar um homossexual em um pedófilo em potencial. A lei deve punir quem fere o direito a vida, de propriedade e liberdade e não quem opina algo em desagrado ao que os outros consideram como correto. Se alguém agride ou mata uma pessoa essa pessoa deve ser punida rigorosamente sem dúvida, mas punir opiniões é ridículo e um abuso de autoridade por parte do estado.
A tolerância só poderá ser atingida quanto todos aceitarem que todos somos diferentes, com crenças diferentes e estilos de vidas diferentes. Tolerar não é o mesmo que aceitar, mas apenas ser indiferentes ante o outro mesmo quando temos opiniões negativas sobre ele. Querer punir alguém por causa de suas opiniões sobre nós, não é justiça é vingança.
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