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Nublado, com previsão de chuva (ou não).
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As pessouas me fazem perguntas estranhas, non?
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Segundo a Wikipédia: "Ácido erúcico é um ácido graxo omega-9 monoinsaturado, notado como 22:1 ω-9. Ele está presente nas sementes de colza, de erysimum, e de mostarda, compondo de 40 a 50 por cento de seus óleos." Em níveis elevados pode apresentar toxicidade.
E acredito que não se trate de um componente espermático. -
Vou perguntar pros universitários. Mas, que eu saiba colza é o nome popular da Brassica napus e canola é como chamam a colza com menor teor de ácido erúcico.
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Olha, uma barata já subiu na minha perna e eu não curti muito não.
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Acho que o lado bióloga é mais forte. Não lembro no momento de nenhum inseto que eu tenha medo ou nojo (embora tenha certa implicância com dípteros, alguns são irritantes). O fascínio despertado pelos bissos de seis pernas supera quaisquer sentimento negativo provocado inicialmente por eles.
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Sinceramente elas nunca me responderam um valor um valor exato. Mas acredito ser uma altitude suficiente para importunar os pobres humanos em seus confortáveis lares. De qualquer forma, o forte das Periplanetas não é o vôo, mas a corrida: aquelas pernas cursoriais e aquele corpo aerodinâmico achatado dorsoventralmente não me enganam (na verdade me enganam, e muito. Principalmente em qualquer tentativa de abatê-las por esmagamento).
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Aracnofobia. Marcou muito mais minha infância,principalmente porque eu tinha tremendo pavor dessas criaturas desde meu primeiro encontro com uma armadeira, com uns 4 ou 5 anos de idade.
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Taxistas. Porque, como disse um médico certa vez em um curso de neuroanatomia topográfica que assisti: "nunca ande em qualquer veículo com menos de quatro rodas, pois o para choque será o seu pescoço".
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Mas já, assim na pressão, sem nem um cheeseburguerzinho antes? Tá bom.
Gostei, e gostei pra caraleo. Sou fã do Holmes desde que esses olhos aprenderam a juntar letras e interpretar algum sentido nelas e digo, ficou bom.
O roteiro mostrou-se deveras interessante, a caracterização da Londres vitoriana foi bem fiel à minha imaginação e eu gostei muito de ver o sr. Downey Jr. encarnando meu investigador preferido assim como um dr. Watson em plena forma, representado por Jude Law e seu bigodón (sempre detestei a imagem de "Sancho Pança" que passavam do Watson). Confesso que uma das coisas que mais gostei de ver foi Holmes tocando violino terrivelmente mal enquanto pensava em soluções para o caso. Gostei muito de ver também o Holmes mestre em disfarces e o Holmes excêntrico, utilizando seu cão e insetos em seus experimentos malucos. Esses detalhes, somado a seu sarcasmo e a sua resistência de que Watson firmasse um relacionamento sério com Mary fez com que o personagem se assemelhasse mais ainda com sua contraparte contemporânea, o bom dr.Gregory House.
Outra questão importante é Irene Adler. Apesar de terem se encontrado apenas uma vez e não haver qualquer vestígio de algum relacionamento amoroso entre eles, é fato que Holmes ficou obcecado pela "mulher". "A mulher". Assim como o retrato que estava no quarto de Sherlock é o mesmo que ele pede ao rei da Boêmia ao concluir o caso que envolvia Irene. Digamos que o filme foi uma "licença poética" do que poderia ter acontecido caso eles tivessem se encontrado novamente.
A ação? Sim, tem muita. Ah, mas não tinha tanto no livro. Mas e daí? É Hollywood! Ou tu acha que Holmes e Watson iriam sempre conseguir solucionar os casos pacificamente? Se fosse assim, Conan Doyle não teria enfatizado que seu personagem era pugilista. =P -
Sou? ahn...obrigada. Mas meu pai não trabalha numa doceria não, ele é economista (e eu fico feliz por não ser uma moeda).
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Difícil pergunta, caro Luiz Alberto. Sempre imaginei histórias (ou roteiros de filmes, como queira) sem imaginar quem são os seres que as interpretarão. Não faço idéia.Mas acho que se fizesse um filme certamente iria querer o Christopher Lee no elenco.
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Hehe, a praia foi ótima! Melhor do que a praia em si, rever parte da família sempre é bom. =D
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Na verdade essa frase é um verso alterado da poesia "Gostaria,querida,de ser inesperado como a madrugada amanhecendo à noite E engraçado também,como um pato num trem" do Millor Fernandes. Muito significativa para mim durante o período escolar, por tratar-se de uma obra dadaísta.
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Sim, Be! Reunião de amigos na casa do meu pai. Como eu o vejo poucas vezes ao ano está ótimo! Só que devido ameus problemas respiratórios e ingestão de antibióticos estou afastada do etanol.
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Digo as duas coisas. Ainda acrescento que não me tornei um meio de cultura voluntariamente e que pode ser um procedimento doloroso.
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Já. Conversei sobre diversos assuntos com minhas Drosophilas durante a disciplina de genética 2 na graduação. Grandes amigas. =D
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Para os insetos, claro! Torço para os inseptos desde a mais tenra infância, haha. Foi uma briga aqui em casa quando apareci com a vhs (sim, faz tempo) porque todos detestaram o filme com exceção do meu cunhado e eu.
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E como é que chocolate não derrete exposto ao sol?
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Ju Galak’s Bio
Entomóloga por vocação, sistemata por acidente, nerd e contadora de histórias nas horas vagas.

