-
-
Quero muito voltar! Adorei estar aí...
-
Vou falar dos últimos que vi (li): My Bluberries Nights (filme); "O Poema, a Viagem e o Sonho", de Arménio Vieira (livro); "Sawze Banzi est Mort" de Peter Brook (peça)
-
Depende do local e do período. Mas não sou daqueles que nunca se arrepende de nada.
-
Cidade Apressada; Cidade do Amor; Cidade dos Contrastes
Se em vez de Lisboa, estivesse Porto, seriam as minhas três cidades por execelência. Paris, a do nascimento; Porto, a da juventude; Mindelo, a adoptada. -
Poeta cabo-verdiano: Arménio Vieira. Outros que adoro: Sophia de Mello Breyner; Clarice Lispector; Eugénio Andrade; Drummond de Andrade e, claro, Pessoa.
-
Que venha um auditório para Soncent!
-
Não estamos, mas quem sabe se é possível criar sinergias em que ambos fiquem a ganhar? O local pode ser propício para apresentação de algum espectáculo, por exemplo. Tudo em aberto, portanto.
-
Acho que baleia. Nesta encarnação já sou macaco (signo chinês). Mas gostava mesmo era de ser golfinho. Ou homem outra vez. Ou mulher.
-
Que eu saiba a poligamia não é crime na Europa logo não poderia estar sujeita a julgamento. Isso tem sempre que ficar para o julgamento de cada pessoa.
-
Pergunta difícil. Provavelmente seria 30% egoísmo e 70% altruísmo. Mas é sempre subjectivo, até porque resultando o meu altruísmo em satisfação própria, ele mesmo já é um pouco egoísta!
-
Neste momento, o melhor café do Mindelo bebe-se no bar do Hotel Porto Grande. O do Columbino também é razoável assim como o do bar irlandês mesmo em frente aos correios.
-
Qualquer um se pode perder em qualquer lugar.
-
Estes quatro que vamos passar a ter a partir da inauguração deste de S. Vicente parecem-me suficientes. Agora, há que apostar no transporte marítimo inter-ilhas.
-
Não faço ideia. Não sou nem engenheiro de construções nem contabilista. Mas devem ser muitos.
-
Escolho três: "Amor em Tempos de Cólera" de Garcia Marquez. "Todos os Nomes" de Saramago. "Os Dois Irmãos" de Germano Almeida.
-
Poeta, todos os corações tem os seus lugares obscuros onde as moscas fazem seus banquetes. Eu não sou diferente.
-
Optaria por viver em Cabo Verde. Mas sei também que na vida está sempre tudo em aberto e o que hoje é certo, amanhã pode mudar. Um sopro e o nosso destino se pode alterar. É importante que estejamos preparados para isso.
-
Boa pergunta. Não afecta de forma negativa, antes pelo contrário. Elas ficam a saber, tendo desde nascença a dupla nacionalidade, que um Homem é de onde se sente bem.
-
Não faço ideia. Comigo por lá, acho pouco provável.
-
João Branco’s Bio
Encenador, produtor cultural e blogueiro / agitador de águas mansas nos tempos livres

