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Recent Responses

    1. John Lennon J. da Silva

      Pax et bonun

      Caríssimo(a) recentemente conclui uma obra chamada: "A Doutrina do Purgatório: Sua interpretação e ensino no Magistério da Igreja", que antes do fim deste ano será publicado, se Deus permitir. No livro usei diversas passagens do Novo Testamento que aludem indiretamente a realidade que chamamos de "purgatório", usei alguns trechos do Evangelho de São Mateus, por exemplo, (Mt 5, 25s) que foi amplamente utilizado; inclusive por Gregório Magno no século VI. Mas não me referi a este trecho de (Mt 18, 23-35), especificamente já que ele raramente é citado por teólogos e pelo Magistério da Igreja, incluindo os Padres da Igreja. Mas particularmente acredito que ele refere-se dentro de suas limitações a ideia de "lançar na prisão, até que tivesse pago sua divida" (Mt, 18,30) como cia o texto, o que articula-se com (Mt 5,25s). A parábola do servo cruel também pode ser utilizada na perspectiva de tratar das "penas temporais" devidas pelos pecados veniais, eu particularmente enxergo limitações no texto, quero que entenda é uma opinião minha esta; no livro que escrevi usei comumente os textos que a Igreja e os estudiosos e apologistas mais usam para se referir ao purgatório, evitei qualquer juízo particular meu sobre um texto estritamente ou em particular.

      Em Cristo
      John

    2. John Lennon J. da Silva

      Salve Maria,

      Como não entendi por completo a sua pergunta, quero só afirmar que os dogmas constituem como ensina a Madre Igreja, "verdades fundamentais", são irrefutáveis para o cristão católico. Católico que não têm "assentimento de fé", quanto aos dogmas não é perfeitamente católico, segundo o Código de Direito Canônico da Igreja. Os "dogmas" são verdades inegociáveis, os dogmas não foram criados, nem tão pouco produzidos pela Igreja, mas ao longo dos séculos, entre a história, foram sendo declarados compassivamente na medida em que a Igreja vai tirando sua certezas do grande baú da fé que é a Revelação Cristã (Sagradas Escrituras e Sagrada Tradição).

      In Christi
      John

    3. John Lennon J. da Silva

      Pax et Bonun,

      Querido consulente, é simples a resposta para sua pergunta: Quando uma "imagem" ou uma "devoção", ou uma aspiração pecaminosa como as "inclinações", "vícios"; em suma passam a tomar ou substituir o lugar de Deus na vida espiritual do cristão, então desvirtuando-se, o uso ortodoxo das "imagens" e da devoção piedosa, estas tornam-se "idolatria". Existem infelizmente cristãos católicos de pouca percepção doutrinal que atentam contra o principio geral nos legado pela Revelação de Deus, "amaras a Deus sobre todas as coisas" que constitui o primeiro mandamento do decálogo: Quero lembrar que "idolatria" segundo a doutrina cristã não se limita só a questão de oferecer culto a "deuses falsos", São Paulo por exemplo vai dizer que "a cobiça é idolatria" (Cl 3,6), assim como a "avareza" também é uma idolatria (cf. Ef 5,5). Enfim e quantos não sãos os novos "ídolos" de nossos tempos.

      Em Cristo
      John

    4. John Lennon J. da Silva
    5. John Lennon J. da Silva

      Salve Maria! Caríssimo(a).

      Segundo a tradição da Igreja sim. Ambos foram assuntos ao céu. A Santíssima Virgem Maria, pelos méritos de seu Divino Filho foi livrada do pecado original como ensina a Santa Igreja dogmaticamente.

      Atenciosamente.
      John

    6. John Lennon J. da Silva
    7. John Lennon J. da Silva
    8. John Lennon J. da Silva

      Dependendo do nível de amadurecimento do individuo acredito que sim.

      Att.
      John

    9. John Lennon J. da Silva
      JOLEN7 responded to regogama 23 Jan 12

      Nenhum dos dois, não consumo bebida alcoólica.

      Atenciosamente.
      John

    10. John Lennon J. da Silva

      Olá.

      Você pode provavelmente encontrar arquivo com o testemunho dele disponibilizado em download.

      Atenciosamente.
      John

    11. John Lennon J. da Silva

      Salve Maria! Prezad(a).

      Os fieis demonstram piedade pela comunhão recebida de formas variadas geralmente usam do momento pós comunhão; e estando em joelhos dedicam-se a rezarem em agradecimento, com orações tradicionais ou espontaneamente.

      Em Cristo
      John

    12. John Lennon J. da Silva

      Salve Maria! Prezad(a) leitor(a).

      Obrigado, conto com suas orações para prosseguir com o trabalho tudo para maior glória de Deus.

      A sua pergunta refere-se ao "Dom de Línguas" que é um carisma, ou seja, um dom especial concedido por Deus, (um dos 7 como enumera o Catecismo da Igreja) para edificação da Igreja. Desde os primórdios da Igreja este dom fora manifestado especialmente entre os apóstolos e os cristãos primitivos (At cap. 2), Paulo também em seus escritos fez referência a este que é um dos dons de Espírito Santo ( ICor cap. 14). No decorrer da historia da Igreja muitos Santos e Místicos tiveram esta graça em suas vidas. E o "dom" recentemente tomou um novo vigor na Igreja por intermédio das Novas Comunidades.

      O "dom" supostamente é pratica e têm enorme influência nas seitas pentecostais ou neopentecostais, mais é identificado como glossolalia ou pretensiosa teatrização de um "dom", faltam a estas comunidades, unidade e comunhão com o sucessor de Pedro o Papa, como poderiam eles possuírem estes dons se estão afastados da verdadeira Igreja, Santo Agostinho falava que quanto mais nos aproximarmos da Igreja temos o Espírito Santo e que hereges não podem o possuir plenamente o próprio Jesus ensinou “Quem não está comigo, está contra mim” (Lc 11, 23).

      Como hoje o assunto têm tomado proporcionado alcance e também existem diversas alegações e uma acentuada deturpação e heterodoxia quanto ao tema, sugiro que você leia o comentário de São Tomás de Aquino ao Cap. 14 da I Coríntios. Que resume um pouco da compreensão tradicional da Igreja sobre este dom em especial, além de distinguir as "línguas idiomáticas" das "línguas desconhecidas": (http://www.tradicaocatolica.com.br/teologia/tomismo/67-comentario-de-santo-tomas-de-aquino-a-primeira-carta-aos-corintios). Leia também os números 1830, 1831, 1832, 1824, 1508, 799, 951, 736, 1832 do Catecismo da Igreja católica conhecido pela sigla CIC.

      Feita estas distinções como disse a você o "Dom de Línguas é um carisma especial, dado pelo Espírito Santo a quem ele desejar, pois ele quem distribui, "Espírito sopra onde quer" (Jo III,8). Um pessoa que possui verdadeiramente este dom é profundamente unida e íntima com Deus e sua Igreja, Como pode alguém odiar a Igreja e dizer que esta orando em línguas? Alguém que esta em pecado mortal não pode nem receber os sacramentos quanto mais ser abençoada com tal graça.

      O Dom de línguas não pode ser fabricado pelo homem, provém de Deus e devemos ter cuidado quanto a isto, em diversas ocasiões as pessoas dizem esta "falando em línguas" mais devemos observar se este provém do Espírito ou da animação e exortação de algum indivíduo, levando todos consequentemente como um coral a supostamente esta presenciando ou falando em "línguas".

      Finalizando, não é uma necessidade ou urgência ou qualquer dispositivo que faça distinção entre os cristãos, falar em "línguas" como desejam alguns, é um dom dado a quem o Espírito Santo desejar e como explica o Catecismo "são disposições permanentes que tornam o homem dócil para seguir os impulsos do mesmo Espírito" (CICI nº 1830). Devemos possuir uma fé ortodoxa estes dons surgem para edificação da Igreja (ICor 12,7); antes procuremos a Deus os demais são dados por acréscimo como ensina Cristo no Evangelho.

      In Christi
      John

John Lennon J. da Silva’s Bio

Caruaru / PE

www.apostoladoscr.com.br

O apologista, articulista, universitário, palestrante e pregador católico. John Lennon J. da Silva esclarece suas dúvidas e responde as suas perguntas sobre fé, história e teologia da Igreja católica.