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Recent Responses
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Pax et bonun
Caríssimo(a) recentemente conclui uma obra chamada: "A Doutrina do Purgatório: Sua interpretação e ensino no Magistério da Igreja", que antes do fim deste ano será publicado, se Deus permitir. No livro usei diversas passagens do Novo Testamento que aludem indiretamente a realidade que chamamos de "purgatório", usei alguns trechos do Evangelho de São Mateus, por exemplo, (Mt 5, 25s) que foi amplamente utilizado; inclusive por Gregório Magno no século VI. Mas não me referi a este trecho de (Mt 18, 23-35), especificamente já que ele raramente é citado por teólogos e pelo Magistério da Igreja, incluindo os Padres da Igreja. Mas particularmente acredito que ele refere-se dentro de suas limitações a ideia de "lançar na prisão, até que tivesse pago sua divida" (Mt, 18,30) como cia o texto, o que articula-se com (Mt 5,25s). A parábola do servo cruel também pode ser utilizada na perspectiva de tratar das "penas temporais" devidas pelos pecados veniais, eu particularmente enxergo limitações no texto, quero que entenda é uma opinião minha esta; no livro que escrevi usei comumente os textos que a Igreja e os estudiosos e apologistas mais usam para se referir ao purgatório, evitei qualquer juízo particular meu sobre um texto estritamente ou em particular.
Em Cristo
John -
Salve Maria,
Como não entendi por completo a sua pergunta, quero só afirmar que os dogmas constituem como ensina a Madre Igreja, "verdades fundamentais", são irrefutáveis para o cristão católico. Católico que não têm "assentimento de fé", quanto aos dogmas não é perfeitamente católico, segundo o Código de Direito Canônico da Igreja. Os "dogmas" são verdades inegociáveis, os dogmas não foram criados, nem tão pouco produzidos pela Igreja, mas ao longo dos séculos, entre a história, foram sendo declarados compassivamente na medida em que a Igreja vai tirando sua certezas do grande baú da fé que é a Revelação Cristã (Sagradas Escrituras e Sagrada Tradição).
In Christi
John -
Pax et Bonun,
Querido consulente, é simples a resposta para sua pergunta: Quando uma "imagem" ou uma "devoção", ou uma aspiração pecaminosa como as "inclinações", "vícios"; em suma passam a tomar ou substituir o lugar de Deus na vida espiritual do cristão, então desvirtuando-se, o uso ortodoxo das "imagens" e da devoção piedosa, estas tornam-se "idolatria". Existem infelizmente cristãos católicos de pouca percepção doutrinal que atentam contra o principio geral nos legado pela Revelação de Deus, "amaras a Deus sobre todas as coisas" que constitui o primeiro mandamento do decálogo: Quero lembrar que "idolatria" segundo a doutrina cristã não se limita só a questão de oferecer culto a "deuses falsos", São Paulo por exemplo vai dizer que "a cobiça é idolatria" (Cl 3,6), assim como a "avareza" também é uma idolatria (cf. Ef 5,5). Enfim e quantos não sãos os novos "ídolos" de nossos tempos.
Em Cristo
John -
Salve Maria! Caríssimo(a).
Segundo a tradição da Igreja sim. Ambos foram assuntos ao céu. A Santíssima Virgem Maria, pelos méritos de seu Divino Filho foi livrada do pecado original como ensina a Santa Igreja dogmaticamente.
Atenciosamente.
John -
Diversas vezes!
Att.
John -
Dependendo do nível de amadurecimento do individuo acredito que sim.
Att.
John -
Nenhum dos dois, não consumo bebida alcoólica.
Atenciosamente.
John -
Olá.
Você pode provavelmente encontrar arquivo com o testemunho dele disponibilizado em download.
Atenciosamente.
John -
Salve Maria! Prezad(a).
Os fieis demonstram piedade pela comunhão recebida de formas variadas geralmente usam do momento pós comunhão; e estando em joelhos dedicam-se a rezarem em agradecimento, com orações tradicionais ou espontaneamente.
Em Cristo
John -
Salve Maria! Prezad(a) leitor(a).
Obrigado, conto com suas orações para prosseguir com o trabalho tudo para maior glória de Deus.
A sua pergunta refere-se ao "Dom de Línguas" que é um carisma, ou seja, um dom especial concedido por Deus, (um dos 7 como enumera o Catecismo da Igreja) para edificação da Igreja. Desde os primórdios da Igreja este dom fora manifestado especialmente entre os apóstolos e os cristãos primitivos (At cap. 2), Paulo também em seus escritos fez referência a este que é um dos dons de Espírito Santo ( ICor cap. 14). No decorrer da historia da Igreja muitos Santos e Místicos tiveram esta graça em suas vidas. E o "dom" recentemente tomou um novo vigor na Igreja por intermédio das Novas Comunidades.
O "dom" supostamente é pratica e têm enorme influência nas seitas pentecostais ou neopentecostais, mais é identificado como glossolalia ou pretensiosa teatrização de um "dom", faltam a estas comunidades, unidade e comunhão com o sucessor de Pedro o Papa, como poderiam eles possuírem estes dons se estão afastados da verdadeira Igreja, Santo Agostinho falava que quanto mais nos aproximarmos da Igreja temos o Espírito Santo e que hereges não podem o possuir plenamente o próprio Jesus ensinou “Quem não está comigo, está contra mim” (Lc 11, 23).
Como hoje o assunto têm tomado proporcionado alcance e também existem diversas alegações e uma acentuada deturpação e heterodoxia quanto ao tema, sugiro que você leia o comentário de São Tomás de Aquino ao Cap. 14 da I Coríntios. Que resume um pouco da compreensão tradicional da Igreja sobre este dom em especial, além de distinguir as "línguas idiomáticas" das "línguas desconhecidas": (http://www.tradicaocatolica.com.br/teologia/tomismo/67-comentario-de-santo-tomas-de-aquino-a-primeira-carta-aos-corintios). Leia também os números 1830, 1831, 1832, 1824, 1508, 799, 951, 736, 1832 do Catecismo da Igreja católica conhecido pela sigla CIC.
Feita estas distinções como disse a você o "Dom de Línguas é um carisma especial, dado pelo Espírito Santo a quem ele desejar, pois ele quem distribui, "Espírito sopra onde quer" (Jo III,8). Um pessoa que possui verdadeiramente este dom é profundamente unida e íntima com Deus e sua Igreja, Como pode alguém odiar a Igreja e dizer que esta orando em línguas? Alguém que esta em pecado mortal não pode nem receber os sacramentos quanto mais ser abençoada com tal graça.
O Dom de línguas não pode ser fabricado pelo homem, provém de Deus e devemos ter cuidado quanto a isto, em diversas ocasiões as pessoas dizem esta "falando em línguas" mais devemos observar se este provém do Espírito ou da animação e exortação de algum indivíduo, levando todos consequentemente como um coral a supostamente esta presenciando ou falando em "línguas".
Finalizando, não é uma necessidade ou urgência ou qualquer dispositivo que faça distinção entre os cristãos, falar em "línguas" como desejam alguns, é um dom dado a quem o Espírito Santo desejar e como explica o Catecismo "são disposições permanentes que tornam o homem dócil para seguir os impulsos do mesmo Espírito" (CICI nº 1830). Devemos possuir uma fé ortodoxa estes dons surgem para edificação da Igreja (ICor 12,7); antes procuremos a Deus os demais são dados por acréscimo como ensina Cristo no Evangelho.
In Christi
John
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John Lennon J. da Silva’s Bio
Caruaru / PE
O apologista, articulista, universitário, palestrante e pregador católico. John Lennon J. da Silva esclarece suas dúvidas e responde as suas perguntas sobre fé, história e teologia da Igreja católica.


