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Se com isso você quer dizer chegar ao nada, ao constrangimento e a inatividade, então sim.
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Não é questão de concordar ou não. Não faz sentido na minha filosofia, apesar de representar uma significativa influência (como em boa parte de todo pensador pós-kantiano.)
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Wittinho disse isso? Oh... que graça. A obscuridade é uma escolha voluntária, como aparece no começo do meu "Nietzsche I". Faz parte do esforço poético (no sentido original grego de "criação") de criar uma nova língua, baseada em inflexões na linguagem e na procura pelo sentido essencial de cada palavra usada. Isso torna o texto difícil de ser traduzido pois, gradativamente, deixo de falar alemão ou qualquer outra língua existente para criar uma forma própria de exprimir o inexprimível, tarefa ingrata de todo o pensador.
Ou então ele devia estar se referindo ao dia em que ele queria que eu fosse sozinho na casa dele para ler Rilke e tomar um vinhozinho no sofá... Eu recusei, mesmo com a forte insistência, e acho que ele não gostou muito disso - o que deve tê-lo deixado mais interessado. -
Depois do Obama? A Oprah.
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Cito-me: filosofia da vida é "intrinsecamente uma tautologia, pois a filosofia não lidacom coisa alguma, exceto com o próprio Dasein. A expressão 'filosofia da vida' é, portanto, quase tão inteligente quanto 'botânica das plantas'", em "Logik. Die Frage nach der Wakrheit" - minhas aulas de 1925-26 (bons tempos aqueles).
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Objeto de estudo objetivo é o "ó". Não me parece ter um desses em ST. Dasein não transcende a vida... transcende mundo. Se ele transcendesse a vida acho que ele seria uma espécie de Asceta místico, em direção a um outro mundo, uma pós-sobre-vida. Enfim... eu disse uma vez que "O termo'Filosofia da Vida' é uma tautologia". Isso explica um pouco de como essa questão é abordada por mim.
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Sério que não vale? Então vai essa do Zaratustra do Nietzsche: "A felicidade corre atrás de mim. Isso provém de que eu não corro atrás das mulheres. Mas a felicidade é uma mulher".
Fala sério, muito loco. -
Se é a pra me masturbar com velhas alemãs nuas eu tenho as Investigações lógicas. É excitante o suficiente, e sai mais barato. Jizz in my pants antes da quarta investigação, fato.
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Sentido de ser é sentido da vida? Essa é uma boa pergunta. Ser é Vida? Não somente, com certeza.
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Ah, tá (oh fuck...). Dasein é onticamente ontológico.
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Não assexuado, acéfalo.
(NAZI FREAK MODE ON) -
Pedra pode não ser o substantivo. Mas o que diabos é um "subjetivo modelo essencial"?
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Dasein não é um sujeito e os entes do mundo não são projeções de sua mente. Dasein não pode deixar de se relacionar com os entes do mundo, e por isso mesmo ele é esses entes, de alguma maneira, já que eles não existem sem relação com Dasein e Dasein não existem sem relacionar-se com eles.
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Uma pedra que é mas não existe é uma pedra que não é Dasein, que não transcende, ou seja, que vai para fora de si(ek). A pedra não tem que se tornar aquilo que é. A segunda opção é um tanto platônica. Aqui, por sua vez, a pedra não está somente, como algo ilusório, transitório, que na realidade não é. A pedra que é é, sendo. Cacofônico, não?
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...direito? ...exceção? ...calamidade? ...sítio?
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Sören Kierkegaard, o sociopata cristão!
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Martin Heidegger
Martin Heidegger’s Bio
Filósofo nazista alemão escrevendo em português, logo não fazendo filosofia.

