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Recent Responses
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Não sei, tentei estudar por ela mas começar do zero assim, sozinho, não é pra mim quando se trata de línguas.
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Aproveito para dizer que estou lendo a Ilíada do Pope e retiro o que disse sobre épicos traduzidos não valerem muito a pena. Leiam, leiam. -
As que eu citei na perguntas sobre fantasia, ficção científica e terror são assim, com exceção daquelas cuja má escrita eu mencionei.
Tirando elas, as que conheço e recomendo e me vêm à cabeça agora são Guerra e Paz, A pele de onagro, a Ilíada, As ilusões perdidas, Moby Dick, Os Trabalhadores do Mar, os contos de Allan Poe, Rubens Figueiredo, Borges e Marcel Schwob, O Mandarim, Le Grand Meaulnes, Grande Sertão: Veredas, Fausto de Goethe, Doutor Fausto, O Mestre e Margarida, Engene Onegin, Lolita, Sobre Heróis e Tumbas. -
Obrigado, fica aí o comentário para quem se interessar.
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Não sei.
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Chegou o Kindle e estou brincando de pôr livros nele: dois Huysmans, um De Quincey e agora uma indicação do @ricksongracie , All men are brothers. -
Mas ele é muito bom. Não disse que ele é pior que os outros, só que é menos assustador, pelo menos pra mim.
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Eu queria ler menos livros e reler mais.
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Sim, ele filmou uma das adaptações, aquela com a Sean Young. É um bom filme, tirando uma batalha perto do final. Vi Eraserhead e não tenho nada contra, mas ele me causa aquele tipo de perturbação que me afasta de Kafka; não é pra mim.
Indicações de terror: A volta do Parafuso, de Henry James, deve ser a melhor coisa que li. A que mais reli é um livro meio mal escrito de Stephen King, O Cemitério, que como terror é muito bom. Tudo que li de Lovecraft é bom, embora seja menos assustador que esse livro do King e do que filmes. Recomendo the color ou of space, O caso de Charles Dexter Ward, The Outsider e A Sombra sobre Innsmouth. Uma boa coletâna é Contos de Horror do século XIX, da Cia das letras. Uma das melhores coisas nela é A Pata do Macaco. Os dois contos de Philp K. Dick da resposta anterior funcionam como terror também. 1408 é um bom conto de Stephen King. Na mesma coletânea que li esses (esqueci o título dela) tinha outros dois bons contos dele, um sobre o Inferno e outro sobre o diabo. -
Acho ok. Li os 3 primeiros livros quando saíram no Brasil, mas não fiquei suficientemente empolgado pra ler os outros.
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Em fantasia, dois bons livros infanto-juvenis que continuam em livros adultos: O Hobbit, prequel de O Senhor dos Anéis, e O feiticeiro de Terramar. Divertidos e bem escritos. Os livros de Nárnia, muito bem escritos também, permanecem infanto-juvenis até o fim, mas de algum modo transcendem o rótulo. O Senhor dos Anéis deve ser a recomendação mais clichê, mas merece a boa fama. Ele se passa no fim do que seria a Idade Média do mundo imaginado pelo autor, que tratou da Antigüidade desse mundo em O Silmarillion.
Lovecraft escreveu fantasia em À Procura de Kadath. De lord Dunsany, que influenciou Lovecraft e Tolkien, recomendo The king of Elfland’s daughter (foi só o que li dele, quero ler mais).
Fantasia mais difícil de ler, que vale pela forma tanto quanto pela imaginação: Gormenghast e sua primeira sequência, Titus Groan, The Worm Ouroboros e uma trilogia relacionada, Zimiamvia, e The well at the word’s end.
Literatura arturiana que pra mim é fantasia: The Idylls of the King, que é meu poema épico preferido, e The acts of king arthur and his noble knights, de John Steinbeck.
Dois romances muito bons de George Macdonald: Lilith, de estrutura mais tradicional, e Phantastes, mais digressivo e estranho.
Ficção-científica conheço menos. O que recomendo mais enfaticamente é Duna e As Crônicas Marcianas. Dois contos de Philip K. Dick: A fé dos nossos pais e A segunda variedade. Ele escreveu um livro que não é tão ficção científica mas que recomendo mesmo assim, The man in the high castle, sobre um mundo onde o Eixo venceu a segunda guerra.
Recomendo o conto do Ballard que saiu na Revista trocados também, Poço de visita 69.
Há tempos não releio Asimov, mas lembro de gostar de seus contos, principalmente de A Escuridão. -
O caso é que nem todo auto-enganado é cínico; são poucos, imagino, os que vão à ópera pelo status e o admitem para si mesmos. Acho que a maioria crê, em parte pelo menos, que está tendo uma experiência estética. É como quem diz estar apaixonado e o interesse é apenas na idéia do amor, nos símbolos exteriores da coisa; quem admite isso para si mesmo?
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Sobre sabedoria oriental, eurasianismo e que tais:
Seven friends and philosophers, Diogenes and Hermias, Eulalius and Priscian, Damascius, Isidore, and Simplicius, who dissented from the religion of their sovereign, embraced the resolution of seeking in a foreign land the freedom which was denied in their native country. They had heard, and they credulously believed, that the republic of Plato was realized in the despotic government of Persia, and that a patriot king reigned ever the happiest and most virtuous of nations. They were soon astonished by the natural discovery, that Persia resembled the other countries of the globe; that Chosroes, who affected the name of a philosopher, was vain, cruel, and ambitious; that bigotry, and a spirit of intolerance, prevailed among the Magi; that the nobles were haughty, the courtiers servile, and the magistrates unjust; that the guilty sometimes escaped, and that the innocent were often oppressed. The disappointment of the philosophers provoked them to overlook the real virtues of the Persians; and they were scandalized, more deeply perhaps than became their profession, with the plurality of wives and concubines, the incestuous marriages, and the custom of exposing dead bodies to the dogs and vultures, instead of hiding them in the earth, or consuming them with fire. Their repentance was expressed by a precipitate return, and they loudly declared that they had rather die on the borders of the empire, than enjoy the wealth and favor of the Barbarian. -
Mas a escolha não é entre auto-engano completo e sinceridade perfeita, que não existem de fato, mas entre fazer ou não o melhor possível para não se enganar.
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Que coisa, estive justamente pesquisando e-readers esses dias. Também tenho preguiça de dicionários e só uso quando tenho que traduzir; o do kindle eu usaria mais. Estou para comprar um, agora que vende no Brasil. Me parece compensador, lá pelo sexto livro lido (os que eu quero em geral são de domínio público) ele já se pagou.
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Feliz Natal, Bruno!
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Feliz Natal, M. :^)
http://www.youtube.com/watch?v=dyK72_7ICvY -
Santa intolerância, Marcos. :^) Feliz Natal e que Deus o abençoe também!
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Não li nenhum dos dois, mas imagino que não. De qualquer modo, não acho coincidências tão problemáticas. Há mais coincidências e caricaturas na vida que no Conde de Monte Cristo.
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Desenho um ex-libris que me foi encomendado. (querem um? tratar em gustavols81 arroba yahoo ponto com ponto br)
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