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    1. Richard
    2. Richard
    3. Richard

      Assim como Vinícius Castro também está para ASS e Pellizzari e DFW, que estão para outros e outros e outros. Mise en abyme das angústias da influência. A diferença é que eu nunca publiquei um livreco de guri, ainda bem.

      Mas ok, hoist with my own petard, é justo. Gostei dos textos reativos sobre toda essa brincadeira de autenticidade (or lack thereof) lá no Altamente Derivativo. Faz falta um texto sem namedropping de Pynchon, DeLillo, DFW, Barthelme, Coetzee, Sebald, Walser, Vila-Matas, Bolaño, ou qualquer outro dessa safra.

    4. Richard
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      Já que pediu por-favor, falo de uma técnica: a arte da obliquidade. Todo pedido ou ordem direta sempre causa resistência, desconfiança, desinteresse. Tem gente que diz que gosta de "pessoas diretas", mas com certeza essa gente não gostaria de ser atacada por um tarado com ereção em riste.

      O melhor modo de obter algo que você quer de uma pessoa é por vias indiretas, por insinuações, alusões, pequenas inceptions no subconsciente da pessoa.

    7. Richard

      It would be awesome if some animals could NOT talk, like neighbors and students.

    8. Richard

      "Leu "Madame Bovary", traduzido por Fúlvia M. L. Moretto? O que achou?"

      "Conhece os livros do João Ubaldo Ribeiro? São interessantes?"

      *

      1. Sim.

      2. Não.

      3. Não.


      Só me fazem perguntas sobre livros. Perguntem sobre receitas canibais, sobre a arte de barbear-se, sobre como consertar uma pia, como formar uma formação de carapaça em uma centúria, técnicas de engenharia social...

    9. Richard

      Não sei. Nunca contei quantos livros li, nunca cronometrei leituras, mas os livros que li foram lidos como um homem que percorre o corpo de uma moça virgem na noite de núpcias: com calma, paciência, e muito amorzinho.

    10. Richard
    11. Richard

      Não, não gosto da [i]literatura[/i], mas "Jangada de Pedra" é legível.

      Mudando de assunto: queria saber o que tem na água de Brasília que faz os escritores mirins de lá terem idiossincrasias tão iguais e banais. Passou pela minha atenção recentemente um tal Hugo Crema, que lançou ebook de contos e agora quer lançar romance. É um rapazote que só escreve em minúsculas, com gírias e abreviações, só lê DFW, Bolaño et al, só ouve pós-rock e indie folk, and so on and so forth. Por um momento achei que fosse uma identidade secreta do Vinícius Castro, mas são de fato entidades distintas. Quantos mais Hugos Cremas não haverá em Brasília, em São Paulo, em Porto Alegre?

      A criatura humana na era de sua reprodutibilidade técnica.

    12. Richard

      "The Bible tells us to love our neighbors, and also to love our enemies; probably because they are generally the same people."

      Chesterton, Illustrated London News (16 July 1910)

    13. Richard

      Parece que o FS desativou sozinho por causa de idle time, tava meses sem entrar lá.

      Mas ok:

      DA @NIGGATRANSLATES IZ BAK ON DIZ SHEEIT MAH NIGGAZ

    14. Richard

      Pelo amor de Deus, parem de responder às perguntas desse animadruga.

      "Never argue with a fool; onlookers may not be able to tell the difference."

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      Then said Olaf, laughing,
      "Not ten yoke of oxen
      Have the power to draw us
      Like a woman's hair!

      H.W. Longfellow, The Saga of King Olaf

    18. Richard

      Tenho amigos/conhecidos de esquerda, feministas, bagnistas, petistas, hippies, ateus, leprosos, fiscais de imposto, contorcionistas, e tocadores de xilofone.

      Não odeio ninguém, só desprezo todos.

    19. Richard

      Fiz uma busca, e, de escritores que eu goste, em português, só achei os diários de Kafka, que não li. Diários não vendem, então são pouco traduzidos. Mas, em inglês, tem coisas boas nos diários de Orwell: http://orwelldiaries.wordpress.com

      Do pouco que li, gostei do gênero francês de Cahiers, de Léon Bloy, Paul Valéry, Cioran, e dos Sudelbücher de Lichtenberg. Esse "Note-Book" de Chekhov tem umas coisas boas: http://www.gutenberg.org/ebooks/12494

    20. Richard

      Ha. Exato. Toda essa onda de pedagogia do oprimido e abolição da gramática é um grande esquema de engenharia social para emburrecer ainda mais o povo brasileiro. Reduzir a língua e o conhecimento a um esqueleto, a uma sombra do que de fato é, e assim impossibilitar o pensamento individual.

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