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Did Jake ever go to France or did he make that up for his advice column?
there is no france
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If Marceline is the vampire queen, then is there a vampire king?
She killed him
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Você acha que o Dawkins deveria debater com o William Lane Craig? Há razão pra não debater?
Por que não? Só que eu preferiria o Dennett. Dawkins às vezes chuta muito o balde em filosofia. Acho que ele não respondeu muito bem os argumentos filosóficos em Deus, Um Delírio.
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What's your astrological sign? Do you think it's representative of who you are?
The Signs of the Zodiac
Astrology = Bullshit
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Mudamos...
para http://pergunte.evolucionismo.org
Vemos vocês por lá!
Eli Vieira e Rodrigo Véras -
Voces quase sempre dao respostas citando varios artigos cientificos. Como tem tempo pra ler tanto?
Muitas vezes só dá pra dar um boa lida no abstract e uma mais focada na parte pertinente à questão. Sempre que posso, ao fazer isso, procuro voltar ao artigo mais tarde e ler com mais atenção. Até hoje não lembro de ter distorcido nenhum dos artigos que li mais apressadamente e pude reler depois. Além disso tenho mais de década de leituras prévias e boa familiaridade com muitos temas em biologia. Bem, de qualquer forma, toma tempo e dá trabalho, mas é um prazer. O problema mesmo é fazer isso com um gato no colo pedidno carinho e mordendo o fio do mouse e o outro pendurado no aparelho de TV e quase fazendo tudo vir abaixo.
Abraços,
Rodrigo -
Para o bem do seu formspring e para poupar o seu tempo, bloqueie esse troll do germany88. Ele não tem o que acrescentar, suas perguntas são irrelevantes e ainda fica com essa caixa alta ridícula (entenda como uma sugestão).
Na verdade estou achando interessante refutar suas colocações e penso que isto pode ser útil para quem me acompanha, justamente para mostrar o contraste entre nossos posicionamentos. Para não incomodar os leitores com a caixa alta, vou buscar responder algumas perguntas mais antigas que estão na fila de 566 pendentes. Depois volto ao germany88. Mas agora tenho que ir dormir, pois acordo às seis da manhã e já são uma da madrugada.
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SE VOCÊ LEU 3000 LIVROS LEU POUCO , DIANTE DE UM NUMERO INFINITAMENTE MAIOR ...DO QUE FOI ... E AINDA ESTÁ SENDO... E AINDA SERÁ ESCRITO, VOCÊ APENAS LEU O PENSAMENTO DE AUTORES , E ACHOU CERTO O QUE LEU SEM QUESTIONAR .
É claro que li muito pouco em vista de tudo que já foi escrito. Mas fiz uma boa seleção. E quem disse que não questionei? Tanto que me tornei ateu justamente por estudar em profundidade a doutrina cristã. Em tudo que estudo e leio, procuro todas as correntes e interpretações, para, justamente, tirar minha própria conclusão, como todos devem fazer. Mais importante do que ler é pensar, do que jamais abdico. Toda opinião que exaro é fruto de minhas leituras, estudos, verificações e, principalmente, reflexões. Muitas vezes mudo de modo de pensar por ter sido convencido de meu erro, como tem que fazer todo aquele que preza, acima de tudo, a verdade.
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Eli e Rodrigo! Poderiam dar umas fontes legais acerca de filosofia das ciências! Vocês abordam o tema o tempo todo aqui no forms e me sinto um tanto defasado nessa área do conhecimento. Obrigado pela ajuda
Nos links que seguem tem um bom apanhado de obras e filósofos modernos que discutem filosofia da ciência e epistemologia:
http://www.formspring.me/Evolucionismo/q/943220208
http://www.formspring.me/Evolucionismo/q/1813929771
Abraços,
Rodrigo -
Por que não paramos de usar a palavra evolucão e começamos a usar a sentença descendência com modificação, visto que foi esse o nome dado por DArwin ao processo? Evitaríamos muitos problemas com sociólogos e pessoas de humanas.
O termo já está cristalizado neste uso específico, por isso não creio que seja necesário nem viável substituir o termo. O que precisamos fazer é informar melhor o que é a evolução e como ela é estudada. Desconstruindo as idéias ingênuas de progresso e finalismo que às vezes são atreladas ao termo "evolução", mas que não se coadunam bem com o atual entendimento da evolução biológica.
Abraços,
Rodrigo -
quais coisas a ciencia ainda não explica?
Muitas. As mais importantes são: Como surgiu o conteúdo primevo que começou a se expandir no Big Bang? Como ocorre a aceleração da expansão do Universo? Como a matéria inanimada se tornou matéria viva? Qual será a evolução futura do Universo? Como a anatomia e a fisiologia do cérebro produzem a mente? Estes são as principais perguntas ainda não respondidas. Mas note que o fato de ainda não se ter resposta não é nenhuma falha da ciência. Apenas mostra o quanto ainda somos principiantes nela. Mas o homem só tem 200 mil anos, a civilização 10 mil anos e a ciência 400 anos. Ainda temos muito tempo para achar essas respostas, pois, possivelmente, ainda perduraremos por alguns milhões de anos. Além disso, a falta de respostas não é uma indicação de que seja tudo por obra de algum agente inteligente extrínseco ao Universo, como Deus. Inclusive porque, se for, continua havendo a pergunta sobre como foi que ele fez o que fez.
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O efeito casimir mantém firme a visão cosmogônica cristã? E ainda: Mesmo sabendo explicar alguns fenêmenos de modo inteiramente natural, não é razoável pensar que há uma causa inteligente por detrás de toda essa regularidade?
Não sei o que teria o Efeito Casimir a ver com alguma cosmogonia deísta, panteísta, panenteísta, politeista ou teísta, cristã ou outra que seja. Ele é o resultado de que o vácuo não é vazio, como se pensa, mas preenchido por um campo de partículas virtuais. Absolutamente não é nada razoável pensar que há alguma causa inteligente para a existência do Universo. Pelo contrário, a suposição dessa causa é um grande complicador, pois introduz elementos desnecessários. A consideração de que o acaso seja a explicação para muita coisa é tremendamente mais plausível e razoável.
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Alguma perspectiva de quando a abiogênese vai ser possível de ser replicada em laboratório? Será que ainda neste século veremos isso? ou será que a Nasa vai conseguir descobrir logo algum lugar no espaço em que esse fenômeno esteja ocorrendo?
Na realidade boa parte do estudo sobre abiogênese se dá através de experimentação laboratorial mesmo. O mais complicado é saber, com um bom nível de confiança, as condições geológicas e atmosféricas precisas da terra primitiva. Além disso, como não podemos voltar no tempo (por enquanto, pelo menos :) ), mesmo que consigamos replicar vários dos possíveis eventos e fases da abiogênese não poderemos ficar confiantes demais em relação ao que (e como) as coisas realmente aconteceram, ainda que possamos descartar muitos cenários e modelos particulares e, através da convergência e coerência entre dados, eleger um (ou alguns modelos) mais prováveis e robustos.
As perspectivas de descobrir vida fora de nosso planeta (e muito diferente da terrestre) são excitantes. Seria realmente algo fantástico e nos daria o primeiro indicador confiável de que a vida é algo bem mais fácil de emergir do que pensamos. Mas creio que muita coisa interessante vai acontecer nos estudos de abiogênese neste século.
Abraços,
Rodrigo -
Dou parabéns a vocês pelo trabalho. Até hoje há tarde eu era um criacionista fundamentalista, mas uma discussão em outro forms me fez perceber que ciência e religião não precisam se eliminar. Agradeço, e humildemente peço desculpas pela trolagem.
Sem palavras. :) Fico feliz que vc tenha chegado a essa posição, mesmo por que a evolução é um fenômeno fantástico e o seu estudo além, do conhecimento científico, nos proporciona um senso de maravilhamento que pode tocar tanto aos ateus quanto aos religiosos.
Grande abraço,
Rodrigo
p.s. Só não diga depois que era brincadeira, pois meu frágil e delicado coraçãozinho não agüenta esse tipo de coisa. :) -
Evolucionismo é só uma teoria, existe a teoria que Deus criou o homem e a teoria da evolução inventada pelo homem, eu prefiro acreditar na teoria que Deus criou o homem, é mais completa.
É totalmente irrelevante no que vc prefere ou não prefere acreditar, pois neste form lidamos, principalmente, com a investigação científica e não com meras opiniões ou profissões de fé. As ciências de modo geral, mas especialmente as naturais, como a biologia evolutiva e a paleontologia, seguem uma série de critérios evidenciários e metodológicos muito rigorosos e que tem se mostrado condutivos a pesquisa e que as afasta de outras empreitadas humanas, pelo menos, em termos de precisão e confiabiliade. Por exemplo, a idéia de completude não é um critério epistêmico muito bom caso não seja amparado por evidências empíricas metodicamente coletadas, um corpo teórico-conceitual explanatório e preciso - de preferência quantitativamente orientado - vários instrumentos analíticos e de avaliação dos dados empíricos e que estejam em conformidade com as demais disciplinas científicas, com as ciências da terra e planetárias, a física, a química etc.
Além disso, as ciências envolvem um censo de humildade epistêmica que nos impede de afirmar coisas com certeza absoluta, nos fazendo mais alertas para a possibilidade de erro e às fontes de viés, tornando-nos mais mais metódicos e críticos em relação a própria produção do conhecimento.
Abraços,
Rodrigo -
te amo?
vc eu não sei, mas teu pai sempre diz q me ama, q vai largar da tua mãe pra assumir 2 filhos q eu tenho dele.
palhaço.
Eli’s Bio
Presidente da LiHS, criador do Evolucionismo.org, biólogo por paixão e mestrando em genética evolutiva humana.






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