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O computador, porque já nem tenho televisão ><
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Puta perguntinha sacana. Eu sou um cara agregador, então você tem que se esforçar MUITO para me irritar. E eu não compro briga gratuitamente.
10 nomes de respeito (ordem alfabética):
1) Douglas Quintas Reis (dono da Devir)
2) Guilherme Svaldi (dono da Jambô)
3) João Paulo do RPG e Cultura da Paraíba.
4) JM Trevisan (autor de Tormenta, roteirista de cinema)
5) Marcelo Cassaro (autor de Xd&t e escritor da Turma da Mônica)
6) Marcelo Del Debbio (autor de Trevas e redator do Sedentário)
7) Marcelo Telles (dono da REDERPG e autor de C7L)
8) Maria do Carmo Zanini (editora do Mundo das Trevas da Devir)
9) Rafael Svaldi (dono da Jambô)
10) Rogério Saladino (autor de Tormenta, editor da Marvel)
Tenho a lista das cinco pessoas que não respeito, mas em geral elas estão envolvidas com pirataria ou defesas cegas dos próprios pontos de vista. Não vou fazer propaganda desses caras.
2 pessoas irrelevantes?
Fábio Novaes de Souza
Istvan Roberto Horvath -
Jogo três vezes por ano minha cmapanha mais antiga, de Shadowrun 2ª Edição, atualizando só a timeline, mas não as regras. Umas 4 vezes por ano mestro uma campanha de Marvel Saga que vai atualizando o cenário da editora (estamos parados na Invasão Secreta). Eu gostaria muito de jogar a minha campanha de Greyhawk, que está finalmente no nível 18, mas a vida é assim e não conseguimos marcar.
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Porque o público brasileiro gosta de "mais do mesmo", logo um livro que sugere alterações nas fontes de poder do sistema teria uma vazão mais lenta. E o Draconomicon é mais bonito que o Nine Swords.
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A grande maioria. Mas algumas envolvem histórias com outras pessoas que não em autorizariam divulgá-las.
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Aos 19 anos, eu decidi que trabalharia exclusivamente com textos antes dos 30. Como não virei escritor, acabei sendo revisor e tradutor. Ser editor, portanto, foi algo que aconteceu sem planejamento.
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Rico não, mas me deixou confortável durante um tempo. Eu é que sou burro e gastei tudo com coisas efêmeras (tipo ir atrás do U2 na Argentina).
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Essa é fácil: In Nomine, versão Steve Jackson. Você pode jogar histórias com fundo religioso mais sério ou anjos e demônios super-heróis. O sistema é simples, a temática é boa e os suplementos não são infindáveis.
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Porque, para a nossa geração das caixas de AD&D, ela é o equivalente comercial do sertanejo ruim ou do teen pop - a 4e não foi elaborada para os veteranos da nossa faixa etária, mas para a garotada que NASCEU quando a internet já existia.
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Depende exclusivamente se a pessoa que deu uma "carada" na sua mão estava bêbada ou sóbria. Se ela estava bêbada (como eu acho que estava), vai achar que levou um soco. Sacumé, a culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser...
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Douglas Guimaraes’s Bio
Douglas D3 é editor do blog d3system.com.br, organizador da RPGCON e sócio da d3store.com.br. Ele faz outras coisas, mas nem todas são públicas.

