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Ao contrário, eu passei tempo demais lendo outras coisas e tempo de menos estudando :-)
Mas é errando que se aprende... -
A Bíblia, alguma coisa do Livro de Mórmon, o Bhagavad Githa (ou como quer que se transcreva isso em português), o Tao te Ching e alguma coisa do budismo sakyamuni. Gostaria de ler o Alcorão algum dia.
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Nunca.
Por isso mesmo eu fazia o tempo aparecer. Acho que errei na dose, aliás, mas a ideia é essa. -
Todos os livros da Edusp são bons, mas às vezes eu acho o texto desnecessariamente convoluto. Eu mesmo tenho a edição portuguesa do Óptica do Hecht, que é bastante útil.
Já o Principia Mathematica eu nunca vi em português. -
Se eu não tiver errado nos cálculos, as chances de uma dezena particular sair em um jogo é de 10%. Espera-se, então, que na média essa dezena tenha saído pouco mais de 138 vezes em 1382 jogos.
Porém, pense no seguinte: você joga uma moeda para o alto e dá "cara" cinco vezes seguida. A moeda está viciada? Não necessariamente. Como cada arremesso de moeda é independente dos resultados anteriores, as chances de dar "cara" continuam sendo de 50% em cada lance. Assim, uma sequência de cinco "caras" pode ser rara, mas não indica vício por si só.
Uma pista para decidir se há vício ou não é fazer uma curva tabelando todos os resultados e ver se a frequência de cada dezena cai dentro de dois desvios-padrões. Se cair (e eu aposto que cai), você pode considerar que é apenas uma flutuação natural. -
(O povo do FS tem uma curiosa fixação por listas de livros!)
"O Fim da Infância", de Arthur Clarke, "From Eternity to Here", de Sean Carroll; "Cosmos", de Carl Sagan; além de uma dúzia de livros texto de física. -
Gosto muito de uma pequena coleção direcionada (acho) para o ensino médio: a História Ilustrada da Ciência, de Cambridge. Saiu faz muito tempo.
Acho (faz muito tempo que não olho) que a Enciclopédia Britânica tem verbetes interessantes e bastante completos sobre esses tópicos de história das ciências. -
Se eu tivesse que salvar uns poucos volumes para a civilização que virá após um desastre apocalíptico, provavelmente seriam os Elementos de Euclides, o Principia Mathematica de Newton, o Origem das Espécies de Darwin, livros de física e matemática básica, um livro de cálculo, um de álgebra linear, um de física quântica e outro de relatividade.
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Esta é a especialidade do amigo @DocBrownBR, recomendo que você pergunte a ele para uma resposta mais completa!
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Não sou nenhum Astrofísico, mas entendo alguma coisa (quase nada, mas alguma coisa) do fenômeno. Você pode arriscar, se quiser :)
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Ah, Tesla. O último dos românticos; talvez o arquétipo do cientista louco do cinema.
Mas não, não acho que a teleforça seja realmente viável, muito menos que seja capaz de pulverizar um planeta. Quanto mais não seja, de onde viria essa energia toda? -
E agora a festa acabou, esta é a última sexta-feira das minhas férias :-(
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Estude sempre. Não deixe para estudar amanhã o que pode estudar hoje. Estude no mínimo o mesmo número de horas em casa por semana que o número de horas em sala de aula. E procure estudar o conteúdo da semana naquela mesma semana.
Claro, vai haver momentos em que você vai ter vontade de sair, namorar, badalar etc. Isso também é vital. Mas nunca deixe de estudar e de encher o saco dos professores e dos colegas toda vez que não conseguir entender alguma coisa.
Quanto ao que ler até agosto... se você está realmente disposto a se preparar melhor, recomendo comprar um livro de Cálculo Diferencial e dar uma olhadinha na matéria. Se conseguir avançar até Derivada, ótimo; mas entender os épsilons e deltas dos Limites já está bom. -
A vida aparece nos lugares mais estranhos aqui na Terra. Não é *impossível*, só não acho lá muito provável que haja alguma bactéria alienígena em Mercúrio -- mas até aí, o que qualquer um sabe de condições de vida extraplanetária?
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Resposta curta e honesta: ninguém sabe :-)
A gente *acha* que não é uma rotação de verdade. O que há para girar, afinal? Mas o nome pegou, porque tudo se passa como se o maldito do elétron fosse uma bolinha pequenininha carregada eletricamente e que gira. -
Resposta filosófica e totalmente isenta de correção política (juro!): inteligência e cultura parecem ter definições diferentes para indivíduos diferentes. Não sei o que você considera inteligente, nem o que você entende por cultura. Só posso dizer o que *eu* acho. Lá vai:
Diria que, para as definições mais corriqueiras de "inteligência" e "cultura", inteligência vale mais. "Cultura", tomada por si só, é uma mera acumulação de fatos e hábitos pertinentes a um determinado extrato social. Não tem valor intrínseco, portanto.
Uma pessoa "inteligente" que admire "cultura" seria capaz de, em tese, apreciar esse relativismo inerente e extrair valor de quase qualquer situação social em que se encontre. Se for uma pessoa sábia, além de "inteligente", saberá usar bem esse valor.
Sabedoria, aliás, é uma virtude escassa hoje em dia. Quase todo mundo acha que tem o bastante. -
A candela aparece nos estudos de Fotometria, que é a medida do brilho *aparente* de uma fonte luminosa. Digo *aparente* porque a Fotometria se preocupa com a percepção da luz aos olhos humanos e não à sua intensidade luminosa absoluta, em todas as frequências.
Assim, duas fontes com igual fluxo radiante terão diferentes intensidades e fluxos luminosos se uma for verde e outra, vermelha, por exemplo. -
Não sou farmacologista, nem entendo o bastante de Biologia para dar uma resposta qualificada sobre a bioquímica do corpo, mas suspeito fortemente que placebos não tenham nada a ver com efeitos quânticos.
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Até onde sabemos, sim.
Mas há especulações muito interessantes que sugerem que elas podem ter assumido outros valores ao longo do tempo ou do espaço; ou que outras combinações possíveis de constantes existem em outros universos. Por enquanto são apenas especulações.
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Daniel Bezerra’s Bio
Físico. Nerd. Geek.
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