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Aprecio fotos, não aprecio redes sociais, porque nem sei ao certo o que são essas redes, então respeito mais as fotos que as pretensas regras das redes sociais.
Mas o motivo para estas e não outras fotos, porque tudo o que faço tem uma razão. (Também tem uma razão o que deixo de fazer?)
(Aqui há sabedoria. Aquele que tem inteligência pode calcular.)
E por causa do que Eliot escreveu, “mixing memory and desire”.
E porque estou em uma missão. “They're not gonna catch us. We're on a mission from God.”
Estou entregando de bandeja.
“Nunca ocorreu a você que estamos em campo santo e que os intervalos são os intervalos em uma cruzada?” Há tanta cruzada lá fora. E aqui. Sempre aqui. Ao lado. -
Uma hora aparece. Nem precisa agradecer.
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Você confia em mim?
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O pau de um entra na chavasca da outra. Foda.
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Vai se fudê, feladapauta. Vai tomá no meio do seu cu. Que te importa? Vai entubar uma brachola.
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Nenhum.
Mas sempre haverá um branco para me dar lições de moral em vez de casa, comida, dinheiro e amor.
X é um problema, espere, eis a solução Y. Mas a solução Y é sempre na forma de um “tu deves”.
Meio anticristão essa porra cagante. Não sei se é o seu caso.
Cadê o “examinai tudo, retém o que é bom”? Melhor se recolherem ao silêncio.
O silêncio é sexy.
E, depois das palavras dos santos, o que podem dizer hoje é apenas: ie-ié, ie-ié.
E glu-glu. Glu-glu. -
Both.
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Em quem?
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Pergunta pra tua mãe.
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Acho imbecil. Não deveria, aliás, podia ser retroativa a não-obrigatoriedade. Não acho, tenho certeza, tudo o que é obrigatório, nesse sentido, contraria a liberdade. Votar em branco é racista, mas respeito.
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All the time.
Lorsqu'on veut empêcher les horreurs d'une révolution, il faut la vouloir et la faire soi-même.
So I start a revolution from my bed. In dreams I walk with you, in dreams I talk to you. In dreams you're mine all the time. -
Sábio é sabido. Saber também é saborear, como os portugueses usam até hoje, “este vinho me sabes bem”. Então, mesmo que você não saiba procurar um dicionário, pode ficar com a ideia de que sabido e experimentado são próximas.
Experiência sugere tempo. Espera-se que velhos sejam sábios, simplesmente porque tiveram mais tempo para experimentar o mundo.
Mas uma criança pode experimentar muito e pode ser sábia. Você se lembra das fases de terror noturno? A última delas é quando você consegue raciocinar sobre seus medos à noite.
A escuridão estimula a imaginação: barulhos no escuro. Ouvi algo. Será alguém? Vem da porta ou de debaixo da cama? Amigo ou inimigo? Ambos evitariam fazer barulho, um por achar que estou dormindo, outro para que eu não acorde e peça ajuda. Vou fingir que estou dormindo.
Se você consegue coagular em uma forma essa experiência retroalimentada pela imaginação, passa a dominar seu conteúdo. Chamamos isso de aprendizado. Se, no entanto, a forma se impõe a você, temos o sintoma do trauma (ouvir tic-tac te faz pensar quem um jacaré enorme está se aproximando para te jantar).
O que chamamos de experiência é geralmente a mistura das partes, o misto de aprendizado (formas que dominamos) e trauma (formas que se impõem a nós). E crianças, mesmo com poucos anos de vida, podem ter uma parcela grande de sabedoria. Esse é só o aspecto do, como diria o Bob Esponja, “poder da imaginação”. A inteligência humana tem outros componentes.
Inteligência é a capacidade e o potencial de inteligir, mas nada diz do experimentar. É essa a diferença. É possível ser sábio sem ter passado muito em consciência e é possível ser sábio sem ter muito inteligente. Se sabedoria é o pote-peneira-panela, inteligência o canudo-faca-colher. -
But they do. And write books. And get elected.
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cersibon Lannister
Potestade
cersibon Lannister’s Bio
Ola, ola, ei.
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