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Não é bem uma pergunta, mas espero que o for acontecer, que seja, sim, d+.
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Gosto do Roy Scheider, e ele parece não ser muito conhecido. Apareceu em "Tubarão" e "Conexão França".
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Psicanálise freudiana diz que sonhos sobre voar são sexuais. Mas o universo sub-aquático ainda tem seus méritos oníricos.
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"D-War." Sobre dragões, com atuação ruim da parte de todos os envolvidos. Último filme que me lembro de ter dormindo enquanto assistia. E, quando acordei, ainda não havia acabado.
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Forró é um gênero profícuo. A cada dia nasce um novo hit. Mas os clássicos são aquelas que grudam nas teias da mente e aparecem quando bate um vento mais forte. Asa Branca talvez?
A melhor do axé é "Estrela Primeira", da Banda Eva. -
Grandes escritores brasileiros tem nome de ferramenta: Lima Barreto e Machado de Assis.
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Difícil: Doyle é simples e eterno; Clarke também é simples, embora seus livros talvez não tenham a mesma durabilidade que Sherlock Holmes conquistou. O <<Fim da Infância>>, contudo, não é apenas um grande livro de SF, mas um grande livro.
Difícil. -
De complicações pós-operatórias. Sem sentido.
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Falta de imaginação, mas alguém teria que pedir pela falta de fé e outro pela falta de senso de humor.
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Acredito na vida. Criar outra existência após a morte não resolve o problema desta, apenas cria o problema da outra. Wittgenstein: "Não é esta vida eterna tão enigmática como a presente? A solução do enigma da vida no tempo e no espaço está fora do tempo e do espaço."
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Um dia longo, cheio de desapontamentos, com uma alegria sincera no final.
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"Fundação e Império", do Issac Asimov. O segundo na trilogia da Fundação. Recomendo, hein.
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A do Tio Patinhas, com certeza.
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O conceito vem se tornando obsoleto há alguns séculos, não? Eu diria que os melhores trapezistas são aqueles que atuam sem a rede de segurança.
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No mar: piscinas estão sempre mijadas e não tem efeito expectorante.
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Caio Marinho Ribeiro’s Bio
O palhaço da selva.


