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Das que eu li:
Le chat du Rabin (Joann Sfar, Ed. Dargaud)
Murena (Dufaux, Delaby, Ed. Dargaud)
Aya de Yopougon (Abouet, Oubrerie, Ed. Gallimard)
Messire Guillaume (Bonhomme, Bonneval, Ed. Dupuis)
Miss Pas Touche (Kerascoet, Hubert, Ed. Dargaud)
La Sirène des Pompiers (Hubert, Zanzim, ed. Dargaud)
Vae Victis (Rocca, Mitton, Ed. Soleil)
Liberty (Warnauts, Raives, Ed. Casterman)
Bois Maury (Hermann, Glénat)
Vasco (Gilles Chaillet, Ed. Le Lombard)
La Guerre des Sambre (Yslaire, Bastide, Ed. Glénat)
Teria muuuitas outras pra recomendar, entre que já li ou que achei interessantes, mas acho que dá pra começar bem com essas. :) -
Melhor que isso só cantada pela Sara Mingardo. *.*
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Geist und Seele wird verwirret, BWV 35
http://www.youtube.com/watch?v=PDJS75ImR90&feature=related -
Uma combinação indeterminada de ambos.
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BD é o que não falta! Mas posso te passar uma lista, sem pensar muito, das que eu mais gosto:
Le Chat du Rabin, de Joann Sfar
Djinn, de Ana Miralles e Jeann Dufaux
Le Bois des Vierges, de Béatrice Tillier e Jean Dufaux,
Murena, de Jean Dufaux e Philippe Delaby
Les amours fragiles, de Beuriot e Richelle
La Chambre Obscure, de Cyril Bonin
Belzébuth et Hécate, de Loïc Séchéresse
Péchés Mignons, de Arthur de Pins
Atalanta, de Didier Crisse
Skydoll, de Barbara Canepa e Alessandro Barbucci
Bois Maury, de Hermann
Vae Victis, de Rocca e Mitton
Thorgal, de Rosinsky e Van Hamme
Vasco, de Gilles Chaillet
Alix, de Gilles Chaillet e Jacques Martin
Varlot Soldat, de Jacques Tardi
Adèle Blanc-Sec, de Jacques Tardi
Rapaces, de Dufaux e Marini -
Sim, com bastante disciplina e trabalho (aliás como tudo na vida) pode-se aprender a desenhar bem. Mas não ache que a batalha está ganha: é um caminho longo, árduo, e só se obtém resultados significativos depois de muito suor na testa. Pra quem está começando eu recomendo este livro da Betty Edwards http://www.amazon.com/New-Drawing-Right-Side-Brain/dp/0874774241 que, se lido com bastante atenção, poderá lançar bases excelentes para que se aprenda o fundamental do desenho: saber observar a natureza.
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O melhor é um bom livro em áudio ou um bom podcast. Ajuda a focalizar a atenção.
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Por enquanto, vou me ater aos pintores: Frans Hals, Anthony van Dyck, Andrei Rublev, Peter Paul Rubens, Toulouse-Lautrec, Tamara de Lempicka, Egon Schiele, Caravaggio, Jean-Jacques Louis David, Ludwig Deutsch.
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A colorização nem sempre é separada do desenho na produção de uma HQ, tanto é que muitos autores desenhistas também se ocupam da pintura de suas páginas. Muitas vezes, porém, a produção de uma HQ é separada em etapas (roteiro, desenho, colorização, inserção de textos), como numa linha de montagem, a fim de acelerar-se e garantir a entrega do livro dentro do prazo. Assim, há profissionais especializados na colorização, e que se ocupam somente desta etapa da produção, deixando o desenhista livre para completar o desenho de todas as páginas dentro do prazo de entrega.
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Prefiro a BD francesa, pois encontro nela uma diversidade de estilos gráficos e temáticas bem diferentes daqueles dos quadrinhos de super-heróis. Tenho a impressão de que há mais liberdade de se abordar outros temas e ainda ser comercialmente viável na área da BD francesa. Os EUA também produzem muitos quadrinhos de cunho mais independente, mas por talvez serem menos comerciais, o que termina chegando às bancas brasileiras é são os títulos mais famosos de super-heróis, que têm vendagem garantida.
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Não sou especialista em cores, mas em se tratando de colorizar um desenho (com aquarela, como faço), creio que o preto é o mais complicado. Nessa técnica, o preto ou suas misturas tendem a tirar a luminosidade natural dos pigmentos, e também a leveza da composição. Mas há que se levar em conta a ambientação que se quer criar no desenho, e como as cores da paleta escolhida vão interagir.
Anakoe
Anakoe’s Bio
Don't assume. Just don't.






